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terça-feira, 7 de fevereiro de 2023

Dayane de João Pessoa, a Encantadora de Histórias

"Aonde existir um cantinho para me aconchegar, 
lá, uma história eu irei contar!"

Dayane Bezerra, de João Pessoa, a contadora do desafio!

International Association IPA Brasil
AAH - da Associação Amigos das Histórias
Especial Mês Internacional do Contador de Histórias
Rede Brasil Histórias de Todos os Cantos

RAIO X
Nome Dayane da Silva Bezerra Batista
Nome artístico Encantadora de Histórias
Nasceu e mora em João Pessoa/PB

Aniversário 7 de fevereiro
Família marido Isael e filho Israel (4 anos)
Bacharel em Biblioteconomia
Profissão Pedagoga especializada em Psicopedagogia

Lugar preferido Praia ao entardecer
Comida preferida Purê de macaxeira, com carne de sol e calabresa, coberto de mussarela
Bebida preferida Caldo de cana e café
Natureza Nascimento das tartarugas

Hobby Artesanato
Estação de rádio 93.7 (Rádio Mix)
Programa de TV Quintal da Cultura
Filme preferido Como se fosse a primeira vez
Time de futebol São Paulo

Ama Ver o sorriso do filho
Detesta Falsidade
Não Suporta Mentira
Qualidade Criativa
Defeito Perfeccionista
Mania de Comer um punhado de farinha com a mão
Medo de Perder as pessoas queridas
Um sonho Montar um cantinho com os objetos de contação de histórias

Todo encanto é valioso para entreter as crianças!

A criatividade nasceu cedo!
Desde criança quis ser professora. Estava sempre envolvida com criação a partir de objetos reciclados. Montava sua sala de aula com itens que recolhia em casa mesmo e fazia roupinha de papel para as bonecas a partir das revistas usadas que o pai trazia. 

Com algumas folhas de papel ofício que tirava da maleta do pai, fazia minicadernos para seus "alunos" (risos). Fazia até a chamada: - Leite de rosas. -Presente! Perfume cristal. - presente! Pomada Minâncora. - Presente! 

Sempre que a mãe chamava na bronca, o pai dizia - Deixa a professorinha do papai brincar! Chamava os vizinhos, sentava-os em paralelepípedos. A mesa eram tijolos sobrepostos. Ao crescer, assumiu salas de aula de verdade e até hoje confecciona seus próprios recursos pedagógicos.

Dayane Bezerra, a Encantadora de Histórias, como é conhecida em João Pessoa, é coordenadora das bibliotecas do Colégio Século, onde também atua como contadora de histórias. Cursou a pós-graduação em contação de histórias do curso da Maristela Papa e William Reis, Presidente da  AAH em Brasília.


Ela nos dá uma dica de como faz a abertura de suas histórias:

"Uma história eu vou contar
Preparem os ouvidos para escutar
Oleolê, oleolá
Você vai se encantar!"


Cada história acha seu aconchego!

Nossa homenageada é super fã da Associação Guajiru, onde, em João Pessoa. Dayane já presenciou o nascimento das novas tartaruguinhas a correr para a praia. "É uma emoção maravilhosa!", nos conta.


Biblioteca Zailton dos Santos Bezerra
Seu pai, Sr. Zailton dos Santos Bezerra, era um homem muito participativo na comunidade. Policial, foi presidente de bairro, juiz pacifista da comunidade e estava envolvido em tudo. No dia 24/10/2019, a Banda da Polícia Militar o homenageou postumamente na Escola Estadual Governador Antônio Mariz, onde lhe foi dedicado o nome da Biblioteca.


Sou paraíba, aceito qualquer desafio se for para contar história!

Esta paraibana dedicada, de coração carinhoso, começou cedo na profissão como pedagoga. As necessidades da sala de aula a levaram a se especializar em psicopedagogia. Graduou-se também como bacharel em biblioteconomia, curso esse que lhe permite estar no meio de livros e realizar projetos que incentivam a leitura; e, sobretudo, é claro, conhecer muiiitas pessoas! (risos) Em reconhecimento por sua atuação como contadora de histórias, recebeu, em 2019, o troféu "Jubileu de Alexandrita" das mãos da presidente do grupo Gwaya de Goiânia/Universidade de Goiás, Edvânia Braz. 


