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sábado, 28 de janeiro de 2023

FABIANA SILVA, em "A Matemática conta!"


“Todas as nossas palavras serão inúteis 
se não brotarem do fundo do coração. 
As palavras que não dão luz, 
aumentam a escuridão.” 
Madre Teresa de Calcutá

RAIO X
Nome Fabiana Silva
Contadora desde 1998, em sala de aula
Aniversário 17 de janeiro
Nasceu em Brasília, no Hospital São Vicente* em Taguatinga. Afinal de contas, professor de matemática não é pessoa muito normal (risos)
Comida preferida caseira, natural, colorida e cheirosa
Bebida preferida suco de frutas naturais

Qualidades determinada, disposta, confiante e compromissada
Defeitos impaciente, hiperativa, extremamente exigente consigo mesma e com os outros
Ama desafios, novas aprendizagens, viajar e conhecer novas culturas
Detesta monotonia ou preguiça
Diversões teatro, cinema, ouvir histórias, praticar esportes (especialmente natação) e realizar atividades físicas ao ar livre

Praia ou campo? Praia
Estação do ano Verão! Onde haja sol, é pra lá que ela vai!
Time de futebol Atlético Mineiro (para agradar o Maridão - não se deve contrariar o amado! (Risos)
Rádio preferida Canção Nova
Programas de TV preferidos "Sorrindo pra vida” de Márcio Mendes; “Direção Espiritual” com Padre Fábio de Mello; Bis, pois ama música e show ao vivo; “Estúdio i” da Globo News

Participa da Associação Amigos das Histórias
Profissão atual Professora de matemática no Ensino Médio na rede Pública há 30 anos na SEDF, em sala de aula


Câmara Legislativa de Brasília
Dia Internacional do Contador de Histórias


Histórias que mais gosta de contar:
*35 Camelos de Malba Tahan; 
*Contos matemáticos e 
* histórias de Brasília

FABIANA CRIANÇA
Desde criança, sempre teve muita facilidade com os números. Era fascinada por desafios! Nunca entendeu o motivo pelo qual as colegas não simpatizavam com essa disciplina.

FABIANA PROFESSORA
Fabiana é professora de matemática do ensino médio em Brasília há 26 anos, na Secretaria de Educação do Distrito Federal. 

No início da carreira, com toda a empolgação dos 20 anos e amante da matemática, começou a demonstrar, para os alunos, todas as fórmulas a partir de gráficos e modelos geométricos.

Como professora a sua criatividade se superava, fazia esquemas mirabolantes e interligados com outras ciências para atingir seus objetivos em sala de aula e ajudar os estudantes.

Até que um dia... um estudante esperou todos saírem da sala, se aproximou e disse: "Fabiana, você é uma excelente profissional, nunca vi uma professora com tamanha dedicação, explicação maravilhosa e repleta de detalhes. O seu brilho no olhar e a empolgação contagiam a todos. Dá até vontade de aprender!...só que eu, não entendo absolutamente nada!"
Foi quando... ela percebeu que sua aula só alcançava os alunos os quais possuíam facilidade com os números. Como é uma pessoa persistente, começou a traduzir a matemática montando um verdadeiro dicionário dos símbolos e esquemas para torná-la inteligível aos alunos.

Num outro dia, outro aluno fez-lhe outra pergunta: “- Em qual momento da vida a senhora passou a gostar da Matemática? Qual foi o fator determinante?” Ficou pensativa, mas respondeu!

Ela nos revela ter compreendido que o mais importante, além de contar histórias, é fazer com que a matemática faça parte da vida do aluno.

FABIANA CONTADORA DE HISTÓRIAS
Em meio a esse processo, conheceu a Associação Amigos das Histórias (AAH) por intermédio da sua filha Maria Fernanda, contadora de histórias desde os 9 anos de idade, pois tinha de acompanhar a filha nos eventos. 

Mas foi em 24/11/2015, na I Mostra de Contadores de Histórias em Brasília, evento promovido pela AAH, quando conheceu pessoalmente outra pessoa... a renomada Rosanna Montalverne, contando sobre os 35 camelos de Malba Tahan. 

Sua mente e alma, naquele exato momento, despertaram-se para uma nova possibilidade de ensinar os alunos. Aconteceu um “clic”. Ela concluiu... “Eu também sou uma contadora de histórias e é isso que quero na minha sala de aula!"

