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sexta-feira, 2 de agosto de 2019

WILLIAM REIS, o pilar dos contadores de história

“Nada melhor que o tempo!” WR 

RAIO X
Contador de histórias desde 1995
Aniversário 2 de agosto
Nasceu em Brasília (no atual hospital de internação e atendimento psiquiátrico)
Comida preferida franguinho caipira no fogão à lenha; de sobremesa, pudim
Bebida preferida suco natural de amora bem gelado
Qualidade despojado
Defeito preocupado demais
Ama contar e cantar histórias para quem ainda não ouviu
Detesta ver alguém maltratando uma criança, um idoso, um animal
Diversão um bom filme de ação ou faroeste com a família; um bom jogo de dominó com os amigos
Praia/campo? Campo
Estação do ano Inverno
Time de futebol “Salve o Corinthians...🎺🎹”
Rádios preferidas CBN e Rádio Nacional
Programa TV “O encantador de cães”
História que mais gosta de contar “O jeca tatu”
Presidente da Associação Amigos das Histórias - AAH



 Figura ilustre e representativa dos contadores de história de Brasília, nosso homenageado, Wiiliam Reais, é o presidente da Associação dos Amigos das Histórias – AAH. Além de reunir, animar e integrar ao ofício um grupo considerável de pessoas apaixonadas pela interação público-história, luta pelos direitos do contador de história, profissionalização e aprimoração da carreira; inserção dos profissionais no mercado literário não apenas gratuito, mas também como profissionais reconhecidos recebendo cachê. 

Quem diria ter sido William Reis um policial militar! Após 10 anos de corporação pediu baixa para seguir vida monástica. Acompanhou a comunidade de vida na cidade de Padre Bernardo onde contava histórias bíblicas e tocava violão com o objetivo de evangelizar, consolar e animar as pessoas. Foi aí que a semente do contador de histórias se desenvolveu e enraizou-se em todo o seu ser. 

Grupo AAH

Na terceira etapa de sua vida, abriu uma loja eletrônica em Brazlândia e voltou à vida “normal” (risos). Não estava dando muito certo, porque mais saía pra contar histórias pelo mundo afora. Os clientes, por sua vez, esperavam o tempo que precisasse e ainda traziam mais aparelhos para consertos (risos). Já estava com Maristela Papa (Clique aqui para ler a entrevista dela). No zoológico de Brasília, era o braço direito do Presidente. Cuidava dos papéis, arranjava recursos junto às embaixadas e contava histórias também dentro do próprio espaço do zoológico. Nos finais de semana se apresentava voluntariamente em abrigos e asilos. 

Maristela Papa e William REis

A palavra que melhor define o William é perseverança. Para ele, os associados AAH são um presente. “É a melhor experiência de comunidade de contadores de história... aqui se partilha, compartilha, vivemos as alegrias e as tristezas uns dos outros. O problema de um é o problema de todo mundo do grupo.” 

William freqüenta o grupo de oração Nossa Senhora das Graças, onde reza o rosário. Sugere a todos os contadores de história dedicarem-se a um momento de oração particular. Bate sempre na tecla da necessidade de unidade entre o grupo. 

William ama contar o livro "A Menina Derretida!" Numa mesma escola, em Planaltina, chegamos eu e ele para contar a mesma história sem termos planejado!  hehehehehehe

As conquistas importantes não tardaram:

-
Inseriu a Lei 4545 de 2011 na CLDF, na qual passou a ser comemorada a “Semana Distrital do Contador de Histórias em Brasília”. Esse advento inseriu a figura do profissional contador de histórias dentro da Secretaria de Cultura do DF garantindo-lhe um cachê nas apresentações;

- Apresentou, ao vivo, programa de TV dos AAH por 7 anos;

- Realizou os projetos “Contar e Cantar as coisas de nossa terra” em 2007 e “Bonequinha de pano em 2006”;

- Recebeu individualmente o Prêmio Baobá em São Paulo (muito reconhecido e valorizado entre os contadores de histórias); e em outra ocasião para a AAH;

- Recebeu para o grupo AAH o troféu jubileu de prata do Grupo Gwaya Contadores de História de Goiânia/GO;

- Lançou o “Dia Internacional do Contador de História”, celebrado em Brasília desde 2012 com muita alegria, música e cores;

- Coordena o Projeto “Caravana de Histórias” e já está na 9ª edição; circuito anual de visitação em várias cidades com apresentações integradas dos contadores de histórias locais e visitantes;