Os principais eventos de Dayane
No Theatro Santa Roza, o mais antigo da Paraíba e o quinto do Brasil, Dayane foi contactada para dar uma "aula espetáculo" para três escolas públicas com o Quinteto de Madeiras Prima, onde entrou cantando  assim:

"Prepare o seu coração 
Pra história que eu vou contar
Eu trago um livro na mão 
Eu trago a imaginação 
Com muito amor no coração 
Para você se encantar... 🎶📖😍"

(ritmo música "Disparada" do Luiz Gonzaga)

Desafio aceito e cumprido!


O primeiro evento importante que Dayane se apresentou profissionalmente foi no tribunal de contas do Estado da Paraíba, para mais ou menos 200 crianças, em comemoração do dia das crianças. 

Com o projeto Eleituras, Memórias Literárias, apresentou-se para os funcionários do TRE em 2019. No final de 2020, gravou podcasts sobre prevenção ao trabalho infantil no Tribunal Regional do Trabalho.

Emocionou-se ao se apresentar no hospital  HGM, em Mamanguape, para mamães ainda no leito com seus bebês recém nascidos o livro "Quero Colo", da coleção Itaú. 
"Amei os livros da escritora Giulieny Matos!"

Ao longo da carreira, Dayane compôs a diretoria da 19ª gestão da Associação Profissional de Bibliotecários da Paraíba APB/PB, passou a fazer parte do Núcleo Gestor do FLITECA - Fórum Paraibano do Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca e de vários grupos.

Dentre os grupos de contadores de histórias estão Contadores de Princípio; Contadores do Reino; Rede Brasil Histórias de Todos os Cantos (@historiasdetodososcantos) e do grupo de estudos "Unidos pelas histórias". 

Além de tudo isso, Dayane é coordenadora Estadual da Romaria de Histórias e vice-coordenadora do Projeto BiblioSolidário, de incentivo à leitura, com apresentações em praças públicas e outros locais onde são convidados.

e para terminar... como ela costuma cantar...

"Batam palmas com alegria
Batam palmas com amor
Batam palmas, palmas, palmas
Pois a história terminou!"
E quem gostou da história, diga viva!!!!!!
(ritmo da ciranda cirandinha)


🏆Troféu de super contadora de histórias para Dayane Bezerra!


Atende todos os públicos de escolas públicas, particulares, creches, empresas,  órgãos públicos e universidades
Oferece formação e oficinas para professores, berçaristas e funcionários de empresa em geral sobre a arte de encantar com histórias
Ministra oficina para os calouros da universidade sobre o profissional bibliotecário como agente cultural e curso de auxiliar de biblioteca pelo Paraíba Tec.

CONTATO
Dayane Bezerra
Whats’App  83 98810-6679
Facebook Encantadora de Histórias - Dayane Bezerra
Instagran @encantadoradehistorias_db
Contatos Giulieny Matos - Zap 61 981316214
@giulienymatos.autora






segunda-feira, 8 de março de 2021

"Era uma vez..." AAH oferece pós-graduação em Contação de Histórias

... um mundo encantado...

O mundo da contação de histórias está on line! 
Nao se intimida diante da pandemia.
É força, alento e ajuda no combate à depressão quando entra no lar e no coração de alguém com histórias que animam e fazem esquecer um pouco esse momento tão estranho que a humanidade está passando.

No instagran siga
@amigosdashistorias
@giulienymatos.autora


arte by @monicapapa

Já pensou em cursar Pós-graduação em Contação de Histórias?

Contato
61 98568064


Sabe quem é a autora dessas maravilhosas pinturas?
conheça a artista e contadora de histórias
(clique no nome dela para saber mais sobre sua vida)





 

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

José Ilson, a leitura é a chave!

“A leitura é a chave para ter a imaginação além dos limites.”
José Ilson 
Nome José Ilson Lopes de Oliveira
Nome artístico José Ilson (com a pronúncia em espanhol)
Naceu em Brasília/DF
Mora em Taguatinga/DF
Aniversário 6 de janeiro, dia de Santos Reis
Lugar preferido Chácara do vovô e da vovó
Comida preferida Arroz com sardinha
Bebida preferida Refrigerante
Natureza Área livre, ar puro
Hobby Fazer papercraft
Brincadeira preferida Pique-pega
Estação de rádio Nova Brasil FM
Programa de TV Ninjago, Os Mestres Spinjitsu
Filme preferido Jurassic World
Time de futebol Flamengo
Ama Ler
Detesta Ser interrompido enquanto ler
Odeia Não ter nenhum livro por perto
Não suporta Ficar longe dos livros por muito tempo
Qualidade Sempre ajudar
Defeito Ser um pouco distraído
Mania de Chutar o próprio chinelo
Medo de Sucuri
Fato triste A morte do primeiro cachorro
Fato engraçado Nasceu com já com um dentinho, herdou do avô
Participa do grupo Bombeiro Mirim de Ceilândia, do Projeto Também Quero Ler!, é coroinha na Pastoral do Surdo
Um sonho Ter a própria biblioteca

