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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Dica do Doutor Akazo: se precisar, leve logo ao psiquiatra!

 

Às vezes parece ser difícil admitir que seu filho precisa de ir a um profissional de saúde mental.

Mas acredite, você está a um passo de tomar a decisão mais acertada da sua vida.

Caso você, como mãe, encontrar algo que aparentemente não parece bem encaixado no comportamento do seu filho, não demore a levá-lo ao psiquiatra.

Não precisa ter preconceito.

Saiba que, quanto antes você conversar com um profissional da área mental (não vale procurar o padre, nem o pastor), mais rápido você poderá oferecer QUALIDADE DE VIDA para sua criança.


Professora, esse é um livro ótimo para brincar e falar de temas sérios como saúde!


Adquira o seu já - 61 981316214


@giulienymatos


Saber mais sobre o Doutor Akazo


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terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

A menina Derretida é...

¨

Professora, esse é um livro ótimo para o retorno às aulas!




tags: @giulienymatos,escola,livro,projeto pedagogico,choro, manha, manhosa, manteiga derretida,brasilia,criança,literatura,



 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Presente pra escritora é assim...

 

Este é o Daniel!

A sua mamãe, a querida Professora Leninha, me contou que o Daniel foi arrumar a mala para passear, e separou alguns livros que não saem da sua cabeceira...

Dentre eles... Mamãe Nota 100, A lagarta Vitória e Doutor Akazo, da escritora Giulieny Matos!

Isso que é presente de Natal para Escritora!


Feliz 2021!


Muito obrigada por esse presente tão lindo!!!!!!


"É linda essa história e trazem valores indispensáveis a vida. 
Em que o ser é mais importante que o ter. 
Numa sociedade consumista, esses valores precisam ser repercutidos aos 4 cantos!"

Professora Leninha

VEJA MAIS:

Presente para escritora 1


Projeto de Natal da Escritora Giulieny Matos na Penitenciária Feminina


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terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Presente pra Escritora 1 - Natal AAH

Confraternização de Natal dos Amigos das Histórias


O Natal com os Amigos das Histórias (AAH) é sempre muito divertido!

Colorido e alegre, com trabalhos lindos e muita perseverança, o grupo segue vencendo os desafios da saúde.

Aliás, qualquer evento com a Associação dos Amigos das Histórias é pra lá de excelente!

Por causa da pandemia 2020, nossa comemoração foi on line mesmo, 

com direito a amigo oculto e tudo mais! 


Esse foi o presente que recebi da minha querida amiga culta:

Mônica Papa da AAH

"Meu amigo oculto

É amiga de primeira,

Aqui já revelei

A admiro por inteira.


Gosta de contar e escrever histórias,

É membro da Associação,

Muito tímida, aqui chegou dizendo:

"Preciso aprender a contar minhas histórias.


Histórias que saíram do nosso quadradinho,

E o Brasil ela conquistou.

Mas te conto muito mais,

O mundo desbravou.


Ficou toda derretida...

Com a homenagem recebida.

No Sarau dos Amigos

É por todos reconhecida.


Hoje a timidez foi vencida,

Não fica mais caladinha.

Ela é toda tagarela

Nesta família colorida.


Minha amiga é goiana,

É mamãe nota 100.

Não se sintam excluídos.

Ainda sobre ela

Já foi Rainha da Primavera,

E nesta noite encantada

Nos mostra que somos todos especiais."


