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sexta-feira, 19 de junho de 2020

Bem vindos alunos da JK e CCI e amigos da Dinorá Couto Cançado!



Link da Biografia da Dinorá aqui!




Todos nós temos algum tipo de limitação. 
Todos nós!
Mas podemos sempre melhorar e ajudar da compatibilidade e acessibilidade.

Saudações aiabianas!

Giulieny Matos

MENSAGEM DE DINORÁ

Giulieny, bom dia! Gostaria de partilhar com você uma alegria!

A minha entrevista que você publicou lá no seu blog já serviu como referencial teórico no 1º Curso de Inclusão Social Brasiliense, na 4ª Semana Nacional de Arquivos. Vou mandar o relatório para o Rio de Janeiro que sedia esta semana. 

Nós participamos, enquanto biblioteca Braille, e agora quem entrou em cena foi a AIAB, pois biblioteca está fechada, então quem promoveu esta quarta semana aqui em Brasília foi a AIAB. 

Eu escolhi alguns uns 20 arquivos para montar o arquivo Pérola, que eu faço todo ano, e você participa dele com aquela entrevista da minha vida que tá recheada de cenas de inclusão social brasiliense. 

 Então, foi um jeito mais lúdico que eu achei de passar o meu currículo para eles, em forma de seu arquivo precioso, que é o seu blog, por isso que ele entrou como fonte de pesquisa para esses estudantes da faculdade JK e CCI, 81 alunos. 

Com carinho,

Dinorá Couto Cançado
19/6/2020
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segunda-feira, 8 de junho de 2020

Depoimento 25 anos da Bibliobraille GM


Mensagem em virtude da Celebração dos 25 anos da Bibliobraille

Saudações AIABianas!

Sou Giulieny Matos, empossada por nossa Presidente AIAB em 22/11/2017, em Brasília, Brasil. Sempre que ouço a palavra Braille, remeto meu pensamento diretamente à Dinorá Couto Cançado. Todas as minhas visitas àquele espaço foram a seu convite. Fico impressionada com a sua forte e marcante presença na feiras de livros de Brasília sempre a incentivar os escritores com deficiência visuais e aproximá-los dos demais escritores com carreiras mais consolidadas.

Percebo que um espaço como esta biblioteca é uma riqueza. É difícil de ser montada. Cada livro, na maioria das vezes é pensado e executado individualmente. Percebo o movimento literário dos leitores frequentadores com interesse em progredir no desenvolvimento intelectual ampliando cada vez mais seus conhecimentos.
Fiquei impressionada com o tamanho de uma constituição traduzida para o Braille.

Publiquei dois livros nesta linguagem, Cadê Minha Mãe e Somos Todos Especiais, com ótima aceitação pelos profissionais.

Conheci uma professora de Braille apaixonada pelo ensinamento desta linguagem chamada Lidiane Mingote.

Parabenizo a Presidente Dinorá Couto Cançado pela fundação da Academia Inclusiva, pela representação no Brasil e no mundo, pela valorização dos leitores e escritores Braille, pelas ações de promoção da inclusão e incentivo à leitura.

Parabenizo a celebração dos 25 anos da Bibliobraille!

Com carinho,


+ 55 61 981316214 * @giulienyautora  *  giulienymatos.blogspot.com




sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

LUIZ SE SUPERA CONTANDO HISTÓRIAS, por Giulieny Matos

LUIZ EDUARDO SE SUPERA CONTANDO HISTÓRIAS 
por Giulieny Matos



RAIO X
Idade: 12 anos
Curiosidade 1: cego de nascença
Curiosidade 2: transplantado renal há 8 anos
Comida preferida: batata frita
Brincadeira preferida: totó e jogos de computador 
Campo ou praia?: praia
Estação do ano: inverno
Série: 7º ano
Escola: CEF 15 em Taguatinga
Jogo preferido: Xadrez
História que mais gosta de contar: Dudu da Breka, de Cláudia Cotes (livro em braille)


Luiz se apresenta onde é chamado, geralmente em escolas de crianças pequenas, no sarau literário da Associação Amigos das Histórias que ocorre no TaguaParque, na segunda quinta-feira de cada mês, e já brilhou na Câmara Legislativa do DF duas vezes.

Tudo começou aos cinco anos de idade, quando ele decorou a história da lebre e da tartaruga e saiu contando pra todo mundo que aparecesse. O segundo episódio marcante ocorreu em 2015, quando esteve na Biblioteca Braille “Dorina Nowill” onde teve suas experiências literárias ampliadas. Decorou duas histórias e novamente ficou contando pra quem aparecesse. Além de membro ativo da Associação Amigos das Histórias, Luiz também é membro da Academia Inclusiva de Autores Brasilienses – AIAB, projeto incentivado pela autora de Brasília Dinorá Cançado.

O segredo de Luiz Eduardo está na entonação da voz. Sua mãe, a patrocinadora, fica orgulhosa pelas pessoas interagem bem com ele, ficarem felizes e surpresas ao vê-lo se apresentando em público. A forma desembaraçada com a qual ele lida com o público, aliada à entonação aplicada, concentra a atenção dos ouvintes.

Na escola, Luiz estuda numa sala de aula normal com outros vinte quatro colegas. A maior parte de seu material escolar é produzido particularmente para ele pelos profissionais da sala de recursos. A Secretaria de Educação do DF lhe oferece atendimento especializado por ele ser uma criança com altas habilidades; no caso dele, focado na forma como se comunica, potencializando a habilidade que ele já possui. Pasmem... Luiz também joga xadrez! Em 2018 venceu, em primeiríssimo lugar, os jogos escolares normais nesta categoria.