Especial Dia das Crianças 2020/Blog GM
Conheça os entrevistados de hoje:


"Para o dia das crianças, 
digo: a leitura é a chave!" 
José Ilson 

O nome José Ilson é uma homenagem ao avô José e ao pai Ilson. Nasceu no dia de Santos Reis, na porta da maternidade o pai pendurou uma viola. Aos 9 anos, José Ilson destaca-se por saber duas línguas oficiais brasileiras: português e língua brasileira de sinais (Libras). 

A mãe, Mauricéia Lopes, uma contadora de histórias nata, mediadora de leitura e estudiosa dos temas infantis. O pai gosta de participar de eventos e curte a cultura de Brasília. Nesse ambiente, José Ilson participa intensamente de um contexto cultural desde bebê. 

A contação de história na vida de José Ilson veio meio naturalmente. Ele curte contar a história do pote vazio. José Ilson já se apresentou várias vezes em sua escola, em outras escolas como convidado, na EC 66 no sol Nascente, na Escola Bilíngüe Libras e na EC 11 de Taguatinga. 

“Tornei- me contador de histórias 
porque gosto de ler.” 
José Ilson 

Oficialmente, contou a história de humor, uma piada chamada “A cura!” no lançamento do livro Doutor Akazo, da escritora Giulieny Matos, na Biblioteca da Universidade Católica de Brasília UCB). Também está participando, às segundas-feiras, das contações de história da Associação Viva e Deixe Viver, sob a coordenação da querida Leda Dal Magro.

José Ilson lê muito! 
Foi alfabetizado em libras e em português escrito na escola bilíngue onde a querida professora e contadora de histórias Regina Caldeira trabalha. Está cursando 4º ano do fundamental. Já leu a coleção completa do Diário de um Banana, Danny Dragônio, Terra de Histórias, e é frequentador assíduo da biblioteca da escola onde estuda. Por causa da intensa leitura desde pequeno, tornou-se contador de histórias. 

O animal doméstico que mais gosta é de cachorro. Do dia das crianças ganhou mais um cachorrinho, mais um fila brasileiro. Agora tem o Bidu e o Bug, dois amigos.


José Ilson possui a coleção completa dos livros da Giulieny Matos, “-Sou fã!”, nos conta. Gosta de frenquentar os sarais da Associação Amigos das Histórias no Taguaparque. Na pandemia, está aprendendo a cantar músicas em espanhol pela internet.


Troféu de super contador mirim de histórias para José Ilson 


Whats’App 61 9 81316214

**Giulieny Matos* é escritora é membro da AAH, AIAB, com pós-graduação em contação de histórias pelo curso da Maristela Papa. Possui 13 livros publicados.






***** 
*Especial Dia das Crianças 2020*
* José Ilson *
Aos 9 anos, José Ilson já se apresenta para contar histórias
Confira!
Homenageie este contador mirim *deixando seu comentário no link:*

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Viva a Primavera! Giulieny Matos no Canteiro de Histórias/Grupo Gwaya

 


Canteiro de Histórias_GWAYA
🌻🌻🌻🌻🌻🌻🌻

Cronograma:

📌 Dia 19/09/20 (Sábado)
🌻Jeanine Pacheco (ES)
🌻Andrea Cozzi (PA)
🌻Tania Meyer (SC)

📌 Dia 20/09/20 (Domingo)
Tia Maroca (DF)
🌻Alexandre Rocha (GO)
🌻Marcelino Xibil (MG)

📌 Dia 21/09/20 (Segunda-feira)
🌻Sabrina Belkers (GO)
🌻Carine Haziel (RJ)

📌 Dia 22/09/20 (Terça-feira)
🌻Ruth Beserra (SP)
🌻Ana Esther [Balbão Pithan] (SC)

📌 Dia 23/09/20 (Quarta-feira)
🌻Márcia Guedes (SP)
🌻Giuliano Tierno (SP)




📌 Dia 24/09/20 (Quinta-feira)
🌻Ozeny Ramos (MS)
🌻Lucélia  Clarindo (PR)

📌 Dia 25/09/20 (Sexta-feira)
🌻Giulieny Matos (DF)
🌻Princesa Poesia-Araquari (SC)

📌 Dia 26/09/20 (Sábado)
🌻Alenilda Carvalho (GO)
🌻Águida Maria Lázaro Zarpelon (BA)

📌 Dia 27/09/20 (Domingo)
🌻Tatiana Felix  (SP)
🌻Andrea Sousa (SP)

Aqui uma linda história pra você
sobre 10 amigas
em tempos de pandemia!


