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quinta-feira, 25 de abril de 2019

Thaís Felizardo, Dundum Cererê procê!

Thaís Felizardo, Dundum Cererê procê!

Raio X
Nome verdadeiro e artístico Thaís Felizardo
Contadora desde 2003, aos 21 anos
Aniversário 17 de setembro
Nasceu em Araguari/MG, mas os pais já moravam em Brasília
Comida preferida Todas!, e de tudo um pouco (risos) principalmente besteiras e petiscos
Bebida preferida Drinks. Mas em especial, caipifruta de morango
Qualidades Comunicativa e resiliente
Defeito Detalhista 
Precisa desesperadamente de deixar de brigar com o computador
Gosta de tudo que agrega
Detesta falsidade e indiferença
Diversão Todas possíveis!
Natureza Praia e campo; cachoeira e areia
Estação do ano Todas necessárias e lindas
Time "Uma vez Flamengo, flamengo até morrer!"
Rádios preferidas Nova Brasil e Verde Oliva. Ama MPB
Livro preferido na adolescência: O Estudante, de Adelaide Carraro
Outros livros que amou e se identificou: Toda a coleção Pollyanna e Olhai os lírios do campo, de Érico Veríssimo
História que mais gosta de contar Dundum Cererê (conto popular)
Profissão Professora da SEEDF desde 2001

A mineira Thaís Felizardo trabalha atualmente no CEU das Artes do Recanto das Emas com a comunidade vulnerável desenvolvendo diversos projetos sociais, inclusive com contação de histórias para crianças, adolescentes e adultos. Formada em artes cênicas e dança, pós-graduada em teatro, colabora de modo efetivo combate à violência e fomento da cultura local. Antes disso, se dedicou ao trabalho docente durante 13 anos como professora de capacitação para outros professores em oficinas pedagógicas, atual Centro de Vivências Lúdicas.

Participa do grupo Amigos das Histórias AAH (fundada em 1995), coordenado por William Reis, porém está afastada desde setembro de 2018 por motivos pessoais. É grata à Maristela Papa, quem a apresentou ao mundo das histórias e tornou possível sua inserção no mundo encantado, contribuindo sobremaneira em sua formação e missão de contadora agregada às práticas docentes.

Para Thaís, o importante na contação de história é o envolvimento do contador com sua apresentação. Sua entrega àquele momento é que faz a diferença no enredo e captura a atenção do público. 

Thaís conheceu a Menina Derretida e os outros livros da autora Giulieny Matos no curso de formação para professores contadores de histórias na Regional da Ceilândia. Se encantou de cara, é claro! (risos) Para a dinâmica professora, os livros trazem linguagem simples, poética, eficaz, capaz de encantar a todos.

Alegre, jovem, colorida e animada, deseja viver a vida e não apenas passar por ela. Ainda vive no mundo fantástico de Pollyanna, e continua sonhando em ser aquela menina organizada (rsrrsrs). Quando grande, até pensou em complementar seu currículo com mais um curso, o de pedagogia, só para ser chamada de tia pelos alunos. Sonha em ter mais filhos!, sejam eles vindos de onde for! 

Para finalizar, Thaís nos cumprimenta usando a expressão:

"Ubuntu"* 

Vinda da África do Sul, disseminada por um ativista social chamado Desmond Tutu, significa uma expressão humanista voltada para o bem-estar do outro, ou ainda "Sou o que sou pelo que nós somos".

Troféu de super contadora de histórias de Brasília 
para Thaís Felizardo

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

LUIZ SE SUPERA CONTANDO HISTÓRIAS, por Giulieny Matos

LUIZ EDUARDO SE SUPERA CONTANDO HISTÓRIAS 
por Giulieny Matos



RAIO X
Idade: 12 anos
Curiosidade 1: cego de nascença
Curiosidade 2: transplantado renal há 8 anos
Comida preferida: batata frita
Brincadeira preferida: totó e jogos de computador 
Campo ou praia?: praia
Estação do ano: inverno
Série: 7º ano
Escola: CEF 15 em Taguatinga
Jogo preferido: Xadrez
História que mais gosta de contar: Dudu da Breka, de Cláudia Cotes (livro em braille)


Luiz se apresenta onde é chamado, geralmente em escolas de crianças pequenas, no sarau literário da Associação Amigos das Histórias que ocorre no TaguaParque, na segunda quinta-feira de cada mês, e já brilhou na Câmara Legislativa do DF duas vezes.

Tudo começou aos cinco anos de idade, quando ele decorou a história da lebre e da tartaruga e saiu contando pra todo mundo que aparecesse. O segundo episódio marcante ocorreu em 2015, quando esteve na Biblioteca Braille “Dorina Nowill” onde teve suas experiências literárias ampliadas. Decorou duas histórias e novamente ficou contando pra quem aparecesse. Além de membro ativo da Associação Amigos das Histórias, Luiz também é membro da Academia Inclusiva de Autores Brasilienses – AIAB, projeto incentivado pela autora de Brasília Dinorá Cançado.

O segredo de Luiz Eduardo está na entonação da voz. Sua mãe, a patrocinadora, fica orgulhosa pelas pessoas interagem bem com ele, ficarem felizes e surpresas ao vê-lo se apresentando em público. A forma desembaraçada com a qual ele lida com o público, aliada à entonação aplicada, concentra a atenção dos ouvintes.

Na escola, Luiz estuda numa sala de aula normal com outros vinte quatro colegas. A maior parte de seu material escolar é produzido particularmente para ele pelos profissionais da sala de recursos. A Secretaria de Educação do DF lhe oferece atendimento especializado por ele ser uma criança com altas habilidades; no caso dele, focado na forma como se comunica, potencializando a habilidade que ele já possui. Pasmem... Luiz também joga xadrez! Em 2018 venceu, em primeiríssimo lugar, os jogos escolares normais nesta categoria.

Luiz também é poeta, confira no vídeo abaixo:



Parabéns Luiz! 
Troféu Super Contador de Histórias de Brasília 
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Conheça as histórias bem interessantes de outros contadores de histórias!
É só clicar em cima do nome, ok!


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*Giulieny Matos é autora de literatura infantil de Brasília e membro titular da Academia Inclusiva de Autores Brasilienses – AIAB. Visita escolas e conta suas histórias por onde passa. Títulos publicados: A Menina Derretida, The Melted Girl, A Menina Tagarela, O Cardápio Maluco, A Família dos Carneirinhos Coloridos, Cadê Minha Mãe?, e em breve... Doutor Akazo.