Com carinho,

De: Mônica Papa

Para: Giulieny Matos


VEJA MAIS:

Faça parte da Rede de contadores de histórias de Todos os Cantos


Projeto de Natal da Escritora Giulieny Matos na Penitenciária Feminina


Voltar para o início do Blog: 


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quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Diane Gregory, biblioteca e arte andam juntas

"Leia sempre! 
Você irá a lugares que nunca imaginou chegar!” 
Diane Gregory 


RAIO X
Nome Diane Gregory Mee
Nasceu em Niterói/RJ
Mora em Brasília/DF
Aniversário 20 de setembro
Família Marido e filhos: Juliana (37) e Gustavo (27)
Profissão Professora desde 1987
Lugar preferido Praia
Comida preferida Massa
Bebida preferida Água
Natureza Praia
Hobby Decoração
Estação do ano Primavera
Estação de rádio Nova Brasil FM
Programa de TV Jornal
Filme preferido Retratos da Vida 
Time de Futebol Flamengo
Ama Netos Giovana, Miguel e Manuela
Detesta Sujeira
Odeia Gente falsa
Não suporta Muita bagunça e barulho
Qualidade Bondosa
Defeito Crítica demais
Mania de Limpeza e arrumação
Medo de Barata
Um sonho Morar na praia

Semana Nacional do Livro e da Biblioteca 

(Decreto nº 84.631/1980) 

23 a 29 de outubro 

Continue lendo... 

Projeto "Hora do Conto"
Prof. Luciana contando histórias dentro da Biblioteca

A nossa homenageada de hoje, Professora Diane Gregory, foi parar na Biblioteca da 108/308 meio por acaso. Licenciada em história, lecionou por um bom tempo até ser convidada por uma amiga para montar uma biblioteca no Centro de Ensino na 113 Sul. E foi aí que se iniciou uma relação intensa de amor com os livros em maior escala.

“O que eu mais gosto na biblioteca
onde trabalho é o ambiente, 
tanto o físico como o profissional."
Diane Gregory

"...A biblioteca é linda, atraente, tem um jardim interno maravilhoso e os profissionais que lá atuam são de excelência... e o mais importante, nós nos damos muito bem! Parece que Deus escolheu aquelas pessoas para trabalharem lá, nesse momento, e na nossa gestão!”, nos conta.



Servidores da Biblioteca 304 Sul

Em sua sala de aula, Diane gostava de trabalhar com história, produção de textos e artes. Sempre arteira, na companhia da leitura, cultura e criatividade, montou com a amiga Mônica Serra a Biblioteca Cora Coralina Centro no Ensino na 113 Sul, onde trabalhou por 5 anos. 

No ano seguinte, convidada pela antiga diretora, professora Tatiana Eliza Nogueira (in memorian), foi parar na biblioteca da EQS 108/308 para, com ela, colaborar. “Nessa época eu já estava totalmente apaixonada por bibliotecas e pelos projetos que podemos desenvolver dentro delas. Infelizmente, Tatiana faleceu de repente e acabei assumindo a gestão da biblioteca junto com minha grande amiga Cláudia Nascimento,” nos conta. 

Apesar do fato trágico da morte precoce da antiga amiga e diretora da biblioteca, seguiu com afinco a missão a ela confiada. Lembra com alegria de ter conseguido fazer uma reforma na biblioteca logo que assumiu a gestão, com pouquíssimo dinheiro, e com muita ajuda dos amigos. “O espaço ficou lindo!” Atualmente, a biblioteca é dedicada à Professora Tatiana, com publicação da homenagem no Diário Oficial do DF.

Diane e seus filhos

O principal projeto é a ‘Hora do Conto’ que ocorre diariamente. São contadas histórias para os alunos das escolas públicas e depois eles têm a oportunidade de "turistar" entre as estantes e corredores para ler o que quiserem. As produções dos alunos, após as visitas, sobre as histórias ouvidas na biblioteca, são expostas em um varal permanente que enfeita a entrada do espaço. O projeto é aberto à comunidade também. 

Outro projeto interessante é ‘Férias na Biblioteca’. Ele é oferecido à comunidade nos meses de janeiro e julho, todas às sextas-feiras , quando contadores de histórias se apresentam para agraciar as crianças. Já o ‘Musicaldos’ acontece uma vez por ano. É uma noite mágica onde são servidos caldos variados e um(a) cantor(a) da cidade se apresenta para a comunidade.