Lançamento!

Pedidos 61 9 81316214

sexta-feira, 26 de junho de 2020

Homenage a Jhon Maulén, Cuentacuentos de Chile

“Siempre tendré espacio para la narración. 
Es lo que me conecta con la tierra, 
mis raíces y emociones.”
John Maulén Cuentacuentos

RAYO X
Nombre John Maulén Zamorano
Nombre artístico Cuentacuentos
Nacido en Santiago de Chile
Vive en Comuna de Maipú, Región Metropolitana, Chile
Cumpleaños 22 de septiembre
Familia Una hija, Camila Maulén Rebolledo (21), estudiante de Antropología
Profesiones Abogado, Periodista y Actor
Lugar preferido Sur de Chile – Donde crece el Pewen (Árbol nativo)
Comida preferida Charquicán. Palabra que viene del quechua "charqui" (carne seca) y del mapuche "kan'kan" (asar)
Naturaleza Los bosques milenarios
Pasatiempo Tocar Guitarra
Estación del año La estación del polen
Estación de radio Cualquier Radio Comunitaria
Programa de televisión Dossier (Programa de noticias internacionales)
Película favorita La quimera del oro (Charles Chaplin)
Equipo de fútbol Cobreloa
Ama La sonrisa de los niños y niñas; La de los ancianos y ancianas
No le gusta El abuso de poder
Odia La violación a los derechos humanos
Calidad Amante de las cosas simples
Manía Hablar con los animales
Miedo a Perder a su unicornio (risas)
Participa del colectivo “Lo que cuenta el cuento”
Un sueño Vivir en una Suramérica y el caribe sin fronteras


En todo hay um comenzo
John Maulén, o Cuentacuentos, es nuestro homenajeado esta semana. Jhon comenzó su vida artística en 1983, como actor. En 1999 se convirtió en periodista y en 2010, hasta hoy, trabaja como abogado. Con tan gran experiencia, no puede alejarse del arte narrativo.

Jonh Cuentacuentos cuenta historias en distintos lugares. Antes de la Pandemia, las Plazas y calles eran los lugares preferidos. También en Universidades para profesoras. En salas de teatro y colegios. En las ollas comunes y aún encontra tiempo para realizar las actividades solidarias.

El encuentro con AAH
Maulén Zamorano se reunió con el grupo Associación de los Amigos das Histórias (AAH), de Brasilia / Brasil, a través de los miembros Fabiana Silva y Maria Fernanda, en una reunión internacional de narradores de historias, y pronto se identificó con el trabajo que realizan en Brasil.

En la companhía de su personaje Abuelito Tatá Tito, alegra a todos que pasan por las calles

Fabiana Silva e Maria Fernanda, las Amigas de las Histórias desde Brasil
“Todo se ocurrió en un mes correspondiente a la estación de primavera, en el aeropuerto de la tierra del Tawantinsuyo (Perú). Hasta ese lugar llegué con mi maleta cargada de cuentos. Me esperaba el abrazo de Ángel – un cuentacuentos de Perú—quien me presentó a dos sonrisas que lo miraban todo: Fabiana Silva y María Fernanda. ‘¡Oi como vão voces!; Tudo bem; ótimo conhecer a voces…’ y tantas breves frases mal dichas y clichés que utilizamos automáticamente cuando estamos enfrente a hermanas de Brasil.

Bambu Teatro, Eloy promove la unión entre narradores de historias de varios paises
“Así conocí a las embajadoras de los cuentos que venían de Brasilia a la tierra del SOL, así conocí el trabajo importante que realiza en la promoción de la lectura y los cuentos la AAH.

Por cierto, han transcurrido dos años de ese encuentro en que reafirmamos afectos y proyectos. Se extraña tanto a todas y todos los cuentacuentos que estuvimos en ese lugar invitados por Eloy Francisco, director de la Compañía Bambu Teatro."