- Celebra a conquista da coordenação do curso de pós-graduação “A Arte de Contar Histórias” em Brasília, Uberlândia, Goiânia, com reconhecimento do MEC, em plena atividade e implantação em mais Estados;

Assumiu o programa “Bibi! Vem Histórias por aí!” na Rádio Nacional. “Cada gravação será reproduzida 6 vezes no mesmo dia! Agora a criança vai pra escola e volta dela ouvindo histórias! E os Amigos das Histórias estarão encantando muitos ouvintes, porque encantar é nossa função!!!” WR

Acompanhe os horários de apresentação na Rádio Nacional:
Manhã: às 6h55, 7h40 e 11h55;
Tarde: às 12h40, 17h55 e 18h40.

Troféu de Super Contador de Histórias para William Reis! 

Contatos
61 - 9 8568-0643
http://amigosdashistorias.blogspot.com/
Facebook William Reis e Amigos das Histórias


Venha para o Sarau de Histórias no Taguaparque!
Você é nosso convidado especial!
Toda segunda 5ª feira do mês
Às 19h, no Taguaparque
Entrada franca, lanche comunitário



sexta-feira, 19 de abril de 2019

MARCINHA CÂMARA, de Alagoas encantando Brasília


Marcinha Câmara, 
de Alagoas 

Raio "X" 
Nome: Márcia S. R. Câmara
Nome artístico: Marcinha Câmara, direto da barriguinha da mãe, para o mundo das histórias!
Contadora de histórias: Desde bebê
É oficineira em contos e causos e manipulações de fantoches, títeres e bonecos de panos! 
Aniversário: 7 de setembro, no dia da Independência do Brasil 
Nasceu em: Alagoas, na maternidade São Sebastião, em Maceió


Apresentação no Taguaparque em Brasília/DF

Bebida preferida:
Caipirosca com limão (com pouca vodca)
Qualidade: Dura na queda
Ela se define com alegria: "SOU MADEIRA QUE CUPIM NÃO RÓI!
Defeito: Perfeccionista, que a deixa muito apreensiva

Mais gosta de: Viajar, ouvir um bom rock, escrever poemas, tomar banho de cachoeira e de mar, fazer trilhas, contar e ouvir histórias, dançar, adereços de prata, essência de Pathuly e andar de mãos dadas
Detesta: Fofocas!
Diversões: Tudo que fizer bem ao corpo e à mente
Praia ou campo? Mora no campo e vive na praia, gosta dos dois!
Estação do ano: O ano todo, todos os anos (risos)
Maristela Papa e Marcinha Câmara, Brasília/DF
É voluntária em projetos de contação de histórias pelo Brasil de Norte a Sul e de Leste a Oeste. Onde houver uma esteira para ela se deitar, lá ela estará! 
Pega carona com a: Associação dos Amigos das Histórias
Profissão atual: Poeta, Oficineira, Contadora de Histórias, Andarilha (tá bom ou quer mais? Rsrs)
Uma frase de efeito: CALMA NA ALMA!

Um lema de vida: "Antes só do que mal acompanhada!"
Histórias que mais gosta de contar: Todas dos livros de autorias de Nelson Albissu (SP) e de Luciana Savaget (RJ)

MARCINHA CRIANÇA
Até hoje é uma criança sapeca, nunca deixou de ser! 
Gostava de jogar 5 Marias, brincava de futebol na rua com as crianças de Maceió.
A sua mãezinha sempre lhe dizia:
"- Venha cá Marcinha!, sua danadinha! senta aqui pertinho da fogueira, e de mim! para que eu possa baixar o teu fogo, com uma historinha!"
Um momento marcante de sua vida foi quando sua “Mainha amada” se deitou nos seus braços e foi brilhar no céu.

MARCINHA ADULTA
Marcinha Câmara é licenciada em Educação Física, cursou pós-graduação em Psicomotricidade, Docência em Ensino Superior e Fisiologia. Desenvolveu vários projetos em Educação Física Infanto-juvenil em várias Escolas de Alagoas batendo muita bola e contando muitas histórias. Foi Supervisora Geral de Docência da Universidade CESMAC AL, coordenou o Grupo Contadores de Histórias da Carochinha de Alagoas por 10 anos.
Giulieny Matos e Marcinha Câmara, no Dia Internacional do Contador de Histórias
Valoriza a amizade de Matteus Madeira, pedagogo e contador de histórias em Betim, Minas Gerais, e de Maristela Papa de Brasília, quem conheceu pelo facebook há aproximadamente 8 anos, até que um dia deu certo de vir conhecer Brasília e aqui apresentar suas histórias.