Luiz também é poeta, confira no vídeo abaixo:



Parabéns Luiz! 
Troféu Super Contador de Histórias de Brasília 
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Conheça as histórias bem interessantes de outros contadores de histórias!
É só clicar em cima do nome, ok!


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*Giulieny Matos é autora de literatura infantil de Brasília e membro titular da Academia Inclusiva de Autores Brasilienses – AIAB. Visita escolas e conta suas histórias por onde passa. Títulos publicados: A Menina Derretida, The Melted Girl, A Menina Tagarela, O Cardápio Maluco, A Família dos Carneirinhos Coloridos, Cadê Minha Mãe?, e em breve... Doutor Akazo.

sábado, 21 de abril de 2018

Posse Giulieny Matos AIAB - Academia Inclusiva de Autores Brasilienses

Acadêmica Titular da AIAB 
Foto da Família Braille, por Dinorá Couto Cançado


A AIAB veio para ficar e fazer a diferença no DF. Os autores, membros titulares, enviaram poemas com o tema inclusão/deficiente visual/biblioteca Braille ou um texto sobre sua entrada na AIAB para participar de várias exposições na Bibliobraille, começando pelos 58 anos de Brasília, Semana de Museus...além de publicações on-line. 

Maiores informações e contato 
 academiainclusivabrasiliense@gmail.comou 
com a Presidente Dinorá Couto Cançado 
+ 55 61 - 9 99701366

DF ganha primeira 
Academia Inclusiva de Autores Brasilienses
AIAB

JORNAL DE BRASÍLIA

As ações desenvolvidas na Biblioteca Braille Dorina Nowill, em Taguatinga, ganharam um peso maior neste ano. A primeira Academia Inclusiva de Autores Brasilienses foi fundada com o intuito de promover a obra literária de pessoas com deficiência visual no País e no mundo.

A iniciativa nasceu do projeto Luz & Autor em Braille, desenvolvido há 22 anos na biblioteca. Com mais de 800 trabalhos produzidos, o local não só proporciona acesso à leitura para os que não enxergam ou têm baixa visão, como também os estimula a produzir os próprios textos.

Desde a criação da biblioteca, em 1995, o projeto já integra 83 autores com deficiência visual com outros escritores que atuam como voluntários. Em 2010, o projeto lançou o livro Revelando Autores em Braille, que traz um compilado de histórias e poemas escrito de forma inclusiva.

Coordenadora da biblioteca, Leonilde Fontes acredita que a criação da academia é o coroamento do trabalho de 22 anos. “É a efetivação do projeto que vem sendo desenvolvido ao longo desses anos”, diz.

Fundadora e presidente da academia inclusiva, Dinorá Couto não esconde o entusiasmo de poder levar reconhecimento aos autores com deficiência visual, que muitas vezes não têm a oportunidade de mostrar seu trabalho. “Nunca pensei que eu tivesse um poder tão grande e fácil de resolver nas mãos, que é dar alegria a essas pessoas.”

Umas das 83 escritoras do projeto, Noeme Rocha equipara a Academia Inclusiva de Autores Brasilienses, da qual é vice-presidente, a qualquer instituição acadêmica literária.

Dinorá conta que até pelerines foram confeccionados para a posse dos membros. “Fizemos a logo bordada para que os deficientes possam sentir e saber o que está ali”, comenta.

Outra novidade é que a academia inclusiva não ficará restrita a participantes do DF. 
A fundadora conta que tem membros do País inteiro e até participantes internacionais vindos dos Estados Unidos, Portugal, Itália e França.

Uma biblioteca inclusiva e cidadã

A Biblioteca Braille Dorina Nowill surgiu em 1995, após a Secretaria de Cultura receber 2 mil livros em braille da Fundação Dorina Nowill. No entanto, para atender a esse tipo de público, precisava de um atendimento especial à altura da assistência que um deficiente visual necessita.

Criada com base nessa necessidade, a biblioteca, no primeiro momento, foi instalada em uma sala de aula na Escola Classe 6 de Taguatinga. Com o intuito de promover acesso à literatura de pessoas com necessidades especiais, o espaço também oferece mais de 900 áudios de livros.

A academia inclusiva já tem membros do Brasil inteiro e de países como Estados Unidos, Portugal, Itália e França
Os deficientes visuais têm ainda à disposição aulas de reforço, informática, dança e braille. A coordenadora da biblioteca, Leonilde Fontes, conta que o trabalho impacta diretamente a vida dos frequentadores. “É um ambiente de transformação”.

Para ela, o espaço promove novos despertares de pessoas que não têm mais perspectiva nenhuma de vida, nem expectativa. “Elas começam a renascer de um lugar que eu acho que nem elas mesmo esperavam, entram para a faculdade, começam a trabalhar, se tornam autônomas e independentes”, afirma Leonilde.

Frequentadora assídua da biblioteca desde o começo do ano, Valdeli Rodrigues conta que o espaço trouxe um outro estilo de vida para ela. “Eu só tenho 15% da visão, e poder estar em um local onde o deficiente é incluído é maravilhoso”, conta ela que teve a perda da visão gradativa por causa do glaucoma.

“Eu só vim me dar conta que eu tinha baixa visão neste ano. Até então, eu tinha um outro estilo de vida. A biblioteca que foi me orientando, me incluindo nas atividades. E isso é ótimo, a autoestima da gente cresce, tem um órgão que pensa na gente.” Valdeli conta que na biblioteca pode aprender a escrever e a ler em braile e a se adaptar à realidade que ainda é novidade para ela.

Já tem os livros de Giulieny Matos?

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