Público Preferido?
Aunque a Jhon Cuentacuentos le encantan los niños y niñas, narrar para adultos mayores lo emociona. “La conexión con ellos y su historia es un homenaje a la memoria. Jugar como niños y niñas, divagando entre el presente y pasado, poniendo atención a los surcos en los rostros que son como letras impresas en los textos. Leer esas expresiones de tanta vida, tanto amor y sueños inconclusos. Vibro cuando realizo talleres de narración oral con nuestros amados viejos y viejas.”

La narración oral y los cuentacuentos son un universo creativo que deben desarrollarse sin censura.
Los cuentos nos permiten construir mundos mejores.
Los cuentos nos permiten construir mundos.
Los cuentos nos permiten construir.
Los cuentos nos permiten.
Los cuentos.
Los.
Cuentacuentos


Historia que más le gusta narrar
El Castigo de la Luna, “porque es una adaptación de un cuento infantil escrito por una amiga que ya no está, se trata de una importante escritora chilena con quien trabajé en mi juventud: Isidora Aguirre. Además, tiene una canción que la escribió mi hija Camila. Me permite co crear con los oyentes activos un bello viaje hacia los astros. Descubrir el les un lúdico cuento que toca el machismo y lo cuestiona, también visualiza el crecer colectivamente. Hablar de la Luna, de las dos y a las tres. Presentar a ese astro que a veces es inSOLportable cuando la Luna está llena. (risas)"



Conversión de Jhon a un cuentacuentos
En el año 1982, comenzando su juventud, trabajó con un actor, Manuel Escobar, durante cuatro años. Él tenía un personaje que se llamaba Tilusa. Con maquillaje de clown, se acompañaba de una muñeca de trapo, Alejandrina.

Alejandrina venia de una isla en el espacio tiempo de nombre Kamarundi. Los habitantes de Kamarundi decían que todo tiempo futuro fue mejor. Tilusa narraba cosas de la vida, del hombre y de la mujer, de los egoísmos, de la marginalidad y de la esperanza de un mundo mejor.

Tilusa en el período pos dictadura
Tilusa es uno de los primeros narradores escénicos en Chile (pos-dictadura) y “en lo personal, tengo el desafío de difundir su trabajo y su propuesta en el ámbito de la narración y de los relatos. Durante muchos años (20!) dejé el teatro por el periodismo y luego por el derecho, pero hace tres años hice una promesa, no abandonar esta hermosa labor mientras me siga emocionando el sonido de una trutruca (instrumento mapuche).”


Presentaciones clave
“En los espacios abiertos y con las educadoras. Tengo dos presentaciones que están muy presentes en mi corazón. Con los adultos mayores en Perú que terminamos bailando un bolero con una de las abuelitas y en Cuba, que termino todo con unas seguidillas de abrazos y besos (no eran tiempos de pandemia - risas) y algunos me contaron sus historias para que las difundiera por el mundo.

Supervivencia en tiempos de pandemia
“Con el colectivo "Lo que cuenta el cuento", que es un laboratorio de cuentos, hemos viajado a diferentes lugares. Hemos actuado en plazas y calles. En las ferias en cada uno de los espacios libres. Afora con la pandemia nos estamos reinventando y haciendo cuentos grabados en audio y en imágenes, con títeres y animación de objetos.”

Contato 
John Maulén Zamorano / Cuentacuentos
Whats’App +56 9 7241 4495
Fanpage loquecientaelcuento

Trofeo de super narrador oral de historias para John Maulén Zamorano


Somente acá!





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Whats’App Business + 55 61 981316214 

* Giulieny Matos es escritora de literatura infantil, vive en Brasilia, es miembro de pleno derecho de la Asociación de los Amigos de Las Historias, de la Academia Inclusiva de Autores Brasilienses - AIAB, con un posgrado en narración de cuentos a través del curso de Maristela Papa. Visita las escuelas y cuenta sus historias donde quiera que vaya. Títulos publicados: Dondé está mi Madre? (Ing / port / braille), Doctor Akazo (Ing / port), Somos todos especiales (Ing / port / braille); Mama Note 100 (Ing / port), The Victoria Caterpillar, The Melted Girl, The Chatty Girl, The Mad Menu, The Colorful Sheep Family. 






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sábado, 11 de maio de 2019

Neide Maria, qual a surpresa pra hoje?



Para se contar uma história, basta ter uma! 