Em 2019 veio a Brasília para a comemoração do Dia Internacional do Contador de Histórias
Agradece a Maristela Papa e William Reis, Presidente da Associação Amigos das Histórias, pelo apoio em Brasília e pela oportunidade de ter conhecido tanta gente legal. Visitou a praça os Três Poderes, Ministérios (especialmente o Ministério das Relações Exteriores), Catedral, Centro Cultural Banco Brasil, Embaixada de Portugal e Torre de TV. Gostaria até de levar alguns monumentos pra Maceió e de  trazer algumas praias do Nordeste pra Brasília!
Marcinha Câmara e Matteus Madeira
MARCINHA FAMÍLIA
É mãe de Mickael e Mirelly. Tem o maior orgulho de ser uma “VovóZONA”, como ela mesma se chama, de sua netinha Laís de 5 anos. Até porque, a pequenina, já é contadora de histórias, seguindo os passos da avó animada.

TROCA CULTURAL
Ela nos ensina um folguedo, dancinha popular de Maceió:
"Ô minha gente, 
dinheiro só de papé! 
Carinho só de muié! 
Capitá só Maceió!” 

Contato:
82 9 8855-5559

TROFÉU DE SUPER CONTADORA DE HISTÓRIAS 

PARA MARCINHA CÂMARA!


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segunda-feira, 11 de março de 2019

CONTADOR ELOY DO PERU, Bambu Teatro

Eloy Francisco, do Peru
CONTADOR ELOY DO PERU
Por Giulieny Matos

RAIO X
Nome Eloy Francisco
Nasceu em Trujillo
Aniversário 30/9
Mora em Laredo, Peru
Contador de histórias desde criança
Comida preferida frango grelhado com batatas fritas e arroz; peixe frito
Bebida preferida suco de frutas e "pisco sauer", bebida típica do Peru
Diversão viajar
Praia/campo Campo
Estação do ano primavera
Gosta muito de estar em família
Detesta traição
Qualidade criativo e solidário
Defeito confia cegamente na palavra do outro
Um sonho deseja a felicidade para os amigos e para a família; poder viajar, conhecer o mundo, conhecer pessoas, histórias novas e levar também suas histórias. “Com a benção de Deus, este sonho está se realizando!”

*Laredo, Peru*
O destino quis que Maria Fernanda e Fabiana, dos Amigos das Histórias, comparecessem ao II Encontro Internacional de Narração realizado por Eloy no Peru. Elas lhe apresentaram à Associação e chegaram a Maristela Papa e William Reis.

Quando criança Eloy era bastante tímido. Em casa se encantava com os momentos preciosos de partilha de histórias em reuniões familiares. O exemplo e a presença de sua mãe em sua vida o tornou quem é, pessoa criativa e solidária, tanto pela educação recebida, quanto pelo carinho. Na adolescência, viveu um período intenso que marcou fortemente sua vida, quando estava na formação para sacerdote, mas isso não se concretizou, pois não foi uma decisão somente sua.

Nos anos 90 realizou atividades na igreja pela pastoral da catequese, onde se formava crianças na fé cristã. Começou contando as parábolas de Jesus. Na formação sacerdotal manteve esse ofício de contar. Ao sair do seminário, se tornou professor de religião num colégio para contar não só histórias bíblicas, mas fatos da vida real e de reflexão. Mais adiante foi estudar teatro escola arte dramática. Essa carreira lhe permitiu continuar contando histórias, mas com outra visão.

Há sete anos Eloy vive somente de arte. Há três, se dedicou intensamente à sua formação. Seu tempo é 100% para contar contos e é feliz fazendo isso. Fundou um centro cultural que se chama Bambu Teatro, com estimulação para bebês, realização de shows para aniversários infantis e sensibilização para empresas. É mil e um ofícios.

Estilos preferidos
Para crianças: contos de animais e de fantasias.
Para famílias: histórias reflexivas.
Para universitários da Colômbia: contou histórias de tradição e de reflexão.

Algo gracioso ocorrido durante uma apresentação
O ponto forte de sua vida é gostar muito de trabalhar com as crianças. Estava numa festa infantil para o qual fora contratado para realizar o show para o aniversariante. Saiu para o descanso, mas ao regressar, esqueceu o nariz em cima do chapéu. Uma criança lhe acenava intensamente para avisar que seu nariz estava na cabeça. Levou um tempo para compreender a linguagem dela, achava que ela tinha gostado muito do seu chapéu. Quando “captou a mensagem”, no mesmo instante, colocou o nariz no lugar e teve de criar uma história sobre isso para solucionar o impasse. 