FABIANA RENOVADA
A contação de histórias foi introduzida na sua sala de aula, entusiasmando os alunos sobre a origem dos números, desafios, histórias dos matemáticos famosos como Isaac Newton, Gauss, Euler, Laplace e Descartes. 

Para Fabiana, umas das coisas mais importantes na contação de histórias é a possibilidade de atravessar barreiras aparentemente intransponíveis na vida real, como visitar países sem sair de casa! 

"Então você pode viajar por meio das histórias, pode tirar o pé do chão e resolver conflitos interiores, não percebidos, dentro de nós mesmos." 

Acredita que por isso a afirmação - as histórias curam - é verdadeira. Para ela, que vive no mundo das exatas, as muitas histórias são novas possibilidades de poder viajar pelo mundo imaginário e real ao mesmo tempo.

*CURIOSIDADE LOCAL... o Hospital São Vicente nas décadas de 60 a 80 era uma maternidade, mas depois foi transformado num hospital psiquiátrico, e atualmente atende toda a região administrativa e entorno.

CONTATO
fabiana2007pires@gmail.com


🏆 TROFÉU DE SUPER CONTADORA DE HISTÓRIAS PARA FABIANA SILVA!


Biografia de Giulieny Matos - Clique Aqui!

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Presente pra Escritora 1 - Natal AAH

Confraternização de Natal dos Amigos das Histórias


O Natal com os Amigos das Histórias (AAH) é sempre muito divertido!

Colorido e alegre, com trabalhos lindos e muita perseverança, o grupo segue vencendo os desafios da saúde.

Aliás, qualquer evento com a Associação dos Amigos das Histórias é pra lá de excelente!

Por causa da pandemia 2020, nossa comemoração foi on line mesmo, 

com direito a amigo oculto e tudo mais! 


Esse foi o presente que recebi da minha querida amiga culta:

Mônica Papa da AAH

"Meu amigo oculto

É amiga de primeira,

Aqui já revelei

A admiro por inteira.


Gosta de contar e escrever histórias,

É membro da Associação,

Muito tímida, aqui chegou dizendo:

"Preciso aprender a contar minhas histórias.


Histórias que saíram do nosso quadradinho,

E o Brasil ela conquistou.

Mas te conto muito mais,

O mundo desbravou.


Ficou toda derretida...

Com a homenagem recebida.

No Sarau dos Amigos

É por todos reconhecida.


Hoje a timidez foi vencida,

Não fica mais caladinha.

Ela é toda tagarela

Nesta família colorida.


Minha amiga é goiana,

É mamãe nota 100.

Não se sintam excluídos.

Ainda sobre ela

Já foi Rainha da Primavera,

E nesta noite encantada

Nos mostra que somos todos especiais."


Com carinho,

De: Mônica Papa

Para: Giulieny Matos


VEJA MAIS:

Faça parte da Rede de contadores de histórias de Todos os Cantos


Projeto de Natal da Escritora Giulieny Matos na Penitenciária Feminina


Voltar para o início do Blog: 


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sexta-feira, 12 de abril de 2019

A PÁSCOA na casa da Vó Veneranda Berlanda - Sarau AAH 11-4-2019


A PÁSCOA
É uma das datas pela qual sou super apaixonada!

As comemorações da Igreja são maravilhosas para celebrar a vinda de Jesus ao mundo e o significado da sua paixão, morte e ressurreição.

Especialmente vinda de um lar católico, 
algumas tradições europeias eu vivi com muita intensidade na minha vida.

Uma delas está registrada na história acima, 
em comemoração ao 82º Sarau dos Amigos das Histórias de Brasília.

Na religião católica, o coelho é um símbolo que representa a numerosidade do povo de Deus, e a velocidade com a qual o amor de Deus se propaga entre os povos.

Assista o vídeo pra você fazer na sua casa como a Vó Veneranda fazia,
e esperar o coelho da Páscoa com muita serragem!

Sou Giulieny Matos,
Autora de literatura infantil.
Uma pessoa 100% brasileira!









segunda-feira, 18 de março de 2019

MEGR & EDSON, o amor completa!



MEGR & EDSON 

O AMOR SE COMPLEMENTA COM A CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

Moram no Guará e atuam em sua comunidade. Uma vez por mês se apresentam no espaço Lúcio Costa com o Projeto Histórias na Praça. Primeiro ele se apresenta, depois ela. Em várias oportunidades interagem juntos nas falas das contações. Os dois, além das atividades rotineiras, se doam para a propagação das histórias orais. Colaboram voluntariamente com a Companhia nos Trilhos da LeituraAssociação Amigos das Histórias e Programa Agentes da Mala do Livro, da Biblioteca Neusa Dourado, Biblioteca Nacional de Brasília e aparecem em eventos quando são convidados.