Nome Neide Maria De Abreu
Nome fantasia Neide Maria
Contadora desde 1994
Nasceu em Anápolis, mas está em Brasília desde muito pequena
Família Mãe de dois filhos (32 e 29), vó de 3 netinhos (6, 5 e 4)
Comida preferida Churrasco
Bebida preferida Água
Estação do ano Ama o inverno
Programa de TV Jornais e variedades
Estilo de filme preferido Drama
Time de futebol Botafogo, por causa do marido (risos)
Qualidade Alegre
Defeito Ansiosa
Gosta de Viajar
Detesta Rotina
Profissões Professora e contadora de histórias
Participa da Associação Amigos das Histórias - AAH
Gosta de contar histórias com humor, mas não tem nenhuma preferida
Sonha em ser confeiteira e viver com saúde total para ser feliz fazendo o que gosta 
Neide Maria

Neide Maria gosta de contar história, não importa o público. Já se apresentou em parques, escolas, creches, reuniões, igrejas, shoppings, presídios, enfim, não tem destinatário fixo. Segundo a formadora, para ser um bom contador de histórias, é preciso, primeiro, se ter uma história e, por outro lado, existir quem goste de ouvir. Neide conta histórias para se divertir, divertir pessoas e também para pagar suas contas (risos). Como profissional, recebe cachê, mas muitas vezes também é voluntária em eventos sem fins lucrativos.

Dona de um vozeirão com amplificador nato, Neide, a professora, começou trabalhando na biblioteca da escola. Os ocupantes do espaço eram as lagartas e as aranhas, não havia movimento nenhum. A diretora lhe pediu que fosse para lá arrumar os livros. Nesse limpa-limpa, abre-fecha, sobe-desce, começou a folhear os livros das prateleiras e foi descobrindo muitas histórias maravilhosas. Quanto mais limpava, fuçava e lia, mais se apaixonava por elas. Nunca havia contado histórias na vida. Encantada e cheia de entusiasmo, percebeu que não poderia guardar aquelas maravilhas só para si. Era uma força maior que Neide. Foi quando pediu permissão à direção para levar as crianças para lá uma vez por semana, cada turma, para contar histórias para elas. 

A diretora concordou! Montou um projeto de contação de história, começou levando os alunos conforme o combinado. Com as eventos em andamento, teve uma surpresa muito grande. Percebeu, com o tempo, que, na hora de contar história, havia, do lado de fora, na porta da biblioteca, professores e servidores querendo ouvir também. Todo mundo vinha ouvir história quando Neide estava contando! Percebeu o quanto aquele momento era precioso. 
Neide Maria no início de sua carreira
Em 1996 participou do seu primeiro curso de capacitação na área de contador de histórias. De lá para cá fez vários cursos. Permaneceu um tempo na mesma escola e depois foi para o Regional de Ensino de Ceilândia onde teve a oportunidade de trabalhar na oficina pedagógica, um espaço mágico de informação, um lugar de muita aprendizagem. Ali, pode então, desenvolver um trabalho muito mais voltado para a contação de história especificamente. Formou muitas turmas. Trabalhou com visitação nas escolas e lá realmente viu o quanto é grande, rico e produtivo o trabalho nessa área. Foi com esses momentos mágicos, muito mágicos que começou para Neide uma vida encantada com alegria. 

As parcerias para seu projeto de oficina pedagógica vieram naturalmente. Trabalhava com a Maristela Papa desde 2001, e até hoje é membro colaboradora nos eventos. Neide é pilar da Associação Amigos das Histórias, grupo que organiza um sarau literário no Taguaparque toda segunda quinta-feira do mês. O evento é gratuito e aberto ao público em geral.
Sarau de Histórias no TaguaParque
Certa vez, Neide estava contando a história da cobra e do sapo usando uma corda e tecidos enrolados. Um aluno olhou bem para ela e disse com os olhinhos brilhando de alegria e orgulho: - Descobri seu segredo! Isso é uma corda! Neste exato momento Neide pode perceber como as histórias encantam e transportam o ouvinte para um lugar mágico. 
Neide contando histórias na Penitenciária do DF
Na semana das mães, foi com a autora de literatura infantil, Giulieny Matos, visitar a Penitenciária Feminina do DF e contar a história do livro “Cadê Minha Mãe?” para mais de 40 internas, no qual um menino sente-se abandonado e triste pela falta abrupta de sua genitora. O momento foi emocionante e marcante para todos. Para saber mais clique AQUI! (Visita do dia das mães na PFDF).

