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quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Diane Gregory, biblioteca e arte andam juntas

"Leia sempre! 
Você irá a lugares que nunca imaginou chegar!” 
Diane Gregory 


RAIO X
Nome Diane Gregory Mee
Nasceu em Niterói/RJ
Mora em Brasília/DF
Aniversário 20 de setembro
Família Marido e filhos: Juliana (37) e Gustavo (27)
Profissão Professora desde 1987
Lugar preferido Praia
Comida preferida Massa
Bebida preferida Água
Natureza Praia
Hobby Decoração
Estação do ano Primavera
Estação de rádio Nova Brasil FM
Programa de TV Jornal
Filme preferido Retratos da Vida 
Time de Futebol Flamengo
Ama Netos Giovana, Miguel e Manuela
Detesta Sujeira
Odeia Gente falsa
Não suporta Muita bagunça e barulho
Qualidade Bondosa
Defeito Crítica demais
Mania de Limpeza e arrumação
Medo de Barata
Um sonho Morar na praia

Semana Nacional do Livro e da Biblioteca 

(Decreto nº 84.631/1980) 

23 a 29 de outubro 

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Projeto "Hora do Conto"
Prof. Luciana contando histórias dentro da Biblioteca

A nossa homenageada de hoje, Professora Diane Gregory, foi parar na Biblioteca da 108/308 meio por acaso. Licenciada em história, lecionou por um bom tempo até ser convidada por uma amiga para montar uma biblioteca no Centro de Ensino na 113 Sul. E foi aí que se iniciou uma relação intensa de amor com os livros em maior escala.

“O que eu mais gosto na biblioteca
onde trabalho é o ambiente, 
tanto o físico como o profissional."
Diane Gregory

"...A biblioteca é linda, atraente, tem um jardim interno maravilhoso e os profissionais que lá atuam são de excelência... e o mais importante, nós nos damos muito bem! Parece que Deus escolheu aquelas pessoas para trabalharem lá, nesse momento, e na nossa gestão!”, nos conta.



Servidores da Biblioteca 304 Sul

Em sua sala de aula, Diane gostava de trabalhar com história, produção de textos e artes. Sempre arteira, na companhia da leitura, cultura e criatividade, montou com a amiga Mônica Serra a Biblioteca Cora Coralina Centro no Ensino na 113 Sul, onde trabalhou por 5 anos. 

No ano seguinte, convidada pela antiga diretora, professora Tatiana Eliza Nogueira (in memorian), foi parar na biblioteca da EQS 108/308 para, com ela, colaborar. “Nessa época eu já estava totalmente apaixonada por bibliotecas e pelos projetos que podemos desenvolver dentro delas. Infelizmente, Tatiana faleceu de repente e acabei assumindo a gestão da biblioteca junto com minha grande amiga Cláudia Nascimento,” nos conta. 

Apesar do fato trágico da morte precoce da antiga amiga e diretora da biblioteca, seguiu com afinco a missão a ela confiada. Lembra com alegria de ter conseguido fazer uma reforma na biblioteca logo que assumiu a gestão, com pouquíssimo dinheiro, e com muita ajuda dos amigos. “O espaço ficou lindo!” Atualmente, a biblioteca é dedicada à Professora Tatiana, com publicação da homenagem no Diário Oficial do DF.

Diane e seus filhos

O principal projeto é a ‘Hora do Conto’ que ocorre diariamente. São contadas histórias para os alunos das escolas públicas e depois eles têm a oportunidade de "turistar" entre as estantes e corredores para ler o que quiserem. As produções dos alunos, após as visitas, sobre as histórias ouvidas na biblioteca, são expostas em um varal permanente que enfeita a entrada do espaço. O projeto é aberto à comunidade também. 

Outro projeto interessante é ‘Férias na Biblioteca’. Ele é oferecido à comunidade nos meses de janeiro e julho, todas às sextas-feiras , quando contadores de histórias se apresentam para agraciar as crianças. Já o ‘Musicaldos’ acontece uma vez por ano. É uma noite mágica onde são servidos caldos variados e um(a) cantor(a) da cidade se apresenta para a comunidade.