O combustível para Megr contar histórias vem da energia emanada dos olhares arregalados das crianças, isto lhe dá ânimo e entusiasmo para não parar mais. Para ela, essa energia, além de ser muito importante, é muito engraçada. Fica muito indignada quando, durante uma apresentação, as pessoas ficam conversando sem valorizar, sem respeitar quem está no palco. 

Em 2015 ela sofreu um abaulamento na coluna, ficando impossibilitada de retornar para salas de aula, sua paixão, além das histórias. Como já atuava num projeto na escola de musicalidade e usava muitas histórias, deu um upgrade e continuou a contar em sua própria escola além das outras atividades que exerce. Impossibilitada de dar as aulas formais, foi à procura de cursos e mais cursos. Conheceu a Associação Amigos das Histórias, o grupo Paephalantos, também de Brasília e outros contadores de histórias que a ajudaram. Depois de quase três anos nesta situação, tem procurado cada vez mais se aperfeiçoar na narrativa oral, realizando cursos e lendo sobre esta arte maravilhosa. Em 2016 foi readaptada e seguiu em frente. Na pós-graduação em “A Arte de Contar Histórias” escreveu seu artigo sobre sua vivência e a salvaguarda proporcionada pela contação de histórias. Atualmente é educadora político-social em gerontologia no Projeto de Extensão da UnB – UniSer e colaboradora do curso Abra Cadabra, onde contam histórias para alunos animados a partir de 45 anos. 

O que faz Edson se animar para sair de casa sábado de manhã e contar histórias para crianças, além da obrigação gostosa de acompanhar a esposa, (risos) é saber que vai fazer a diferença na vida de alguém. Certa ocasião Edson contava sua história preferida “O Elefantinho e a Hiena” numa escola pública. Uma criança se assustou tanto que ele quase perdeu a concentração. Ficou sem saber se socorria a criança ou se continuava a história. (risos) 

Por meio das histórias eles realizam o sonho de estarem juntos com as crianças e demais pessoas apaixonadas pelo mundo encantado da contação de histórias.

Troféu de super contadores para Megr e Edson!

RAIO X 
Nome Margarete Neres de Aquino
Nome fantasia Tia MEGr 
Condatora de histórias desde 1986 e lá vai bolinha, quando iniciou a dar aulas
Aniversário 1º de novembro

Nasceu em Nova Iguaçu/RJ
Profissão atual Professora do ensino especial
Comida preferida strogonoff e macarronada

Bebida preferida água e suco

Qualidade ajudar sem olhar a quem

Defeito não ver a maldade atrás dos olhos dos outros
Mais gosta de estar com a família
Detesta mentiras e ser enganada
Diversão sair com a família
Praia/campo campo
Estação do ano primavera
Time de futebol Brasil
Programa de TV os que a deixam alegre e desenhos animados
Histórias que mais gosta de contar “A Joaninha Diferente” de Regina Célia, autora de Brasília e “A descoberta da Joaninha” de Bellah Leite Cordeiro
Sonha com um mundo onde todos se olhem como irmãos


RAIO Y
Nome Edson Cavalcante de Araújo

Contador de histórias desde 2011

Aniversário 6 de julho
Nasceu em Teresina/PI
Profissão atual vigia de escola na SEDF
Comida preferida arroz, feijão e carne
Bebida preferida água
Qualidade amoroso
Defeito teimoso
Mais gosta família e futebol
Detesta ser ignorado
Diversão ver futebol
Praia/campo praia
Estação do ano verão
Time de futebol Flamengo
Radio preferida Nova Brasil FM
Programa TV qualquer um desde que seja esportes
História que mais gosta de contar “O elefante e a hiena”, do autor Nelson Mota
Um sonho viajar muito e conhecer o Brasil de ponta a ponta



sexta-feira, 8 de março de 2019

IVETE em... ERA UMA VEZ UMA BIÓLOGA

IVETE
Valente 
Pessoa 
Elegante 
Inteligente 
Competente 
Vem contar histórias 
E dar um beijo na gente! 
Urgente!