Em novembro de 2019 realizará o III Encuentro Internacional de Narración Oral y Títeres, 
"Déjame que te Cuente Laredo"
Estão todos convidados!

Contato
+51 949 702 461

Trofeo de super narrador oral de historias para Eloy Francisco, de la companhia Bambu Teatro




sexta-feira, 1 de março de 2019

DE CONTADORA DE NÚMEROS À CONTADORA DE HISTÓRIAS


DE CONTADORA DE NÚMEROS À CONTADORA DE HISTÓRIAS, por Giulieny Matos

RAIO X
A chamo carinhosamente de NilHistórias
Conta histórias desde 2016
Comida preferida Doce de leite
Bebida preferida Suco de abacaxi
Local preferido Minha casa
Praia/campo Praia
Qualidade Alegre
Defeito Desorganizada
Medo da Solidão
Dirversão Acampar e fazer trilha
Projeto Amo Ler em Português (Brasil-Japão)
Associação Amigos das Histórias
Livro publicado “As maluquices da Bruxinha Luariel”
Histórias que mais gosta de contar: “As maluquices da Bruxinha Luariel”de Nilvani Perpétua; “A Menina Derretida”, de Giulieny Matos e “Emengarda, a barata”, de Pierre André.

Nilvani Perpétua veio pra ficar. Sua paixão pela literatura começou a partir de um contato com um grupo de autores de Brasília em 2015. O meio literário é, por si só, envolvente, traz alegria e benefícios diversos para quem dele participa. Ela teve a oportunidade de conhecer muitos livros e, a partir desse novo ambiente, se reinventou.

A contabilidade foi sua profissão por muitos anos. Contas. Empresas. Relatórios. Cadastros. Números, números e mais números... Bacharel em Ciências Contábeis, criou seus dois filhos Yuri Eduardo e Yanka Mirelle exercendo essa profissão. No entanto, esse mundo ainda não seria o seu universo definitivo. A literatura a puxou de mansinho, foi enredando, enredando até tornar Nilvani Perétua um amor de contadora e autora.

Fantasias, mil! Essa contadora possui um guarda-roupa de fazer inveja a qualquer um! Ela teve uma madrinha bem pontuada, a autora, contadora e atriz MARIA CÉLIA MADUREIRA (Racutia e Racumim), com quem teve aulas particulares. Realizou o primeiro curso de contação de histórias com o grupo dos Amigos das Histórias por indicação de Giulieny Matos, e muitos outros depois, inclusive concluiu pós-graduação em “A Arte de Contar Histórias” em 2017/18.

Foto no Japão - Projeto "Amo Ler em Português"
Em 2016/2017, Nil inventou de levar ao Japão o projeto “Amo Ler em Português", evento 
literário itinerante com doação de livros e contação de histórias em parceria com o Doutor Maurício Bugarin, economista. Nil arrecadou 360 livros de literatura brasileiros para doar a eles, principalmente de autores de Brasília. Conseguiu até mala extra no avião. Na oportunidade visitou doze cidades no Japão onde vivem comunidades brasileiras, a saber,  Fujisawa, Yokohama, Hiratsuka-Shi, Kanagawa, Sakai, Osaka, Shiga Ken, Nagano
Kawasaki-shi, Kanagawa, Kamisato e Saitama. Diferentemente do que se imaginava, as doações foram bem-vindas. O grupo Artel, pelo qual ela apresenta oficinas de contação de história via skipe para alunos no Japão, publicou uma matéria com suas fotos na "Revista Brasilianas" de Nova York. Nil fez muitas amizades e querem que ela volte com mais livros e mais histórias!

 Desde o início de sua trajetória, a obra A MENINA DERRETIDA, de Giulieny Matos, foi apresentada por Nil em várias ocasiões nos lugares onde visitou, inclusive em uma das apresentações noo Japão foi simultaneamente traduzida.

Nilvani atende escolas, creches, feiras de livros e shoppings. Seu repertório é variado e adaptado para os públicos infantil, adolescente e idoso também. Ela oferece atividades específicas para cada evento. Com a comunidade de Osaka, Japão, grupo Artel dirigido por Luzia Tanaka, mantém a oficina de contação de histórias e de brincadeiras musicais via skipe para formação de profissionais que trabalham o português como língua de herança.

