sábado, 21 de abril de 2018

Posse Giulieny Matos AIAB - Academia Inclusiva de Autores Brasilienses


Académica titular da AIAB
Foto da Familia Braille, por Dinorá Couto Cansado

A AIAB veio para ficar e fazer a diferença no DF. Os autores, membros titulares enviaram poemas com o tema inclusão/deficiente visual/biblioteca Braille ou um texto sobre sua entrada na AIAB 
para participar de várias exposições na Bibliobraille, começando pelos 58 anos de Brasília, Semana de Museus...além de publicações on-line. 

Maiores informações e contato  academiainclusivabrasiliense@gmail.comou com a Presidente Dinorá Couto Cansado 61 - 9 99701366


DF ganha primeira 
Academia Inclusiva de Autores Brasilienses
AIAB

JORNAL DE BRASÍLIA

As ações desenvolvidas na Biblioteca Braille Dorina Nowill, em Taguatinga, ganharam um peso maior neste ano. A primeira Academia Inclusiva de Autores Brasilienses foi fundada com o intuito de promover a obra literária de pessoas com deficiência visual no País e no mundo.

A iniciativa nasceu do projeto Luz & Autor em Braille, desenvolvido há 22 anos na biblioteca. Com mais de 800 trabalhos produzidos, o local não só proporciona acesso à leitura para os que não enxergam ou têm baixa visão, como também os estimula a produzir os próprios textos.

Desde a criação da biblioteca, em 1995, o projeto já integra 83 autores com deficiência visual com outros escritores que atuam como voluntários. Em 2010, o projeto lançou o livro Revelando Autores em Braille, que traz um compilado de histórias e poemas escrito de forma inclusiva.

Coordenadora da biblioteca, Leonilde Fontes acredita que a criação da academia é o coroamento do trabalho de 22 anos. “É a efetivação do projeto que vem sendo desenvolvido ao longo desses anos”, diz.

Fundadora e presidente da academia inclusiva, Dinorá Couto não esconde o entusiasmo de poder levar reconhecimento aos autores com deficiência visual, que muitas vezes não têm a oportunidade de mostrar seu trabalho. “Nunca pensei que eu tivesse um poder tão grande e fácil de resolver nas mãos, que é dar alegria a essas pessoas.”

Umas das 83 escritoras do projeto, Noeme Rocha equipara a Academia Inclusiva de Autores Brasilienses, da qual é vice-presidente, a qualquer instituição acadêmica literária.

Dinorá conta que até pelerines foram confeccionados para a posse dos membros. “Fizemos a logo bordada para que os deficientes possam sentir e saber o que está ali”, comenta.

Outra novidade é que a academia inclusiva não ficará restrita a participantes do DF. 
A fundadora conta que tem membros do País inteiro e até participantes internacionais vindos dos Estados Unidos, Portugal, Itália e França.

Uma biblioteca inclusiva e cidadã

A Biblioteca Braille Dorina Nowill surgiu em 1995, após a Secretaria de Cultura receber 2 mil livros em braille da Fundação Dorina Nowill. No entanto, para atender a esse tipo de público, precisava de um atendimento especial à altura da assistência que um deficiente visual necessita.

Criada com base nessa necessidade, a biblioteca, no primeiro momento, foi instalada em uma sala de aula na Escola Classe 6 de Taguatinga. Com o intuito de promover acesso à literatura de pessoas com necessidades especiais, o espaço também oferece mais de 900 áudios de livros.

A academia inclusiva já tem membros do Brasil inteiro e de países como Estados Unidos, Portugal, Itália e França
Os deficientes visuais têm ainda à disposição aulas de reforço, informática, dança e braille. A coordenadora da biblioteca, Leonilde Fontes, conta que o trabalho impacta diretamente a vida dos frequentadores. “É um ambiente de transformação”.