O projeto ‘Bibliopizza’, em parceria com a empresa Pizza à Bessa, são convidados poetas, atores, contadores de histórias e cantores para uma noite cultural regada à uma ótima pizza e uma excelente roda cultural. Além disso, a Biblioteca recebe escritores e ilustradores para rodas de conversas com os alunos. Às vezes realizam lançamentos de livros, oficinas de formação de leitores, saraus literários e noites culturais com autores/contadores de histórias. 


Gestoras da Profs. Claudinha e Diane
Biblioteca Escolar e Comunitária da EQS 108/304 - Professora Tatiana Eliza Nogueira
Contato para parcerias: 993319638


Troféu de super Amiga da Biblioteca para Diane Gregory 


Já tem o seu livro? 61 981316214. Ligue já!

**Giulieny Matos* é escritora é membro da AAH, AIAB, com pós-graduação em contação de histórias pelo curso da Maristela Papa. Possui 13 livros publicados, sendo 4 bilíngues inglês/português e 2 em Braille. Em 2019 realizou exposição de trabalhos escolares realizados pelas escolas públicas na Biblioteca nacional de Brasília. Já foi homenageada na Biblioteca de Ceilândia, onde existe fila de espera para seus livros. Colaboradora da International Magazine IPA Brasil e do Portal JT NEWS. 


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Chamada para Whats’App
* Diane Gregory *,
Da Biblioteca Pública de Brasília
*Semana Nacional do Livro e da Biblioteca 2020*
Confira e deixe seu comentário para homenageá-la!
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sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Gislene de Souza, desde 1999 incentivando a leitura com a Mala do Livro

“A determinação é o toque de despertar para a vontade humana”.
Anthony Robbins
RAIO X
Nome Gislene de Souza
Nasceu em Teófilo Otoni/MG
Mora no P-Sul/DF
Aniversário 18 de julho
Família Esposo Edinaldo, com 32 anos de casados; três filhos: Giselma (29), Edgar (28), Edicley (26); seis netos: Kayke, Kauê, Kauã, Elisa, Emanuely e Laira.
Profissões Professora, desde os 13 anos pelo método Paulo Freire, Podóloga e Técnica de Enfermagem
Lugar preferido Seminário Redentoris Mater
Comida preferida Saladas bem temperadas
Bebidas preferidas Suco e Café
Natureza Corumbá e jardins
Hobby Ler
Estação do ano Primavera
Estações de rádio Verde Oliva e FM Nacional
Programa de TV Castelo Ratibum
Filme preferido O Livro de Eli
Time de futebol Vasco
Ama Sua história de vida
Detesta Corrupção
Odeia Desonestidade
Não suporta Mentiras
Qualidade Persistente
Defeito Perfeccionista
Mania de Querer que as pessoas aceitem sua ideias
Medo de Decepcionar os mais próximos
Agente Comunitário de Leitura desde 1999
O que mais gosta na Mala A pedagogia
Participa do Neocatecumenato, é multiplicadora do Hemocentro, membro do Ferrock (Festival de Rock e Recreação) e da AACONTE - Associação dos Agentes Comunitários de Leitura e Contadores de Histórias.
Um sonho Escrever Livros


#pela valorização do agente comunitário de leitura 

Agente comunitário de leitura desde 1999, Gislene não larga sua Mala por nada! Pelas contas, Gislene já deve ter emprestado por volta de 6 mil livros ao longo desses anos como promotora de leitura. O que nossa homenageada mais admira no Projeto da Mala do Livro é a pedagogia trazida consigo voltada a para integração do cidadão, não só com a cultura, mas com o universo. 

“A partir da leitura de um livro, muitas outras melhoras acontecem na vida das pessoas”, nos conta. Com orgulho registra para o Blog GM os muitos alunos formados oriundos, tando da sua comunidade, como de escolas públicas, com êxito alcançado no PAS e aprovação no ENEN, a partir de livros oferecidos por ela.