Contato 61 9 98102758

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

LEDA, A CONTADORA FADA MADRINHA DE BRASÍLIA


Bem-vindos à terceira entrevista em homenagem ao Dia Internacional do Contador de Histórias 2019 promovido pela Associação Amigos das Histórias. Nossa convidada chama-se Leda, a Fada Madrinha da Contação de Histórias em Brasília!
Por Giulieny Matos

RAIO X
Nome da Fada: Maga Merlinda
Contadora de histórias desde: 2008
Comida preferida: lasanha
Bebida preferida: água tônica
Local preferido: sua casa
Roupa preferida: vestidos longos "tiedye"
Praia/campo: praia
Qualidade: generosa
Defeito: autoritária
Medo de: ficar doente
Tudo começou: A partir do trabalho voluntário em pediatria de hospitais conveniados com a Associação Viva e Deixe Viver.
Histórias que mais gosta de contar: “Eu sou o mais forte”, de Mário Ramos e “Bruxa, bruxa, venha à minha festa” de Arden Druce

Um dom lindo da Leda: ela conta histórias, de graça, para crianças internadas em hospitais! Leda começou sua carreira como contadora de histórias já com a mão na massa, alegrando e transferindo amor, energia e vida para pequeninos fragilizados pelas doenças, na personagem de Maga Merlinda. Sempre gostou de ler e de contos de fadas. É servidora pública federal e está com 58 anos. É pedagoga e pós-graduada em A Arte de Contar Histórias, e também mediadora de leitura. Ao longo de seu desenvolvimento na vida encantada, passou a participar de oficinas de contação e foi se aprimorando. Tempos depois entrou para a Associação Amigos das Histórias e segue com o grupo até hoje. Vive, disse ela, um aprendizado constante com Maristela Papa e William Reis, Presidente do grupo. Ressalta o imenso carinho deles para com os associados. “Eles nos abraçam como família, agregam, partilham seu lar e seus conhecimentos.” 

Para Leda, o mais importante quando se conta histórias é o feedback positivo dos ouvintes. Na sua opinião, as pessoas precisam gostar das histórias a elas apresentadas, entrar no mundo mágico criado pela história a ponto de se envolver com ela... e, a partir desse encontro, a pessoa tenha se encantado de tal modo que deseje ter o livro para si de qualquer maneira.

“Contar histórias, mediar leitura, conviver com o mundo da literatura é melhor que qualquer terapia, pois passamos a viver num mundo encantado”, revela. “Conte uma história e resgate uma vida é o tema desse ano. Você transmite para quem te ouve o seu amor, entra nela uma energia boa.” 

Venha ouvir Leda, a Maga Merlinda, a Fada Madrinha de Brasília, contar histórias na Semana Internacional do Contador de Histórias. Estará, juntamente com muitos outros amigos contadores, no Shopping Pátio Brasil dia 24 de abril, das 11 às 21 horas, esperando por você!


Parabéns LEDA! 
Troféu Super Contadora de Histórias de Brasília pra você!


*Giulieny Matos é autora de literatura infantil de Brasília, membro titular da Academia Inclusiva de Autores Brasilienses – AIAB, com pós-graduação em contação de histórias pelo curso da Maristela Papa. Visita escolas e conta suas histórias por onde passa. Títulos publicados: A Menina Derretida, The Melted Girl, A Menina Tagarela, O Cardápio Maluco, A Família dos Carneirinhos Coloridos, Cadê Minha Mãe?, e em breve... Doutor Akazo.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

*3 Contadoras de Histórias e professoras de Taguatinga, 3 filhos na Medicina*

*3 Contadoras de Histórias e professoras de Taguatinga, 3 filhos na Medicina*
Por Giulieny Matos

O que Taguatinga tem? O que a contadora de histórias tem? O que a medicina tem? 

Muitos podem pensar que ser contador de histórias é apenas um hobby. Mas não! O contador de histórias é mais que um artista. Ele se veste diferente para se apresentar  e é cheio de apetrechos especiais para interagir com o público. Além dos muitos livros de sua preferência, geralmente ele possui uma mala mágica cheia de bonecos, de flores, de animais, de recursos visuais e sonoros e muita criatividade. É ele quem dá vida aos personagens do livro, faz a imaginação do ouvinte voar e o coração sentir o texto. 
Contadora de Histórias Sônia Morato

Para quem o ouve, pode ser momento profundo de diversão, de introspecção, e até de autoconhecimento. Hoje está na moda, inclusive, contratar um contador de histórias para se apresentar em evento social narrando a trajetória do aniversariante ou de um empresário. 

