sábado, 5 de janeiro de 2019

Moradora de Sobradinho muda a vida de crianças | Jornal SBT Brasília 27...





Parabéns ao SBT pela reportagem! 

Este é um Projeto de iniciativa da Secretaria de Cultura do DF, chamado MALA DO LIVRO. Parabéns! Fico muito feliz com a reportagem!

Sou Giulieny Matos, de Brasília, a autora do livro "CADÊ MINHA MÃE?" que aparece na reportagem. 

Para saber mais sobre o livro e projetos acompanhe giulienymatos.blogspot.com.br, para entrar em contato, giulieny.autora@gmail.com, Whats'App + 55 61 981316214. 

Comente o link! 

Participe! 

É muito importante para a valorização da literatura do DF! 

Obrigada!

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

MOMENTO PANELA 2018

Adoção 2019 Secretaria de Educação do Distrito Federal dos livros A MENINA DERRETIDA e A MENINA TAGARELA


Encerro o ano de 2018 com uma excelente notícia!

A Secretaria de Educação de Brasília adotou os livros A MENINA DERRETIDA E A MENINA TAGARELA para o acervo bibliotecário das escolas públicas de 2019!

Estou muito feliz e honrada com a notícia, pois é reconhecimento que vem depois de muito trabalho, dedicação, contação de história, visita em escolas, palestras para professores, muitas conversas e partilhas de atividades e informações. Agradeço as professoras por escolherem estes livros!

A MENINA DERRETIDA, especialmente por ser o meu primeiro e mais conhecido livro, tem mais história pra contar, e vem alegrando muitas crianças e adultos. Este livro é mais que um livro paradidático. Ele é um livro divertido e de autoajuda infantil. Ele vem contribuindo não só com para a melhora da comunicação e expressão das crianças, mas também tem salvado muitas crianças de situações "escondidas".

Feedback das professoras, os avanços individuais e coletivos.
Avanço coletivo proposto pelo livro A MENINA DERRETIDA é narrado pelas professoras com uma melhora geral de até 70% do  choro na fase da adaptação, pela simples contação da história.

Avanços individuais foram as conquistas específicas, alcançadas a partir de atividades realizadas com o livro A MENINA DERRETIDA.

Exemplos maravilhosos...  
...como o de um menino do Sesc Ceilândia (adotaram 200 livros), após um trabalho intenso e maravilhoso com todo o bloco infantil. Ele narrou para a professora que chorava toda noite porque sentia falta da mãe, que havia falecido. Até então ele não tinha contado isso pra ninguém. Depois desta incrível e profunda experiência com a MENINA DERRETIDA, a criança voltou a ser feliz. De menino acabrunhado, voltou a ser participativo. A MENINA DERRETIDA o fez economizar anos de terapia no futuro.

- SALVA-ME! SALVA-ME!, implora silenciosamente a criança.

Outra situação que preciso citar é a salvaguarda que A MENINA DERRETIDA oferece com um brincar simples, a partir de uma tarefa despojada, inventada e repassada pela professora Rosângela, ao indagar a criança "Eu choro quando..." 

São respostas "-Quando meu pai bate na minha mãe!".
Outras professores replicaram a mesma atividade em desenho e algumas crianças desenharam cenas na qual eram vítimas de violência sexual. Após a externalização da criança e a ciência da direção escolar, é convocado o conselho tutelar para assumir a questão. Eita menina derretida, você supera as argumentações!

Despeço-me de 2018 com muitas alegrias, conquistas, encontros e inúmeras novas amizades. Gostaria de mencionar escola nome por nome, professora por professora, atividade por atividade, homenagem por homenagem.

Reconheço com enorme gratidão o esforço das professoras (incluídas direção e coordenação) para me receberem. As escolas que me convidam e agem conforme o combinado reconhecem de fato o valor da literatura, o valor de uma autor, de sua obra, e sobretudo a influência e importância da escola para a comunidade. Merecem todos os aplausos!

No final do ano de 2017, nesta mesma data, mesmo depois de tantas conquistas, quase abandonei tudo.
Ia pendurar as chuteiras.
De verdade.
Mas as amigas literárias, a Secretaria de Cultura e os fãns não permitiram! Nem Deus permitiu que eu me afastasse, porque eu recebi a missão de parir o CADÊ MINHA MÃE? com o apoio e incentivo do FAC/SECULT/GDF. Tão simples, tão rico e tão profundo, já ganhou a Europa. Agora falta ganhar as escolas do Brasil.

Ah! A Bienal! 
Lancei o livro A FAMÍLIA DOS CARNEIRINHOS COLORIDOS, um convite ao brincar, que depois fiquei sabendo foi o tema de 2018 nas plenarinhas das escolas públicas. Sinto-me muito feliz ao me dar conta que minhas antenas estão bem sintonizadas com as demandas da escola pública, que eu amo e admiro de paixão.

