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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023

Tia Stela, dor transformada em vestidos


Tia Stela 
contadora de histórias 
e fundadora do Projeto Amelinha
RAIO X
Nome Stela Maris Papa
Nome artístico Tia Stela
Contadora de histórias desde 1993
Nasceu em Patrocínio/MG
Aniversário 18 de outubro

Comida preferida lasanha
Bebida preferida suco natural
Estação do ano todas, de preferência cada uma em um lugar (risos)
Praia ou campo? Praia
Natureza obra prima de Deus

Rádio preferida Nova Brasil
Programa de TV “Globo Repórter” e “Chegadas e Partidas”
Filme preferido Lendas da Paixão
Time de futebol Flamengo

Qualidade gostar de ajudar
Defeito às vezes falar demais (esse não vale, porque todo mundo tem! risos)
Gosta de estar com a família
Ama viajar
Detesta falsidade
Odeia mentira
Profissão professora aposentada

Hobby costurar
Participa do Grupo das Amigas, do Grupo de Costuras do GAEEB, do Projeto Amelinha e da Associação Amigos das Histórias, desde 2006
História que mais gosta de contar “O coelhinho esquisito descobriu que é bonito”, de Lu Chamusca
Um sonho viver num país em paz onde as diferenças sejam respeitadas


A FAMÍLIA 

Filha caçula de uma família de 9 irmãos perdeu a mãe aos quatro anos. 

A irmã mais velha, Amélia, assumiu a figura de mãe, tendo sido criada com muito amor. Dentre esses 9 irmãos, dois faleceram muito cedo, perdas que deixaram nela muita saudade. 

Os que ficaram formaram, cada qual, sua família. Entre irmãos, sobrinhos, netos sobrinhos somam hoje mais de 70 pessoas. (Tia Stela também faz parte do livro A Família dos Carneirinhos Coloridos)  

A TRAJETÓRIA 

Todas as primeiras gerações de candangos vieram de algum lugar. Em 1969, a irmã Amélia se casou e veio para Brasília, poucos meses depois, seguindo os passos da irmã, Stela veio morar com ela. 

Em Brasília estudou, se casou, fez Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, graduou-se em Artes Cênicas. O teatro sempre a encantou. Participou de várias montagens teatrais como atriz e como diretora. 

Tem um livro pronto para ser editado e algumas histórias das quais pretende lançar numa coletânea. Trabalhou como professora da SEEDF por 22 anos até se aposentar.

O NÚCLEO FAMILIAR

É mãe de duas filhas, um filho e avó de um pequeno chamado Caetano, razão de muitas alegrias.

Procura viver de forma positiva, sempre atarefada, cuidando de muitas coisas ao mesmo tempo. 

Sendo assim, a cada ciclo vive sua vida, com perdas, ganhos, alegrias, tristezas, histórias, viagens, mas também com uma certeza de que o Pai Maior a assiste em todos os momentos de sua vida.


O PROJETO AMELINHA 

De mais uma perda doída, sua irmã/mãe, nasceu o Projeto Amelinha, no qual confeccionam vestidinhos para doar às crianças carentes. 

Em 2023, com 5 anos de projeto, já alcançaram a meta de 3000 vestidinhos produzidos pelo grupo e doados!


TIA STELA EDUCADORA

Enquanto educadora, começou a exercitar a contação na própria sala de aula. 

Em 1994 foi trabalhar na EC 18, lugar onde a leitura era incentivada diariamente e a atuação da biblioteca também contribuía muito para que isto acontecesse. 

Aliás, na EC 18 nasceram também Racutia e Racumim, objeto de outro post... Fez da contação de histórias uma prática corriqueira com as crianças. 

Mais tarde, ao ser convidada para entrar para a Associação Amigos das Histórias por William Reis, Presidente, e por Maristela Papa, procurou participar de oficinas, cursos e eventos que muito a ajudaram neste processo.


TIA STELA CONTADORA DE HISTÓRIAS 

Tia Stela conta histórias para qualquer idade. Nunca teve medo ou vergonha de se apresentar em público. 

Vai às escolas, creches e, religiosamente comparece ao Sarau de Histórias da AAH, deixando de ir até em casamento de viúva e não se intimida pela véspera da sexta-feira 13 (risos). 