Para ela, o espaço promove novos despertares de pessoas que não têm mais perspectiva nenhuma de vida, nem expectativa. “Elas começam a renascer de um lugar que eu acho que nem elas mesmo esperavam, entram para a faculdade, começam a trabalhar, se tornam autônomas e independentes”, afirma Leonilde.

Frequentadora assídua da biblioteca desde o começo do ano, Valdeli Rodrigues conta que o espaço trouxe um outro estilo de vida para ela. “Eu só tenho 15% da visão, e poder estar em um local onde o deficiente é incluído é maravilhoso”, conta ela que teve a perda da visão gradativa por causa do glaucoma.

“Eu só vim me dar conta que eu tinha baixa visão neste ano. Até então, eu tinha um outro estilo de vida. A biblioteca que foi me orientando, me incluindo nas atividades. E isso é ótimo, a autoestima da gente cresce, tem um órgão que pensa na gente.” Valdeli conta que na biblioteca pode aprender a escrever e a ler em braile e a se adaptar à realidade que ainda é novidade para ela.




domingo, 15 de abril de 2018

Agradecimento pelo meu aniversário



Agradeço pelas bençãos enviadas! 
Recebo todas com muito carinho!
Aniversário é sempre uma dádiva!
beijos derretidos!
Giulieny Matos

terça-feira, 20 de março de 2018

Vida que brota no faz-de-conta - Reportagem de Valdeci do Jornal Brasília Capital n. 353






Vida que brota no faz-de-conta
Autora e contadoras de história mostram a importância de inocentes personagens na existência das pessoas


Num texto publicado em seu blog, a escritora Giulieny Matos dá destaque à amizade que a une a três professoras de Taguatinga. Não por acaso, todas elas contadoras de histórias. E a união das quatro deu-se em torno de a Menina Derretida, livro narrado por Maristela Papa, Nilva Mitral e Sônia Morato. A homenagem tem caráter também de comemoração, já que na terça-feira, dia 20 de março, é o Dia Internacional do Contador de Histórias.
“Nilva Mitral deu vida à Derretida além das páginas de papel. Maristela Papa, e o contador e músico William Reis levaram a história para dentro das escolas e a contaram pelo menos 58 vezes com o projeto itinerante ‘Caravana de Histórias’. Sônia Morato também adotou a Menina Derretida em seu repertório e se apresenta voluntariamente em escolas e hospitais. Para a eternidade, é um livro que brinca com a realidade e o imaginário das crianças!”, diz Giulieny.
O contador de histórias é figura de destaque no mundo da literatura. Dá vida a personagens entretendo plateias em escolas, festas, hospitais. Se crianças encantam-se com este tipo de representação, quem narra o texto também diz sentir um prazer enorme diante da garotada, como atestam Maristela, Nilva e Sônia. Para o autor, conta Giulieny, igualmente não há nada mais valioso na divulgação e reconhecimento de uma obra do que o contador.
Associação
Maristela integra a Associação Amigos das Histórias, com 60 membros e 23 anos de existência. A entidade é presidida por seu marido, William Reis, que já tem sua sobrevivência garantida apenas no exercício da função, que o casal e seus associados sonham em ver como profissão regulamentada. Maristela fala com orgulho da atividade que já é curso de pós-graduação e será referenciada na Câmara dos Deputados, também neste mês, como já ocorre há oito anos.
Nilva brinca com a válvula que carrega no coração adotando-a como seu sobrenome. A exemplo de Maristela, ela sonha com a aposentadoria como professora, jamais como contadora de história. Nilva entra num estágio mágico quando se posta diante das crianças. “Aí, sou risonha, alegre, sempre alto-astral”, afirma, revelando que é uma pessoa tímida e nem tão alegre quanto a que se apresenta diante da garotada.
Arrepio
“É uma energia tão grande que fico arrepiada. As crianças dão retorno, no contato com o olhar, gestos, fala. É um encantamento para mim. No dia a dia, não sou aquela pessoa. Visto um personagem”, confidencia Nilva. No seu caso, ela prefere apresentar-se sem nenhum apetrecho infantil, como ilustração, “para que a criança deguste a palavra”.
Nilva não cobra nada pelo que faz com a voz há mais de 30 anos. “Nem sei como colocar preço”, diz. Ela conta histórias até em presídios femininos. No quesito remuneração, faz companhia a Sônia Morato, que já é aposentada. Sônia está em atividade há 40 anos, sempre como voluntária. Mas nenhuma das duas faz qualquer crítica à profissionalização.
Problema com livros
Sônia virou contadora de histórias porque tinha problemas com os livros, com a leitura. “Eu era sapeca, inteligente, bonita. Passavam-me de ano sem que eu tivesse aprendido a ler”, relembra. O resultado é que, depois, teve de trabalhar dobrado para recuperar o tempo perdido, por volta dos 12 anos, com aulas particulares bancadas pelo pai. Com essa idade, ela afirma que não era alfabetizada, apesar de ter um boletim invejável.
Esta é uma das motivações de Sônia, que começou contando história para os próprios filhos, como as três amigas que ilustram esta reportagem. “Quando me tornei professora, firmei compromisso de que nenhum aluno ficaria sem aprender a ler”, diz. Sintetizando sua função, especialmente quando a exerce em hospitais, ela diz: “Levo felicidade. A satisfação é minha mesmo”. Prazer compartilhado pelas quatro amigas, junto com o orgulho de ajudarem a desenvolver o gosto pela leitura.
Por Valdeci Rodrigues 