Troféu de super contadora de histórias para Neide Maria!

sexta-feira, 19 de abril de 2019

MARCINHA CÂMARA, de Alagoas encantando Brasília


Marcinha Câmara, 
de Alagoas 

Raio "X" 
Nome: Márcia S. R. Câmara
Nome artístico: Marcinha Câmara, direto da barriguinha da mãe, para o mundo das histórias!
Contadora de histórias: Desde bebê
É oficineira em contos e causos e manipulações de fantoches, títeres e bonecos de panos! 
Aniversário: 7 de setembro, no dia da Independência do Brasil 
Nasceu em: Alagoas, na maternidade São Sebastião, em Maceió


Apresentação no Taguaparque em Brasília/DF

Bebida preferida:
Caipirosca com limão (com pouca vodca)
Qualidade: Dura na queda
Ela se define com alegria: "SOU MADEIRA QUE CUPIM NÃO RÓI!
Defeito: Perfeccionista, que a deixa muito apreensiva

Mais gosta de: Viajar, ouvir um bom rock, escrever poemas, tomar banho de cachoeira e de mar, fazer trilhas, contar e ouvir histórias, dançar, adereços de prata, essência de Pathuly e andar de mãos dadas
Detesta: Fofocas!
Diversões: Tudo que fizer bem ao corpo e à mente
Praia ou campo? Mora no campo e vive na praia, gosta dos dois!
Estação do ano: O ano todo, todos os anos (risos)
Maristela Papa e Marcinha Câmara, Brasília/DF
É voluntária em projetos de contação de histórias pelo Brasil de Norte a Sul e de Leste a Oeste. Onde houver uma esteira para ela se deitar, lá ela estará! 
Pega carona com a: Associação dos Amigos das Histórias
Profissão atual: Poeta, Oficineira, Contadora de Histórias, Andarilha (tá bom ou quer mais? Rsrs)
Uma frase de efeito: CALMA NA ALMA!

Um lema de vida: "Antes só do que mal acompanhada!"
Histórias que mais gosta de contar: Todas dos livros de autorias de Nelson Albissu (SP) e de Luciana Savaget (RJ)

MARCINHA CRIANÇA
Até hoje é uma criança sapeca, nunca deixou de ser! 
Gostava de jogar 5 Marias, brincava de futebol na rua com as crianças de Maceió.
A sua mãezinha sempre lhe dizia:
"- Venha cá Marcinha!, sua danadinha! senta aqui pertinho da fogueira, e de mim! para que eu possa baixar o teu fogo, com uma historinha!"
Um momento marcante de sua vida foi quando sua “Mainha amada” se deitou nos seus braços e foi brilhar no céu.

MARCINHA ADULTA
Marcinha Câmara é licenciada em Educação Física, cursou pós-graduação em Psicomotricidade, Docência em Ensino Superior e Fisiologia. Desenvolveu vários projetos em Educação Física Infanto-juvenil em várias Escolas de Alagoas batendo muita bola e contando muitas histórias. Foi Supervisora Geral de Docência da Universidade CESMAC AL, coordenou o Grupo Contadores de Histórias da Carochinha de Alagoas por 10 anos.
Giulieny Matos e Marcinha Câmara, no Dia Internacional do Contador de Histórias
Valoriza a amizade de Matteus Madeira, pedagogo e contador de histórias em Betim, Minas Gerais, e de Maristela Papa de Brasília, quem conheceu pelo facebook há aproximadamente 8 anos, até que um dia deu certo de vir conhecer Brasília e aqui apresentar suas histórias.


Em 2019 veio a Brasília para a comemoração do Dia Internacional do Contador de Histórias
Agradece a Maristela Papa e William Reis, Presidente da Associação Amigos das Histórias, pelo apoio em Brasília e pela oportunidade de ter conhecido tanta gente legal. Visitou a praça os Três Poderes, Ministérios (especialmente o Ministério das Relações Exteriores), Catedral, Centro Cultural Banco Brasil, Embaixada de Portugal e Torre de TV. Gostaria até de levar alguns monumentos pra Maceió e de  trazer algumas praias do Nordeste pra Brasília!
Marcinha Câmara e Matteus Madeira
MARCINHA FAMÍLIA
É mãe de Mickael e Mirelly. Tem o maior orgulho de ser uma “VovóZONA”, como ela mesma se chama, de sua netinha Laís de 5 anos. Até porque, a pequenina, já é contadora de histórias, seguindo os passos da avó animada.

