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sábado, 6 de maio de 2023

Volta às aulas... onde encontro?



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LISTA DE TÍTULOS DISPONÍVEIS

A família dos Carneirinhos Coloridos

Somos Todos Especiais

O cardápio maluco

Mamãe nota 100

Doutor Akazo

Cadê Minha Mãe

As dez flores amigas - em tempos de pandemia

A menina tagarela

A menina derretida

A lagarta Vitória

kit de livros escritora Giulieny Matos

Copo Doutor Akazo (não entrega pelos correios)



Encontro com alunos ou professores (escola) - a combinar




segunda-feira, 8 de março de 2021

"Era uma vez..." AAH oferece pós-graduação em Contação de Histórias

... um mundo encantado...

O mundo da contação de histórias está on line! 
Nao se intimida diante da pandemia.
É força, alento e ajuda no combate à depressão quando entra no lar e no coração de alguém com histórias que animam e fazem esquecer um pouco esse momento tão estranho que a humanidade está passando.

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arte by @monicapapa

Já pensou em cursar Pós-graduação em Contação de Histórias?

Contato
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Sabe quem é a autora dessas maravilhosas pinturas?
conheça a artista e contadora de histórias
(clique no nome dela para saber mais sobre sua vida)





 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Presente pra escritora é assim...

 

Este é o Daniel!

A sua mamãe, a querida Professora Leninha, me contou que o Daniel foi arrumar a mala para passear, e separou alguns livros que não saem da sua cabeceira...

Dentre eles... Mamãe Nota 100, A lagarta Vitória e Doutor Akazo, da escritora Giulieny Matos!

Isso que é presente de Natal para Escritora!


Feliz 2021!


Muito obrigada por esse presente tão lindo!!!!!!


"É linda essa história e trazem valores indispensáveis a vida. 
Em que o ser é mais importante que o ter. 
Numa sociedade consumista, esses valores precisam ser repercutidos aos 4 cantos!"

Professora Leninha

VEJA MAIS:

Presente para escritora 1


Projeto de Natal da Escritora Giulieny Matos na Penitenciária Feminina


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terça-feira, 2 de abril de 2019

ANÁLISE DA PROFESSORA NILVA MITRAL S. MONTEIRO PSICOPEDAGOGA sobre o livro "CADÊ MINHA MÃE?"

ANÁLISE DA PROFESSORA NILVA S. MONTEIRO 
PSICOPEDAGOGA

sobre o livro

"CADÊ MINHA MÃE?"



Transcrição do áudio datado 19/11/18


“... Eu estava lendo de novo o livro Cadê Minha Mãe... Fiquei aqui pensando sabe, nessa segunda vez que eu li o livro, fiquei lembrando das Fernandas, do João Paulo, da Iasmim, Caio, Priscila e de várias crianças na nossa escola... 

Neste livro o personagem não tem nome porque ele, ..., ele é todas as crianças que eu acabei de falar... e realmente é um tema difícil da gente tocar. Ele existe, está cada vez mais real na nossa sociedade, infelizmente! .... 

Eu vejo que este livro dá voz a essas crianças, dá elas o direito de opinar e de se expressarem como está descrito no Estatuto da Criança e do Adolescente, é primordial! Tem uma premissa de fala... quando a boca cala o corpo fala. ...E a gente tem visto muito, muito corpinho de criança falar na nossa escola. É lamentável! Dói! 

O “Cadê minha mãe” é uma oportunidade de colocar esse tema na mesa. As nossas crianças hoje são muito acessíveis. Elas são muito inteligentes. Elas são muito antenadas, e colocar um tema desse para discussão é incluir, é fazer a inclusão dessa criança no processo de sala de aula onde ela deve se perguntar como esse personagem do livro. Será que a mamãe daquele meu colega é igual à minha? Onde é que ela mora? 

Eu vou dizer... minha amiga,... essa sacada de fazer esse livro é muito genial!, porque é um assunto velado, né! Um assunto que parece um tabu. O que eu acho é que as crianças precisam ter a oportunidade de falar sobre isso. 