O projeto ‘Bibliopizza’, em parceria com a empresa Pizza à Bessa, são convidados poetas, atores, contadores de histórias e cantores para uma noite cultural regada à uma ótima pizza e uma excelente roda cultural. Além disso, a Biblioteca recebe escritores e ilustradores para rodas de conversas com os alunos. Às vezes realizam lançamentos de livros, oficinas de formação de leitores, saraus literários e noites culturais com autores/contadores de histórias. 


Gestoras da Profs. Claudinha e Diane
Biblioteca Escolar e Comunitária da EQS 108/304 - Professora Tatiana Eliza Nogueira
Contato para parcerias: 993319638


Troféu de super Amiga da Biblioteca para Diane Gregory 


Já tem o seu livro? 61 981316214. Ligue já!

**Giulieny Matos* é escritora é membro da AAH, AIAB, com pós-graduação em contação de histórias pelo curso da Maristela Papa. Possui 13 livros publicados, sendo 4 bilíngues inglês/português e 2 em Braille. Em 2019 realizou exposição de trabalhos escolares realizados pelas escolas públicas na Biblioteca nacional de Brasília. Já foi homenageada na Biblioteca de Ceilândia, onde existe fila de espera para seus livros. Colaboradora da International Magazine IPA Brasil e do Portal JT NEWS. 


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Chamada para Whats’App
* Diane Gregory *,
Da Biblioteca Pública de Brasília
*Semana Nacional do Livro e da Biblioteca 2020*
Confira e deixe seu comentário para homenageá-la!
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segunda-feira, 8 de junho de 2020

Depoimento 25 anos da Bibliobraille GM


Mensagem em virtude da Celebração dos 25 anos da Bibliobraille

Saudações AIABianas!

Sou Giulieny Matos, empossada por nossa Presidente AIAB em 22/11/2017, em Brasília, Brasil. Sempre que ouço a palavra Braille, remeto meu pensamento diretamente à Dinorá Couto Cançado. Todas as minhas visitas àquele espaço foram a seu convite. Fico impressionada com a sua forte e marcante presença na feiras de livros de Brasília sempre a incentivar os escritores com deficiência visuais e aproximá-los dos demais escritores com carreiras mais consolidadas.

Percebo que um espaço como esta biblioteca é uma riqueza. É difícil de ser montada. Cada livro, na maioria das vezes é pensado e executado individualmente. Percebo o movimento literário dos leitores frequentadores com interesse em progredir no desenvolvimento intelectual ampliando cada vez mais seus conhecimentos.
Fiquei impressionada com o tamanho de uma constituição traduzida para o Braille.

Publiquei dois livros nesta linguagem, Cadê Minha Mãe e Somos Todos Especiais, com ótima aceitação pelos profissionais.

Conheci uma professora de Braille apaixonada pelo ensinamento desta linguagem chamada Lidiane Mingote.

Parabenizo a Presidente Dinorá Couto Cançado pela fundação da Academia Inclusiva, pela representação no Brasil e no mundo, pela valorização dos leitores e escritores Braille, pelas ações de promoção da inclusão e incentivo à leitura.

Parabenizo a celebração dos 25 anos da Bibliobraille!

Com carinho,


+ 55 61 981316214 * @giulienyautora  *  giulienymatos.blogspot.com




sábado, 21 de abril de 2018

Posse Giulieny Matos AIAB - Academia Inclusiva de Autores Brasilienses

Acadêmica Titular da AIAB 
Foto da Família Braille, por Dinorá Couto Cançado


A AIAB veio para ficar e fazer a diferença no DF. Os autores, membros titulares, enviaram poemas com o tema inclusão/deficiente visual/biblioteca Braille ou um texto sobre sua entrada na AIAB para participar de várias exposições na Bibliobraille, começando pelos 58 anos de Brasília, Semana de Museus...além de publicações on-line. 

Maiores informações e contato 
 academiainclusivabrasiliense@gmail.comou 
com a Presidente Dinorá Couto Cançado 
+ 55 61 - 9 99701366

DF ganha primeira 
Academia Inclusiva de Autores Brasilienses
AIAB

JORNAL DE BRASÍLIA

As ações desenvolvidas na Biblioteca Braille Dorina Nowill, em Taguatinga, ganharam um peso maior neste ano. A primeira Academia Inclusiva de Autores Brasilienses foi fundada com o intuito de promover a obra literária de pessoas com deficiência visual no País e no mundo.