20 de março - dia do contador de história


Parabéns aos queridos contadores de história!


sexta-feira, 9 de março de 2018

Menina Tagarela foi sucesso no Pátio Brasil com Cia Néia e Nando

Maravilhosa contação do Livro A Menina Tagarela pelas artistas da Cia Néia e Nando!!! 
As meninas foram graciosas, criativas e interativas com o público. 
Parabéns à coordenação do Clubinho do Patio Brasil Shopping. Brasil. Brasília.
Muito obrigada pela homenagem!

VEJA AQUI AS DICAS DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIA PARA O LIVRO A MENINA TAGARELA


A MENINA TAGARELA NO PÁTIO

Programação para crianças no Pátio Brasil também terá receita de pão de aveia e muffin de banana, oficina de pipa, musicalização para bebês e o lançamento do livro A Menina Tagarela, com presença da escritora Giulieny Matos. Tudo de graça, no 3º piso do shopping
O último fim de semana de maio se aproxima e o Pátio Brasil segue com sua programação infantil, cheia de atrações para crianças de todas as idades no sábado e no domingo. O destaque desta vez é para a peça Respiração Saúde, que mostra de forma lúdica como a garotada também pode ajudar no combate ao cigarro – e todos os males que o fumo traz. Ela será encenada pela Cia Néia e Nando no domingo, às 16h, no espaço Pátio Eventos.
Antes, às 14h, haverá musicalização para bebês com a Banda for Children, voltado para bebês de 0 a 3 anos, no Clubinho Baby. No sábado, será a vez das crianças maiores aproveitarem a oficina de pipa, às 14h, e o lançamento do livro A Menina Tagarela, com presença da escritora Giulieny Matos. A autora estará no shopping vendendo e autografando as obras.
E ainda tem o Mini Chefs do Pátio! No sábado, crianças de 3 a 12 anos aprenderão a fazer um delicioso pão de aveia. Já o domingo será de DIA DO CHEF, com Kézia Pimentel de convidada. Ela ensinará um muffin de banana gostoso e saudável. As aulas são no espaço Pátio Gourmet e ocorrem de hora em hora: às 14h, 15h, 17h e 18h. Para participar, basta chegar um pouquinho antes e se inscrever no local mesmo.
Confira a programação detalhada de cada evento, com seu respectivo dia, horário, local e classificação:
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CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS
Às 16h, no espaço Pátio Eventos (3º piso).
Classificação indicativa livre. Informações: (61) 2107-7400
27 DE MAIO DE 2017: 
Lançamento do livro A Menina Tagarela, com presença da escritora Giulieny Matos
A história do livro será encenada pelos atores da Cia Néia e Nando e a autora estará no shopping vendendo e autografando as obras. A Menina Tagarela fala de uma garota curiosa, esperta e sapeca que tem sempre o que falar.
fonte http://www.aquitemdiversao.com/a-menina-tagarela-no-patio/
Neste fim de semana, a criançada pode conhecer várias histórias pela cidade. No Pátio Brasil, Giulieny Matos lança o livro A menina tagarela, que será acompanhado de encenação teatral da Cia. Néia e Nando. “Na sala de aula, a criança tagarela anima todo o seu ambiente, de modo positivo, e sua inteligência é interativa. No entanto, algumas professoras não sabem como aproveitar esse talento e logo rotulam a criança como alguém que atrapalha a aula, mas falar é um dom”, critica a autora. Fonte http://df.divirtasemais.com.br/app/noticia/programe-se/2017/05/26/noticia_programese,158751/programacao-infantil-no-fim-de-semana.shtml


terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

*3 Contadoras de Histórias e professoras de Taguatinga, 3 filhos na Medicina*

*3 Contadoras de Histórias e professoras de Taguatinga, 3 filhos na Medicina*
Por Giulieny Matos

O que Taguatinga tem? O que a contadora de histórias tem? O que a medicina tem? 

Muitos podem pensar que ser contador de histórias é apenas um hobby. Mas não! O contador de histórias é mais que um artista. Ele se veste diferente para se apresentar  e é cheio de apetrechos especiais para interagir com o público. Além dos muitos livros de sua preferência, geralmente ele possui uma mala mágica cheia de bonecos, de flores, de animais, de recursos visuais e sonoros e muita criatividade. É ele quem dá vida aos personagens do livro, faz a imaginação do ouvinte voar e o coração sentir o texto. 
Contadora de Histórias Sônia Morato

Para quem o ouve, pode ser momento profundo de diversão, de introspecção, e até de autoconhecimento. Hoje está na moda, inclusive, contratar um contador de histórias para se apresentar em evento social narrando a trajetória do aniversariante ou de um empresário. 

Em homenagem ao dia do contador de histórias de 2018 entrevistei três grandes contadoras de histórias com muitos pontos em comum. Primeiro, são contadoras e professoras! Segundo, moram em Taguatinga, Bairro de Brasília; e terceiro, as três possuem filhos na medicina. 

Segundo pesquisa realizada por um banco internacional privado, a profissão de médico é a mais cobiçada em muitos países do mundo e também no Brasil. (Clique aqui e veja o link da pesquisa). Então eu pergunto,  será a profissão de contador de histórias é modificadora do futuro das pessoas? 

Ao entrevistar as três mães, percebi alguns pontos em comum. Todas incentivaram a leitura de modo lúdico e divertido desde cedo. 

Contadora de Histórias Maristela Papa
Maristela Papa já lia para seu filho desde grávida e quando os filhos estavam um pouco maiores, possuíam rotina para tudo, até hora reservada para brincar com livro. 

Nilva Mitral fez varal de histórias de um lado e de outro da cama de Pedro para ele e o irmão se interessarem pelas capas dos livros e com elas se entusiasmassem e tivessem curiosidade de folheá-los. 


Sônia Morato sentava-se à mesa com Getúlio para brincar com os livros, revistas e jornais. Getúlio desde pequeno brincava de consultar a mãe, grávida dos irmãos. 

Os filhos das três contadoras foram crianças normais, nunca deixaram de brincar por causa de tarefas e sempre receberam muitos elogios pelas notas altas no colégio. Todos se tornaram leitores assíduos por volta 9 e 10 anos. 