TROCA CULTURAL
Ela nos ensina um folguedo, dancinha popular de Maceió:
"Ô minha gente, 
dinheiro só de papé! 
Carinho só de muié! 
Capitá só Maceió!” 

Contato:
82 9 8855-5559

TROFÉU DE SUPER CONTADORA DE HISTÓRIAS 

PARA MARCINHA CÂMARA!


Biografia de Giulieny Matos - Clique Aqui!
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quinta-feira, 21 de março de 2019

JOAQUIM MARIA BOTELHO, o filho intelectual de Ruth Guimarães

JOAQUIM MARIA BOTELHO, 
o filho intelectual de Ruth Guimarães


RAIO X
Nome de guerra: Joaquim Maria Botelho
Filho da autora Ruth Guimarães
Mora em São paulo
Respira as palavras desde: antes mesmo de pensar em vir ao mundo
Gosta de: escrever
Ama: a língua portuguesa
Qualidade: educadíssimo
Profissãojornalista, escritor, professor, tradutor, gosthwriter
Seu lema: obsessão por textos de qualidade
Site: joaquimmariabotelho.com.br

Esteve conosco!
MESA REDONDA RUTH GUIMARÃES
Local Auditório Nereu Ramos, Câmara Legislativa Federal, de 14 às 15h30
Tema da pauta: A importância das das histórias na vida das pessoas
Debatedores Joaquim Maria Botelho, Alexandre Camilo, Eloy Francisco do Peru, Daniel D'Andrea, João do Couto e Andréa Souza.


Mensagem de Joaquim Maria Botelho 
para cumprimentar a Associação Amigos das Histórias 
no encontro internacional de contadores de histórias em Brasília

"Falo da minha alegria em estar com vocês! 
Esclareço que eu não sou efetivamente, a rigor da palavra, um contador de histórias. Eu sou jornalista, sou escritor, e a minha presença se deve preferencialmente nesse encontro graças à homenagem que toda a equipe está fazendo à obra da minha mãe, a escritora Ruth Guimarães, que foi da Academia Paulista de Letras, pesquisadora do folclore paulista, mineiro e nacional. 

Eu me apresento. Meu nome é Joaquim Maria Guimarães Botelho, meu nome literário é Joaquim Maria Botelho, foi como fiquei conhecido profissionalmente, desde o tempo em que eu fui repórter da Revista Manchete. Depois chefiei a reportagem da mesma revista, trabalhei em algumas empresas como a Embraer, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, afinal TV Globo, onde eu fui chefe de redação. Dediquei uma boa parte da minha vida a contar notícias, que é também uma forma de contar histórias. Eu conto história de pessoas. Tenho vários livros publicados, sou tradutor, sou professor universitário e funciono também como ghostwriter para vários gêneros literários, ficção e ensaios, trabalhos acadêmicos, pesquisa etc. Estou muito feliz em participar com vocês! Espero que a gente tenha um encontro bem produtivo. 

Uma das minhas atividades aí em Brasília durante encontro vai ser a participação numa mesa redonda sobre a importância das das histórias na vida das pessoas. É claro que a abordagem que eu devo fazer será um pouco mais teórica, um pouco mais acadêmica, mas também vou contar histórias. Eu não sou um contador de histórias, mas eu sei contar histórias. Faço isso para minha sobrinhas, para as pessoas jovens da minha família desde que desde essas pessoas eram muito pequenas. Eu tenho certeza de que eu influenciei muito positivamente na formação pessoal, educacional e social de muita gente a partir de histórias, a partir de narrativas que não são necessariamente moralistas, mas são narrativas de fundo civilizatório que ensinam pelo exemplo e que ensinam pela alegria, pelo entretenimento, pela imaginação e pela criatividade.  

Fico muito feliz com essa participação. Espero encontrar todos de braços abertos aí em Brasília onde eu vou estar do dia 22 até o dia 24. A gente se encontra nos eventos e vamos nos reunir na chácara.

Estou levando vários livros da minha mãe, e estou levando alguns livros meus também que eu gostaria de divulgar. 

Agradeço especialmente a Maristela Papa por toda acolhida, toda gentileza, todo prestígio; e pela Leda Dalmagro Menezes, outra querida amiga que me recebe com braços abertos e que facilitou toda minha vinda. 

Então é isso! um abraço para vocês, eu tenho um site que pode dar mais informações sobre mim para quem quiser fazer uma visita joaquimmariabotelho.com.br e aguardo lá nosso encontro. 
Grande abraço a todos e obrigado!"