A BIÓLOGA
Ivete Valente, nossa oitava contadora de histórias homenageada, vem de uma trajetória bem curiosa. Sua formação no ensino médio foi em técnico de enfermagem, de modo que trabalhou em hospitais por um tempo. Mas sentia algo incompleto em seu íntimo, seu caminho ainda não seria bem esse. Formou-se em biologia, foi muito feliz trabalhando no Jardim Botânico de Brasília por 10 anos. Como bióloga, viajou o Brasil, participou de muitos congressos importantes e fez concurso para professora de biologia na Secretaria de Educação. Conciliou as duas funções até que, por causa da política, assumiu definidamente a profissão de docente. Sentiu de novo um vazio inexplicável. Sua missão ainda estava incompleta. Fez uma especialização em educação sexual. Colaborou na SEDF com projeto dedicado ao ensino médio por seis anos. Era a professora que agregava o conhecimento da enfermagem, da biologia e o da vida, fazendo a diferença na vida dos seus alunos.


RAIO X
Nome: Ivete Valente
Contadora de histórias desde: 2008
Público alvo: adulto
Tipo de comida preferida: baiana
Bebida preferida: cerveja
Praia/campo: praia
Estação do ano: inverno
Programa de TV: Altas Horas
Rádio: CBN
Diversão: tudo aquilo que a faz feliz, seja um passeio ou uma simples conversa
Qualidade: sempre alegre
Defeito: muito exigente
Desafio: não tomar decisões pelos outros
Sonho: Que a contação de histórias fosse para todos os alunos, sejam eles grandes ou pequenos, principalmente para os alunos EJA séries iniciais

A CHACOTA
A sua entrada para o mundo das histórias surgiu num momento muito engraçado. Cursos lúdicos geralmente não são oferecidos para docentes do ensino médio. Ivete sequer imaginava que tal curso existia, e se existisse, para que serviria, não é mesmo? O memorando para indicar um professor virou motivo de chacota na sala dos professores. A brincadeira da ocasião era “-Quem vai?”, Quem vai??”, e ela brincou: “- Eu vou!, essa vaga é minha!” Foi um burburinho divertido. A contagem de pontos estava a seu favor. Ela foi mesmo, sem a menor ideia do que viria pela frente.

O CURSO
Sentadinha bem bonitinha, no seu perfil adulto, na sala do curso. Quem chegou? Maristela Papa, toda fantasiada de uva, da roupa à sandália, e logo viria a contar uma história sobre vinho. “Que esquisito, eu hein!”, pensou ela, achando tudo muito estranho. Ocorreu um certo tumulto no início do curso. Professores demais para vagas de menos, brigando com unhas e dentes para poder ficar. Ela não estava entendendo nada daquilo, mas ficou quietinha.

Não gostou do primeiro dia. Sentiu-se sozinha, estava muito fora da sua realidade. Ali, naquele local, só existiam pedagogos. Continuou não entendendo nada daquilo, mas ficou quieta e também não ofereceu sua vaga pra outro. Quis dar a si mesma, e ao curso, mais uma chance. Voltou na segunda aula. Achou novamente tudo muito mais esquisito ainda, porém se apaixonou por aquela esquisitice tornando-se a aluna mais participativa, sem perder um minuto sequer das aulas subsequentes.

ABAIXO À HOSTILIDADE
O encantamento da literatura oral aconteceu com ela. Sua vida mudou. Foi a história do vinho, da Maristela! O curso de contação de história a transformara como professora. Antes ela era mais hostil e sisuda. Ficou mais suave, mais alegre em sala de aula, e mais aberta ao diálogo. Desde então aplicou seus novos conhecimentos em turmas do EJA, das quais recebe vários relatos de vida. Escreveu seu artigo de pós-graduação em “A arte de contar histórias” sobre esse tema. Os alunos, segundo ela, ficam esperando o dia da história. A porta encantada que se abriu à sua vida "é bem mais fantástica, prazerosa, lúdica e é vivida com muita responsabilidade".

AÇÃO!
Ivete gosta de contar histórias para adultos. Atua em aniversários, unindo a história de vida com a comicidade, trazendo alegria. Realiza abertura de reuniões para pais ou professores e se apresenta em datas comemorativas. Para o dia da mulher desenvolveu uma fantasia fifty/fifty, lado homem/mulher. 

Suas histórias favoritas para contar são “O caso do espelho”, um conto popular repassado pelo seu pai desde sua infância; “A moça tecelã”, de Marina Colassanti; e o conto da mitologia grega “Píramo e Tisbe”.

FRASE PARA OS AMIGOS CONTADORES DE HISTÓRIAS
“Quando me perguntam por que conto histórias, eu respondo: - Conto e ouço histórias para ser feliz.”
Troféu de super contadora para Ivete! 