E como seria esta oportunidade? Como é que eu poderia colocar isso pra essa minha criança que passa por essa dificuldade? Como é que eu posso incluir essa situação numa sala de aula? A criança é tão espontânea, né! Como a gente já viu, na sala, na nossa escola, ela simplesmente fala: “- Minha mamãe tá presa. ”... e ela fala isso assim, naturalmente, numa rodinha de conversa. 

Como será bom ter esse livro para poder mostrar que além dessa criança da rodinha de sala de aula, existe um personagem de um livro infantil que passa pela mesma dorzinha que ela tem. 

Fiquei só pensando aqui sabe, dizem que os olhos são a janela da alma, né! ... E quando eu vejo os olhos desse personagem aqui, eu vejo ele na minha frente uma criança, sabe! ... que vive essa situação que está em prantos, que está em choro, que está triste. 

E, eu penso que, a partir dessa literatura, produzida por você, desse filho que você entregou para sociedade, é um início de um processo de cura, de libertação. 

Que coisa boa esse livro! Muito bom! “Eu quero ser forte, forte o bastante para esperar outro dia para estar com minha mãe.” Não importa onde a minha mamãe esteja. Eu vou estar aqui esperando por ela... e eu vou aprender a ser forte, com a minha vovó, com o meu vovô, com meu primo, com a minha professora, com meus colegas, e com o CADÊ MINHA MÃE! 

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Mamãe, lê pra mim?

Esse foi o mote da campanha lançada pelo Instituto Pró-Livro durante a XIV Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, que aconteceu de 10 a 20 de setembro no Rio Centro. A campanha surgiu a partir dos resultados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Ibope Inteligência a pedido do Instituto Pró-Livro.

Segundo a pesquisa, um em cada três leitores tem lembranças da mãe lendo algum livro e 49% deles tem na mãe sua grande incentivadora no processo de ler por prazer. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 73% citam as mães como quem mais as estimularam a ler.

Durante os dez dias de evento, o IPL captou em seu estande e nas ruas da bienal depoimentos em vídeo de mães e mulheres que estimularam a leitura na vida de alguém, e de pessoas que foram influenciadas e aprenderam a ler por prazer. Os depoimentos serão disponibilizados no site do Instituto Pró-Livro e serão editados para a produção de um vídeo que será usado em campanhas de estímulo à leitura, com possíveis inserções nas mídias escrita, falada e televisionada. As gravações no estande aconteceram aos sábados e domingos, às 11h e às 15h. No entanto, a equipe de filmagem percorreu toda a bienal à procura de “protagonistas da leitura”.

O IPL aproveitau também para conhecer melhor o perfil do leitor carioca. Quem visitou o estande pode participar de uma rápida pesquisa impressa sobre o assunto e ainda conheceu detalhes da Retratos da Leitura no Brasil que apresenta os hábitos de leitura dos brasileiros.

Para os visitantes, o IPL preparou mais uma surpresa: ele foi o patrocinador da Floresta de Livros, um espaço de 800 m² com ambiente mágico associado ao livro. “As bienais oferecem ao público infantil um contato especial com os livros e seus autores. Os livros apresentados como o “personagem principal”, transformam-se em objeto de desejo”, comenta Zoara Failla, gerente executiva do Instituto Pró-Livro. 

Segue um depoimento de um dos Pontos de Leitura que recebeu os kits MÃE, LÊ PRA MIM?:

"O Centro Comunitário Jd. Fontális vem através deste informar que a campanha "Máe lê pra mim" foi um sucesso, pois a integração foi bastante interessante com as outras mães e filhos (temos mães que não sabem ler e voltaram a estudar depois da campanha), a troca de livros continua com as mães que não foram na Bienal."
Silvana Evangelista - Gerente Centro Comunitário Jd.Fontális.


Clique aqui para ver algumas fotos do estande.

Fonte:  http://prolivro.org.br/ipl/publier4.0/texto.asp?id=1166