MOMENTO PANELA! 
Agradeço aos parceiros literários 2018 que contribuíram imensamente para as publicações do ano. Marco Bessa, Fernando Braga, Lair Franca,  Silvana de Paula, Anderson Lenonel, Angelo Augusto, Catarina de Matos, Tarso de Matos, Geórgia Fernandes, Mauricéia Lopes, Nilva Monteiro, Débora Bianca, Joel Mazo Zarpillon, Nilvani Perpétua, Oña Silva, Maria Alice Costa, William Reis e Maristela Papa jutamente com toda a Associação dos Amigos das Histórias, Stefano Galime, Henrique e Dalmi, Ivan Valério, Telma, Eliza Mitiko. Desejo a vocês todas as bençãos do céu. 

Mãe e Pai! Meus amores, meus fãs! Presentes em todas!

E que venha 2019!
Novidades acontecerão! Surpresa!

Participação dos livros de Giulieny Matos em vários projetos pedagógicos das escolas registrados na secretaria de educação de Brasília
Giulieny Matos conquista espaços importantes e reconhecimento nas escolas

A MENINA DERRETIDA e A MENINA TAGARELA inseridas na lista de material em várias escolas particulares de Brasília


sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Nosso compromisso, no Senado Federal, dia 21/11, às 18h! "CADÊ MINHA MÃE?"


Convido você para o lançamento do meu livro

"CADÊ MINHA MÃE?"

Dia 21/11/18
Às 18h

Na Biblioteca do Senado Federal
Em frente ao auditório Petrônio Portela - Anexo II
XI Semana de Valorização da Primeira Infância e Cultura da Paz

Este livro infantil retrata o sentimento e a realidade de uma criança cuja mãe vai presa. 

Espero você!

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Venha para o lançamento nacional do Livro "Cadê Minha Mãe?" no Senado Federal 21-11-18

Convido você para o lançamento do meu livro "CADÊ MINHA MÃE?"
Dia 21/11/18
Às 18h
Na Biblioteca do Senado Federal
Em frente ao auditório Petrônio Portela - Anexo II
XI Semana de Valorização da Primeira Infância e Cultura da Paz

Este livro infantil retrata o sentimento e a realidade de uma criança cuja mãe vai presa. 








quarta-feira, 31 de outubro de 2018

SENADO FEDERAL - 20 a 22-11-18 A Construção da Paz pela Primeira Infância: Parentalidade, Proteção e Promoção da Criança



SENADO FEDERAL

A Comissão de Valorização da Primeira Infância e Cultura da Paz no Senado Federal tem a honra de convidar para a

XI Semana de Valorização da Primeira Infância 
e Cultura da Paz, 

evento que acontecerá entre os dias 20, 21 e 22 de novembro, com o tema, 

A Construção da Paz pela Primeira Infância: 
Parentalidade, Proteção e Promoção da Criança

Vale ressaltar que as inscrições já estão abertas e são gratuitas.

Haverá certificação de participação para todo o evento.

Divulgue e participe!



sexta-feira, 19 de outubro de 2018

JAMES HECKMAN - O NOBEL DE ECONOMIA DIZ QUE INVESTIR NOS ANOS INICIAIS DAS CRIANÇAS É O CAMINHO PARA O PAÍS CRESCER


James Heckman 

O Nobel de Economia diz que investir nos anos iniciais das crianças é o caminho para o país crescer 

O americano James Heckman, 73 anos, é reverenciado tanto em sua área de origem, a economia — que lhe rendeu o Prêmio Nobel em 2000 —, como na educação, que ele investiga com a curiosidade de quem ama calcular. Heck­man criou métodos científicos para avaliar a eficácia de programas sociais e vem se dedicando aos estudos sobre a primeira infância — para ele, um divisor de águas. É sobre esse assunto que falará, na segun­da-feira 25, no encontro Os desafios da primeira infância — Por que investir em crianças de zero a 6 anos vai mudar o Brasil, organizado pelas revistas Exame e VEJA e apoiado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, pela Fundación Femsa e pela United Way Brasil. Professor na Universidade de Chicago, Heckman veio uma dezena de vezes ao Brasil. Estava no Rio quando recebeu o telefonema de sua vida. “Disseram-me que seria premiado com o Nobel, e eu achei que era trote”, revela ele, que fala com rara propriedade sobre o país.

Por que os estímulos nos primeiros anos de vida são tão decisivos para o sucesso na idade adulta? 
É uma fase em que o cérebro se desenvolve em velocidade frenética e tem um enorme poder de absorção, como uma esponja maleável. As primeiras impressões e experiências na vida preparam o terreno sobre o qual o conhecimento e as emoções vão se desenvolver mais tarde. Se essa base for frágil, as chances de sucesso cairão; se ela for sólida, vão disparar na mesma proporção. Por isso, defendo estímulos desde muito cedo.