Gislene de Souza se tornou Agente de Leitura em 1999. Quando foi morar em Samambaia, recebeu a doação de uma Mala do livro de uma sobrinha, pois já trabalhava com cultura e gostava muito de ler, “só que ela não sabia que podia transferir a mala para outra pessoa. Desta forma, conheci a Mala do Livro e me apaixonei pelo programa!”



A Mala do Livro, sob a responsabilidade de Gislene, desenvolveu-se à medida que a dor em sua vida foi sendo substituída pela satisfação no fazer cultura. “Crescemos juntas!” 

Para que as pessoas pudessem ser beneficiadas com a leitura, Gislene levou a Mala do Livro para todos os lugares onde trabalhou: escolas dos filhos, Hospital Santa Lúcia, Posto de Saúde n° 6 (P-Sul), Faculdade Anhanguera, Hemocentro e até mesmo para os alunos do SENAC com as ações móveis e Casa Azul.


Realizou, e realiza, entre seus leitores, oficinas de xadrez, projetos integrativos, curso de patchwork, aulas de manicure e pedicure, aulas de depilação e de artesanato. 

Por seis anos manteve, dentro de sua casa, uma biblioteca com um acervo de 4850 livros! 

Havia dias que apareciam mais de 60 pessoas, vinham atrás desses livros. Gislene fazia lanche para receber os visitantes. A casa era lotada. "Não tinha paz! (risos), e nem horário! 11h da noite, aluno vinha atrás de livro para fazer trabalho, foi um tempo maravilhoso, agradeço a Deus!" 


#amorpeloslivros

A cada turma levada ao Hemocentro, um tema formativo era apresentado. Foram temas explorados por Gislene: combate à violência da mulher, ao suicídio, adoção de crianças, câncer de mama, de próstata e muitos outros temas, sempre usando como senha a campanha "Mala do Livro". 

Aos 51 anos de idade, Gislene conta com muitas conquistas. Formada em pedagogia pela Faculdade Anhanguera, exerce o ofício e a missão como professora. Formada também em Podologia pelo SENAC, consegue fazer extras atendendo em casa. Trabalhou como técnico de enfermagem no Homocentro, incentivando a leitura como medicina alternativa. 

Gislene participa do grupo do Neocatecumenato, é multiplicadora do Hemocentro, membro do Ferrock e da AACONTE - Associação dos Agentes Comunitários de Leitura e Contadores de Histórias.



A dor como divisora de águas na vida de Gislene

“Em um período muito difícil, talvez o pior que um ser humano possa sofrer, eu passei. Eu não tinha mais vontade de viver e nada mais me fazia ter alegria.
Para piorar a minha situação, a Mala do Livro recebeu uma nova funcionária. A novata visitou minha casa e detectou que a Mala estava sem uso e tinha até teia de aranha. De imediato, mandou recolhê-la.
Quando cheguei do trabalho, meus filhos me contaram que vieram e recolheram a Mala. Chorei muito. Fiquei muito aborrecida, porém foi um divisor de águas.
Maria José Lira, Gerente Geral da Mala do Livro, como mãe, quando ficou sabendo do ocorrido, devolveu a minha mini biblioteca domiciliar, só que ela fez melhor! Mandou pra mim uma nova mala e com o acervo renovado, cheio de livros de autoajuda, que me fizeram refletir e me ajudaram a sair daquele mundo sombrio no qual eu havia entrado.
A dor da perda dos livros da Mala me fez ver que nem sempre a dor vem para te fazer sofrer. A partir daí, dei um novo norte à minha vida! Hoje eu também ajudo pessoas.”
Relato de Gislene de Souza, Agente Comunitário de Leitura 

#maladolivro


Muito engajada em seu segmento de incentivo à leitura e pela valorização do livro físico, Gislene tem alguns livros de Giulieny Matos em sua Mala.  A experiência de ter contado com livros desta escritora local "trouxe alegria de poder indicar um livro legal para os leitores da minha biblioteca domiciliar que estão aprendendo a ler."