Nilva Mitral nunca imaginou o filho médico. Ela ficou super feliz quando Pedro passou para psicologia na Unb e super assustada quando ele decidiu, após 1 mês de curso, deixar aquela faculdade para estudar para o vestibular de medicina. De imediato ela até foi contra, argumentou com o filho como ele poderia trocar o certo pelo duvidoso. Pedro hoje já possui dois anos como clínico geral e está feliz.

Já toda a família de Sônia Morato é médica. Seu esposo, 1 irmão, 2 tios, 2 cunhados, 8 sobrinhos e 10 primos. Admite que tomava gosto se o filho optasse pela profissão, pois é uma área com oferta de emprego para todos. Getúlio já está com 14 anos de profissão, é pediatra, hebiatra, Coordenador da Escola Superior de Ciências da Saúde do DF (ESCS), professor do UniCeub e médico da seleção brasileira de polo aquático feminina. 


Maristela Papa vibra com o filho estudante de medicina da Unb, apesar de ter desejado para ele docência em história. Sempre incentivou os filhos a serem algo do qual gostassem, pois já conviveu com pessoas com frustração profissional. Matheus desde pequeno tinha curiosidade em saber qual o tipo de sangue de cada um e de saber sobre o corpo humano. Sempre estudou em escola pública, está com 24 anos, passou um ano na Polônia pelo Projeto Ciência Sem Fronteiras e conheceu 32 países.

A história que nos une, autora e contadoras, é o livro "A Menina Derretida". Nilva Mitral foi a contadora que deu vida à Derretida além páginas de papel. Ela preparou o reconto da história, a música, os gestos e se apresentou no dia do lançamento na Livraria Cultura, no palco central com holofotes nas Bienais Brasília I e II e feiras do livro, além de me acompanhar em escolas até o dia no qual tive de assumir minha própria agenda. Maristela Papa, junto com o contador e músico Willian Reis levaram a história para dentro das escolas e a contaram pelo menos 58 vezes com o projeto itinerante "Caravana de Histórias". Sônia Morato também adotou a Menina Derretida em seu repertório e se apresenta voluntariamente em escolas e hospitais. Para a eternidade, a Menina Derretida é um livro que brinca com a realidade e o imaginário das crianças!

Ouvir histórias cura o deserto interior. Ouça histórias, conte histórias.
20 de março é o dia do Contador de Histórias.
Parabéns a todos eles, e em especial para Nilva Mitral, Maristela Papa e Sônia Morato!

Contadora de Histórias Nilva Mitral

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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

AUTORAS QUE ENCANTAM!


Olá queridos e queridas!

O ano de 2018 promete!
Iniciei parceria com mais duas queridas autoras de Brasília, Lair Franca e Débora Bianca.
Nosso grupo se chama AUTORAS QUE ENCANTAM. 
Nós três realizados trabalhos muito parecidos de visitação às escolas e contação das histórias de nossos livros.

Saiba mais um pouquinho...
QUER ENCANTAR SEUS ALUNOS COM LINDAS HISTÓRIAS INFANTIS?

O QUE OFERECEMOS:

  • Contação de histórias; 
  • Atividades para desenvolver o gosto pela leitura e escrita; 
  • Reflexões para melhoria da autoestima; 
  • Palestrinhas para as crianças sobre valores, bullying, etc. 
  • Palestra para pais e professores sobre violência;
  • Participação no projeto desenvolvido pela escola que estiver de acordo com os nossos temas.
  • Exposição e venda dos nossos livros e livros de outros autores. 

Para contratar-nos:

Lair Franca (61) 98458.1451 - lairfranca@gmail.com - lairfranca.blogspot.com.br
Débora Bianca - (61) 996 91 80 75 - dbxcarreira@gmail.com
Giulieny Matos - giulieny.autora@gmail.com - Tim 55 + 61 9 81316214 giulienymatos.blogspot.com.br

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