Conheça também os contadores:
João do Couto, de Aragarças/GO

sábado, 2 de março de 2019

JOÃO DO COUTO, uma década contando histórias

João Luiz do Couto, de Aragarças/GO - Foto de Sheila Signatário

JOÃO DO COUTO, 
UMA DÉCADA CONTANDO HISTÓRIAS


DEZ ANOS VIVENDO DE ARTE 
João do Couto completa dez anos vivendo, literalmente, de arte. Atualmente ele é autor de 12 livros de literatura infantil e adulta, contador de histórias, professor de teatro na Prefeitura de Aragarças, apresenta peças teatrais juntamente com Vanessa Meriqui, sua parceira de sete anos; realiza oficinas literárias e de teatro para o público em geral, oferece formações para professores, expões em feiras de livros, em bienais e vai onde o vento o leva.

RAIO X
Nome João Luiz do Couto
Nasceu na beira do Araguaia
Viveu em São Paulo e Mato Grosso
Mora em Aragarças/GO
Contador de histórias desde 2008

Comida preferida é “simidão”, eu como!
Bebida preferida é vinho
Praia/campo Os dois, desde que faça sol
Estação do ano Quente
Gosta de viajar

Detesta o frio
Qualidade é de boa convivência
Defeito é não ter raízes. "Sou uma pedra que não ajunta lodo."
Um sonho: continuar sonhando
Tudo começou:
dois meses após a publicação do seu primeiro livro, "Um Menino Bom de Bola"

Histórias que mais gosta de contar: para crianças “O menino e o Bichão”, conto popular registrado por Câmara Cascudo. Para adultos, “O Matuto no Cinema”, história de origem paraibana, registrada por Jessie Quirino

Mensagem para os leitores:Um homem se molda por meio dos seus sonhos, é forjado por suas necessidades.” João do Couto

UMA DICA VALIOSA
João começou a contar histórias para divulgar seu livro. A vida literária de João do Couto começou após a publicação de seu primeiro livro, “Um Menino Bom de Bola”, em 2008. Recebeu uma dica valiosa do Humberto da livraria. Ele era o gerente , e perguntou a João se ele não contaria a história, pois seria um modo dele divulgar o livro novo. “– Então eu conto!”, respondeu João.

ESTRÉIA EM ALTO ESTILO
Agendou a apresentação para daí um mês. Nesse ínterim ensaiava e saiu a visitar os condomínios dos amigos a fim de convidar as pessoas para sua apresentação na livraria. João contava a sua história e convidava. Convidava e contava. De condomínio em condomínio. Não é que a estratégia deu certo! No dia da sua apresentação compareceu o maior público da paróquia! Isso lhe rendeu um contrato regular por um ano, tornando seu livro conhecido. Fez cursos e mais cursos para se aperfeiçoar fincando o pé no teatro também.

O PODER DA HISTÓRIA 
João partilha conosco um desafio marcante vivido na sua trajetória de contado. A apresentação foi na praça, numa cidade do interior. Todos prestavam atenção menos sete jovens encrenqueiros. Eles o questionavam o tempo todo, o desafiavam, falavam em voz alta que era tudo mentira o que ele estava falando.

Os organizadores perguntaram a João se ele permita retirá-los da plateia. João disse para deixá-los permanecer. Ao final daquela hora de apresentação, quatro deles já estavam junto ao seu baú de histórias. Os outros, meio com ciúmes deles sentados aos pés de João, saíram. O poder da história de João conquistou esses quatro jovens e a plateia pode ouvir a apresentação até o final com alegria.

ESPETÁCULOS 
Colcha de retalhos: Narrativa teatral intimista, acústico. Se apresenta em teatro lotado, mas também atende grupos fechados em domicílios.
Gamboa: Espetáculo musical sobre a saga de um poeta nordestino, que não se acomoda e luta para combater a injustiça social.

LIVROS PUBLICADOS 
Infantil e infanto-juvenil: Um Menino Bom de Bola / Guerreiros do Futebol / O Elefante Que Não Sabia Escovar os Dentes / Pepê Porquinho Porcalhão / Pitico O Menino Que Aprendeu a Voar / Diacuí O Peixinho Teimoso / Pedrão Quebra Pedra / E o pato? (poesia)
Adulto: Duas Taças
Outros: Organizador de Essa História Eu Conto Assim; participação em História Ao Pé do Ouvido

JOÃO ESTARÁ EM BRASÍLIA 
O convidado da Associação Amigos das Histórias, cujo Presidente é o músico e contador de histórias William Reis, já veio a Brasília duas vezes, mas bem corrido.