A iniciativa nasceu do projeto Luz & Autor em Braille, desenvolvido há 22 anos na biblioteca. Com mais de 800 trabalhos produzidos, o local não só proporciona acesso à leitura para os que não enxergam ou têm baixa visão, como também os estimula a produzir os próprios textos.

Desde a criação da biblioteca, em 1995, o projeto já integra 83 autores com deficiência visual com outros escritores que atuam como voluntários. Em 2010, o projeto lançou o livro Revelando Autores em Braille, que traz um compilado de histórias e poemas escrito de forma inclusiva.

Coordenadora da biblioteca, Leonilde Fontes acredita que a criação da academia é o coroamento do trabalho de 22 anos. “É a efetivação do projeto que vem sendo desenvolvido ao longo desses anos”, diz.

Fundadora e presidente da academia inclusiva, Dinorá Couto não esconde o entusiasmo de poder levar reconhecimento aos autores com deficiência visual, que muitas vezes não têm a oportunidade de mostrar seu trabalho. “Nunca pensei que eu tivesse um poder tão grande e fácil de resolver nas mãos, que é dar alegria a essas pessoas.”

Umas das 83 escritoras do projeto, Noeme Rocha equipara a Academia Inclusiva de Autores Brasilienses, da qual é vice-presidente, a qualquer instituição acadêmica literária.

Dinorá conta que até pelerines foram confeccionados para a posse dos membros. “Fizemos a logo bordada para que os deficientes possam sentir e saber o que está ali”, comenta.

Outra novidade é que a academia inclusiva não ficará restrita a participantes do DF. 
A fundadora conta que tem membros do País inteiro e até participantes internacionais vindos dos Estados Unidos, Portugal, Itália e França.

Uma biblioteca inclusiva e cidadã

A Biblioteca Braille Dorina Nowill surgiu em 1995, após a Secretaria de Cultura receber 2 mil livros em braille da Fundação Dorina Nowill. No entanto, para atender a esse tipo de público, precisava de um atendimento especial à altura da assistência que um deficiente visual necessita.

Criada com base nessa necessidade, a biblioteca, no primeiro momento, foi instalada em uma sala de aula na Escola Classe 6 de Taguatinga. Com o intuito de promover acesso à literatura de pessoas com necessidades especiais, o espaço também oferece mais de 900 áudios de livros.

A academia inclusiva já tem membros do Brasil inteiro e de países como Estados Unidos, Portugal, Itália e França
Os deficientes visuais têm ainda à disposição aulas de reforço, informática, dança e braille. A coordenadora da biblioteca, Leonilde Fontes, conta que o trabalho impacta diretamente a vida dos frequentadores. “É um ambiente de transformação”.

Para ela, o espaço promove novos despertares de pessoas que não têm mais perspectiva nenhuma de vida, nem expectativa. “Elas começam a renascer de um lugar que eu acho que nem elas mesmo esperavam, entram para a faculdade, começam a trabalhar, se tornam autônomas e independentes”, afirma Leonilde.

Frequentadora assídua da biblioteca desde o começo do ano, Valdeli Rodrigues conta que o espaço trouxe um outro estilo de vida para ela. “Eu só tenho 15% da visão, e poder estar em um local onde o deficiente é incluído é maravilhoso”, conta ela que teve a perda da visão gradativa por causa do glaucoma.

“Eu só vim me dar conta que eu tinha baixa visão neste ano. Até então, eu tinha um outro estilo de vida. A biblioteca que foi me orientando, me incluindo nas atividades. E isso é ótimo, a autoestima da gente cresce, tem um órgão que pensa na gente.” Valdeli conta que na biblioteca pode aprender a escrever e a ler em braile e a se adaptar à realidade que ainda é novidade para ela.

Já tem os livros de Giulieny Matos?

 Whats'App business 61 981316214

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Menina Derretida na EAPE

Ganhadora do Sorteio: professora Lilian

Durante o curso de Surdocegueira, na EAPE, a Professora Mauriceia Lopes, do Projeto Também Quero Ler,  sorteou um exemplar do livro A Menina Derretida, da autora Giulieny Matos.

A ganhadora foi a professora Lílian de Planaltina.

Vale lembrar que o livro A Menina Derretida já foi duas vezes traduzido para o Braille por profissionais diferentes.

Parabéns a todos os profissionais que cada vez mais buscam aprimorar seus conhecimentos e técnicas.