Em homenagem ao dia do contador de histórias de 2018 entrevistei três grandes contadoras de histórias com muitos pontos em comum. Primeiro, são contadoras e professoras! Segundo, moram em Taguatinga, Bairro de Brasília; e terceiro, as três possuem filhos na medicina. 

Segundo pesquisa realizada por um banco internacional privado, a profissão de médico é a mais cobiçada em muitos países do mundo e também no Brasil. (Clique aqui e veja o link da pesquisa). Então eu pergunto,  será a profissão de contador de histórias é modificadora do futuro das pessoas? 

Ao entrevistar as três mães, percebi alguns pontos em comum. Todas incentivaram a leitura de modo lúdico e divertido desde cedo. 

Contadora de Histórias Maristela Papa
Maristela Papa já lia para seu filho desde grávida e quando os filhos estavam um pouco maiores, possuíam rotina para tudo, até hora reservada para brincar com livro. 

Nilva Mitral fez varal de histórias de um lado e de outro da cama de Pedro para ele e o irmão se interessarem pelas capas dos livros e com elas se entusiasmassem e tivessem curiosidade de folheá-los. 


Sônia Morato sentava-se à mesa com Getúlio para brincar com os livros, revistas e jornais. Getúlio desde pequeno brincava de consultar a mãe, grávida dos irmãos. 

Os filhos das três contadoras foram crianças normais, nunca deixaram de brincar por causa de tarefas e sempre receberam muitos elogios pelas notas altas no colégio. Todos se tornaram leitores assíduos por volta 9 e 10 anos. 

Nilva Mitral nunca imaginou o filho médico. Ela ficou super feliz quando Pedro passou para psicologia na Unb e super assustada quando ele decidiu, após 1 mês de curso, deixar aquela faculdade para estudar para o vestibular de medicina. De imediato ela até foi contra, argumentou com o filho como ele poderia trocar o certo pelo duvidoso. Pedro hoje já possui dois anos como clínico geral e está feliz.

Já toda a família de Sônia Morato é médica. Seu esposo, 1 irmão, 2 tios, 2 cunhados, 8 sobrinhos e 10 primos. Admite que tomava gosto se o filho optasse pela profissão, pois é uma área com oferta de emprego para todos. Getúlio já está com 14 anos de profissão, é pediatra, hebiatra, Coordenador da Escola Superior de Ciências da Saúde do DF (ESCS), professor do UniCeub e médico da seleção brasileira de polo aquático feminina. 


Maristela Papa vibra com o filho estudante de medicina da Unb, apesar de ter desejado para ele docência em história. Sempre incentivou os filhos a serem algo do qual gostassem, pois já conviveu com pessoas com frustração profissional. Matheus desde pequeno tinha curiosidade em saber qual o tipo de sangue de cada um e de saber sobre o corpo humano. Sempre estudou em escola pública, está com 24 anos, passou um ano na Polônia pelo Projeto Ciência Sem Fronteiras e conheceu 32 países.

A história que nos une, autora e contadoras, é o livro "A Menina Derretida". Nilva Mitral foi a contadora que deu vida à Derretida além páginas de papel. Ela preparou o reconto da história, a música, os gestos e se apresentou no dia do lançamento na Livraria Cultura, no palco central com holofotes nas Bienais Brasília I e II e feiras do livro, além de me acompanhar em escolas até o dia no qual tive de assumir minha própria agenda. Maristela Papa, junto com o contador e músico Willian Reis levaram a história para dentro das escolas e a contaram pelo menos 58 vezes com o projeto itinerante "Caravana de Histórias". Sônia Morato também adotou a Menina Derretida em seu repertório e se apresenta voluntariamente em escolas e hospitais. Para a eternidade, a Menina Derretida é um livro que brinca com a realidade e o imaginário das crianças!

Ouvir histórias cura o deserto interior. Ouça histórias, conte histórias.
20 de março é o dia do Contador de Histórias.
Parabéns a todos eles, e em especial para Nilva Mitral, Maristela Papa e Sônia Morato!

Contadora de Histórias Nilva Mitral

giulienymatos.blogspot.com        giulieny.autora@gmail.com                                                            tim 61 9 81316214

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Projeto CARAVANA DE HISTÓRIAS

Extra, Extra!

A história da Menina Derretida foi contada pelo grupo Amigos da História em 58 lugares dos 78 que visitaram com o Projeto CARAVANA DE HISTÓRIAS no 2º semestre de 2017!!! 

Obrigada pelo carinho Maristela Papa e William Reis!
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