Quão cedo? Pode parecer exagero, mas a ciência já reuniu evidências para sustentar que essa conta começa no negativo, ou seja, com o bebê ainda na barriga. A probabilidade de ele vir a ter uma vida saudável se multiplica quando a mãe é disciplinada no período pré-natal. Até os 5, 6 anos, a criança aprende em ritmo espantoso, e isso será valioso para toda a vida. Infelizmente, é uma fase que costuma ser negligenciada — famílias pobres não recebem orientação básica sobre como enfrentar o desafio de criar um bebê, faltam boas creches e pré-escolas e, sobretudo, o empurrão certo na hora certa.

Qual é o preço dessa negligência? Altíssimo. Países que não investem na primeira infância apresentam índices de criminalidade mais elevados, maiores taxas de gravidez na adolescência e de evasão no ensino médio e níveis menores de produtividade no mercado de trabalho, o que é fatal. Como economista, faço contas o tempo inteiro. Uma delas é especialmente impressionante: cada dólar gasto com uma criança pequena trará um retorno anual de mais 14 centavos durante toda a sua vida. É um dos melhores investimentos que se podem fazer — melhor, mais eficiente e seguro do que apostar no mercado de ações americano.

Se isso é tão claro, por que a primeira infância não está na ordem do dia de quem tem a caneta na mão para decidir? Há ainda uma substancial ignorância sobre o tema. Algumas décadas atrás, a própria ciência patinava no assunto. A ideia que predominava, e até hoje pesa, é que a família deve se encarregar sozinha dos primeiros anos de vida dos filhos. A ênfase das políticas públicas é na fase que vem depois, no ensino fundamental. E assim se perde a chance de preparar a criança para essa nova etapa, justamente quando seu cérebro é mais moldável à novidade.

A classe política também evita olhar para a primeira infância por achar que esse é um investimento menos visível a curto prazo? Os políticos podem, sim, considerar isso, mas estão redondamente enganados. Crianças pequenas respondem rápido aos estímulos de qualidade. Para quem tem o poder de decidir, deixo aqui a provocação: não investir com inteligência nesses primeiros anos de vida é uma decisão bem pouco inteligente do ponto de vista do orçamento público. Basta usar a matemática.

O que mostra a matemática? Vamos pegar o exemplo da segurança pública. Há ao menos dois caminhos para mantê-la em bom patamar. Um deles é contratar policiais, que devem zelar pelo cumprimento da lei. O outro é investir bem cedo nas crianças, para que adquiram habilidades, como um bom poder de julgamento e autocontrole, que as ajudarão a integrar-se à sociedade longe da violência. Pois a opção pela primeira infância custa até um décimo do preço. Recaímos na velha questão: prevenir ou remediar? Como se vê, é muito melhor prevenir.


O senhor pode soar fatalista: ou bem a criança é estimulada cedo ou terá perdido uma oportunidade única para o aprendizado? A discussão realmente abre uma margem para essa interpretação, mas não é bem isso. A mensagem jamais pode ser: depois dos 5 anos, já era. Desde que a criança esteja vivendo em sociedade, ela vai aprender. Existe na espécie humana uma extraordinária capacidade de se beneficiar do ambiente. Só não podemos deixar de encarar o fato de que uma criança que tenha sido alvo de elevados incentivos conquistará uma vantagem para o resto da vida. De outro lado, quanto mais uma criança fica para trás, mais dificuldade ela terá para preencher as lacunas do princípio.

O senhor discorda então de uma ala de cientistas que vê as chamadas janelas de oportunidade para o aprendizado como algo mais definitivo? Acho que há exagero nesse campo: é como se tivéssemos no cérebro janelas que se abrem por inteiro numa fase e se fecham por completo em outra. Dito isso, há, sim, momentos mais favoráveis para a aquisição de certos conhecimentos: se quiser falar um idioma sem sotaque, é mais apropriado começar aos 8 do que aos 16 anos.

A propósito dos 8 anos, o economista Adam Smith (1723-1790) dizia que as crianças eram todas essencialmente iguais até essa idade. O senhor concorda?Não. Smith tinha uma visão idealista segundo a qual todos seríamos iguais por natureza até esse ponto da vida e, só aí, começaríamos a nos diferenciar uns dos outros. Mas a ciência já deixou claro que há capacidades inatas que nos distinguem, como a noção espacial ou a habilidade numérica ou ainda o talento para piano, artes e xadrez. Reconhecê-las e incentivá-las cedo torna-­se uma vantagem.

Que tipo de política pública de primeira infância tem surtido mais efeito? O grande impacto positivo vem de programas que conseguem envolver famílias pobres, creches e pré-­escolas, centros de saúde e outros órgãos que, integrados, canalizam incentivos à criança — não só materiais, evidentemente. O programa americano Perry, da década de 60, é um exemplo clássico de que o investimento em uma boa pré-escola produz ótimos resultados.