É voluntária para escolas e atende pelo telefone 61 996843096.


PONTINHA DE EMOÇÃO 

Sabe aquele momento ímpar no qual você compreende pra quê veio ao mundo? 

Assim foi a emoção de Tia Stela, há alguns meses, quando contou uma história, de sua autoria, em um Sarau de Histórias da AAH.

Havia um menino a ouvir a história atentamente e quando terminou, ele foi até ela, a abraçou e disse : Tia! Essa é a história da minha vida!”


🏆TROFÉU DE SUPER CONTADORA DE HISTÓRIAS PARA TIA STELA!

Ei!? Psiu!?!
Você que é grande ou pequeno, e tem menos de 111 anos, 
venha para Sarau de Histórias da AAH...
É gratuito e divertido!

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quinta-feira, 25 de abril de 2019

Thaís Felizardo, Dundum Cererê procê!

Thaís Felizardo, Dundum Cererê procê!

Raio X
Nome verdadeiro e artístico Thaís Felizardo
Contadora desde 2003, aos 21 anos
Aniversário 17 de setembro
Nasceu em Araguari/MG, mas os pais já moravam em Brasília
Comida preferida Todas!, e de tudo um pouco (risos) principalmente besteiras e petiscos
Bebida preferida Drinks. Mas em especial, caipifruta de morango
Qualidades Comunicativa e resiliente
Defeito Detalhista 
Precisa desesperadamente de deixar de brigar com o computador
Gosta de tudo que agrega
Detesta falsidade e indiferença
Diversão Todas possíveis!
Natureza Praia e campo; cachoeira e areia
Estação do ano Todas necessárias e lindas
Time "Uma vez Flamengo, flamengo até morrer!"
Rádios preferidas Nova Brasil e Verde Oliva. Ama MPB
Livro preferido na adolescência: O Estudante, de Adelaide Carraro
Outros livros que amou e se identificou: Toda a coleção Pollyanna e Olhai os lírios do campo, de Érico Veríssimo
História que mais gosta de contar Dundum Cererê (conto popular)
Profissão Professora da SEEDF desde 2001

A mineira Thaís Felizardo trabalha atualmente no CEU das Artes do Recanto das Emas com a comunidade vulnerável desenvolvendo diversos projetos sociais, inclusive com contação de histórias para crianças, adolescentes e adultos. Formada em artes cênicas e dança, pós-graduada em teatro, colabora de modo efetivo combate à violência e fomento da cultura local. Antes disso, se dedicou ao trabalho docente durante 13 anos como professora de capacitação para outros professores em oficinas pedagógicas, atual Centro de Vivências Lúdicas.

Participa do grupo Amigos das Histórias AAH (fundada em 1995), coordenado por William Reis, porém está afastada desde setembro de 2018 por motivos pessoais. É grata à Maristela Papa, quem a apresentou ao mundo das histórias e tornou possível sua inserção no mundo encantado, contribuindo sobremaneira em sua formação e missão de contadora agregada às práticas docentes.

Para Thaís, o importante na contação de história é o envolvimento do contador com sua apresentação. Sua entrega àquele momento é que faz a diferença no enredo e captura a atenção do público. 

Thaís conheceu a Menina Derretida e os outros livros da autora Giulieny Matos no curso de formação para professores contadores de histórias na Regional da Ceilândia. Se encantou de cara, é claro! (risos) Para a dinâmica professora, os livros trazem linguagem simples, poética, eficaz, capaz de encantar a todos.

Alegre, jovem, colorida e animada, deseja viver a vida e não apenas passar por ela. Ainda vive no mundo fantástico de Pollyanna, e continua sonhando em ser aquela menina organizada (rsrrsrs). Quando grande, até pensou em complementar seu currículo com mais um curso, o de pedagogia, só para ser chamada de tia pelos alunos. Sonha em ter mais filhos!, sejam eles vindos de onde for! 

Para finalizar, Thaís nos cumprimenta usando a expressão:

"Ubuntu"* 

Vinda da África do Sul, disseminada por um ativista social chamado Desmond Tutu, significa uma expressão humanista voltada para o bem-estar do outro, ou ainda "Sou o que sou pelo que nós somos".

Troféu de super contadora de histórias de Brasília 
para Thaís Felizardo