Desta vez quer conhecer tudo com calma!

João não atualiza o blog nem o face, mas se quiser entrar em contato, é muito fácil falar com ele pelo número de telefone 66 9 84290069. 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Alexandre Camilo, o fabuloso de Santos, São Paulo

Foto AAH/Brasília
“Quem conta uma história acende uma luz no mundo” - Alexandre Camilo

Raio X
Comida preferida Aquela que Deus abençoa
Bebida preferida Apaixonado por café!
Programa de TV Documentários e Jornal Cultura
Rádio Cultura FM
Defeito Muito exagerado
Qualidade Vontade de ouvir
Praia ou campo? Praia
Diversão Teatro e cinema
Mora em Santos e São Paulo capital (possui as duas residências)
Fato marcante A publicação do primeiro livro “Invenção da Palavra”, 2012


Livros publicados
Da Cor do Amor / Invenção da Palavra / O Dia do Amor / Recontando Histórias do Céu e do Mar / Ver com os Ouvidos e Escutar com o Coração

As atividades e linhas de ação
A Associação Amigos das Histórias traz a Brasília o fabuloso Alexandre Camilo como um dos convidados especiais o para a a comemoração do dia internacional do contador de histórias, curso de fábulas e aula inaugural de mais um curso de pós graduação organizado por Maristela Papa e William Reis em "A Arte de Contar Histórias", com cursistas de Goiás, Minas e arredores de Brasília.

Camilo é autor e contador de histórias. Formado em artes cênicas, especializado em storytelling. Seu trabalho atual é ligado intimamente à comunicação. Ama ser professor de storytelling em empresas e escolas para ajudar as pessoas a aprimorarem a comunicação no ambiente de trabalho ou estudo, ajudar quem tem dificuldades de se expressar por meio do estímulo à criatividade e à imaginação. 

A aplicação de suas técnicas possuem efeito positivo e imediato na vida dos participantes.

Alexandre Camilo já viajou para vários, vários lugares... muitos países e muitas mais, várias vezes, pelo Brasil. Para ele, “o maior tesouro de um lugar são as pessoas.” Ele já esteve aqui em Brasília, disse que gosta muito daqui porque "as pessoas são m a r a v i l h o s a s! Além do pessoal ser ótimo, a cidade é muito bonita!." Agrada-lhe falar sobre Brasília, pois disse que sempre foi muito bem recebido aqui.

Curso sobre fábulas em Brasília com AAH/2019

O curso de Storytelling oferecido por Alexandre Camilo possui três eixos principais:
1 - Despertando o seu Contador de Histórias
2 - A Jornada do Narrador
3 - Escrever, Contar, Comunicar!, concluindo com “Histórias que Curam”

De acordo com sua poética, “quanto mais esse mundo estiver iluminado, melhor ele vai estar para todos”, mais alegria, encantamento, coragem e cura as pessoas receberão.

Fiquei muito feliz quando descobri que tenho um ponto em comum com ele. Qual seria?... tentar ajudar as pessoas a melhorarem a comunicação...

Vamos receber sempre Alexandre Camilo com um café bem gostoso!

Temas centrais das apresentações de Camilo
1- Invenção da Palavra, baseado em seu primeiro livro;
2- Café em Contos;
3- O Príncipe Serpente. Viagem pela cultura e tradições indianas através de três histórias.
4- Gigante, Pássaros e Princesas
5- Reciclando Histórias. Enredo especialmente preparado a partir de histórias infanto-juvenis.
6- Palavras do Coração. Citação de autores de referência da literatura em um jogo verbal com trocadilhos, parlendas, trava-línguas.
7- Um mundo de Histórias. Apresentação de histórias da tradição oral de cinco continentes.
8- Recontando Histórias do Céus e do Mar. Os personagens Ventania, Maria Flor e Dequinha contam e cantam histórias de céu e de mar através de elementos simples e cantigas populares.
9- Especial de Natal.
Um curso com ele renova o ser!

Troféu super contador de histórias!

Clique aqui para conhecer a página do Alexandre Camilo http://www.contadordehistorias.com.br/
Contato (11) 9 9630-02694

Conheça também os contadores de histórias de Brasília, da Associação Amigos das Histórias:
MARISTELA PAPA clique aqui!
LEDA clique aqui!
LUIZ EDUARDO clique aqui!
GILBERTO E LEILA clique aqui!

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