Por que esse modelo é bom? Ele envolve ativamente os alunos em projetos de sala de aula, lapidando habilidades sociais e cognitivas, sob a liderança de professores altamente qualificados. A família mantém um estreito elo com a escola. Temos de ter sempre certeza de que a família está a bordo, qualquer que seja a iniciativa.

Não é irrealista esperar tanto de famílias que vivem na pobreza, como no Brasil? Um bom programa de primeira infância consegue ajudar a família inteira, fazendo chegar até ela informações, boas práticas e valores essenciais, como a importância do estudo para a superação da pobreza.

Pesquisas brasileiras mostram que muitas crianças que frequentam creches e pré-escolas acabam se saindo pior nos primeiros anos de estudo do que outras que ficam em casa. O resultado o espanta? Não. Já vi estudos que chegaram a conclusão idêntica nos Estados Unidos, no Canadá e na Europa. Trata-se de uma questão sem resposta absoluta: tudo depende do tipo de incentivo que a criança tem em casa e daquele que receberá na creche. Não é que a escola faça mal, mas é preciso indagar: onde a criança tem mais a ganhar ou menos a perder?

O que o Brasil pode aprender com a experiência internacional? Os programas de maior retorno são justamente aqueles que se apoiam em uma rede e, através dela, levam às famílias toda sorte de incentivos, de diferentes áreas que convergem. Aliás, o Brasil tem uma vantagem aí: o sistema público de saúde alcança todos os cantos e pode funcionar como ponto de partida para essa rede de estímulos. O país também deveria prestar atenção na qualidade dos professores: países como a Finlândia souberam valorizar a carreira docente — não apenas no salário, que fique claro — e colheram grandes resultados na educação desde cedo.

Existe um debate no Brasil sobre a extensão da licença paternidade — a lei brasileira garante hoje apenas cinco dias ao pai. O senhor é a favor? O princípio de o pai ter a chance de estreitar laços com o filho desde o começo é bem-vindo. Os benefícios vão depender, porém, de como esse tempo será efetivamente aproveitado.

O senhor é um dos precursores de uma discussão que agora está em alta nas rodas educacionais: o desenvolvimento de habilidades socioemo­cio­nais. É possível mesmo ensiná-las? Sim, na escola e em casa. O grande erro nesse debate é tratar tais habilidades — autocontrole, resiliência, trabalho em equipe — como algo que não tem nada a ver com as habilidades cognitivas, o aprendizado das matérias propriamente ditas. Não existe essa fronteira. O bom professor está sempre ensinando as duas: ao aprender a ler e a soletrar as palavras, a criança interage com amigos, forma vínculos, lida com emoções ligadas ao sucesso e ao fracasso — enfim, aprende a se comunicar de forma ampla.

Por que tantos educadores torcem o nariz quando se fala em habilidades socioemocionais? Eles ainda estão aferrados à ideia obsoleta de que inteligência se resume a QI, um conceito de cinquenta anos atrás que não evoluiu com o mundo.

Ler para a criança desde cedo está no rol dos grandes incentivos de efeito comprovado pela ciência. Por que isso é tão poderoso? Porque estimula ao mesmo tempo o gosto pela leitura, a capacidade de comunicação e a curiosidade para adquirir conhecimento. Se nada der errado, isso se desdobrará por toda a vida.

O incentivo dos pais pode virar exagero? Observo em famílias de classes mais altas uma tendência à proteção exagerada dos filhos. Considero isso um erro. Todo mundo deve experimentar não só as vitórias como também os fracassos. São eles, afinal, uma fonte essencial para o aprendizado.



Por Monica Weinberg; access_time22 set 2017, 18h34 - Publicado em 22 set 2017, 06h00.
Foto James Heckman (Peter Hoffman/Redux/VEJA)
Publicado em VEJA de 27 de setembro de 2017, edição nº 2549




terça-feira, 18 de setembro de 2018

LANÇAMENTO DO LIVRO: Cadê Minha Mãe FAC DF-IPA BRASIL

Livro: CADÊ MINHA MÃE???
Lançamento Internacional na Holanda - IPA BRASIL 20/9/2018
Lançamento Nacional no Senado Federal - 21/11/2018
Lançamento Distrital na PFDF - out ou nov/2018
AGENDA ABERTA!

TEMAS: filho de mãe presa, sentimento de criança, sistema rotina prisional, sociedade



quarta-feira, 25 de julho de 2018

Hoje, 25/7, Dia do Escritor!


Obrigada pelo carinho de todos que leem os meus livros e gostam deles!Amo escrever e fazer rir ou chorar!Giulieny Matos/2018

... e parabéns a todos os meus colegas e amigos escritores!