Que tal pegar um livro para ler?
Local: QNP 24, conjunto B, casa 12
Público alvo: infantojuvenil e adultos
Telefone: 9 8222-6018 
Instagran: @gisoyzay 


Troféu de super Agente de Leitura para Gislene de Souza 


Whats’App 61 981316214 

**Giulieny Matos* é escritora de literatura, mora em Brasília, é membro da Associação Amigos das Histórias de Brasília, membro titular da Academia Inclusiva de Autores Brasilienses – AIAB, com pós-graduação em contação de histórias pelo curso da Maristela Papa. Visita escolas e conta suas histórias por onde passa. *Títulos publicados:* As dez flores amigas em tempos de pandemia, Cadê Minha Mãe? (Ing/port/braille), Doutor Akazo (Ing/port), Somos Todos Especiais (Ing/port/braille); Mamãe Nota 100 (Ing/port), A lagarta Vitória, The Melted Girl, A Menina Tagarela, O Cardápio Maluco, A Família dos Carneirinhos Coloridos, A Menina Derretida. Blogueira do Portal JTNews e colaboradora da International IPA Magazine. 




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Chamada para Whats’App
Lindo relato de amor a partir do engajamento proporcionado pelo Projeto Mala do Livro na vida da querida *Gislene*.
Leitura e engajamento social curam até dor profunda!
*Mala do Livro, rumo aos 30 anos!*
Deixe seu comentário no link, ficaremos muito felizes!
*Giulieny Matos* 

sexta-feira, 26 de junho de 2020

Homenage a Jhon Maulén, Cuentacuentos de Chile

“Siempre tendré espacio para la narración. 
Es lo que me conecta con la tierra, 
mis raíces y emociones.”
John Maulén Cuentacuentos

RAYO X
Nombre John Maulén Zamorano
Nombre artístico Cuentacuentos
Nacido en Santiago de Chile
Vive en Comuna de Maipú, Región Metropolitana, Chile
Cumpleaños 22 de septiembre
Familia Una hija, Camila Maulén Rebolledo (21), estudiante de Antropología
Profesiones Abogado, Periodista y Actor
Lugar preferido Sur de Chile – Donde crece el Pewen (Árbol nativo)
Comida preferida Charquicán. Palabra que viene del quechua "charqui" (carne seca) y del mapuche "kan'kan" (asar)
Naturaleza Los bosques milenarios
Pasatiempo Tocar Guitarra
Estación del año La estación del polen
Estación de radio Cualquier Radio Comunitaria
Programa de televisión Dossier (Programa de noticias internacionales)
Película favorita La quimera del oro (Charles Chaplin)
Equipo de fútbol Cobreloa
Ama La sonrisa de los niños y niñas; La de los ancianos y ancianas
No le gusta El abuso de poder
Odia La violación a los derechos humanos
Calidad Amante de las cosas simples
Manía Hablar con los animales
Miedo a Perder a su unicornio (risas)
Participa del colectivo “Lo que cuenta el cuento”
Un sueño Vivir en una Suramérica y el caribe sin fronteras


En todo hay um comenzo
John Maulén, o Cuentacuentos, es nuestro homenajeado esta semana. Jhon comenzó su vida artística en 1983, como actor. En 1999 se convirtió en periodista y en 2010, hasta hoy, trabaja como abogado. Con tan gran experiencia, no puede alejarse del arte narrativo.

Jonh Cuentacuentos cuenta historias en distintos lugares. Antes de la Pandemia, las Plazas y calles eran los lugares preferidos. También en Universidades para profesoras. En salas de teatro y colegios. En las ollas comunes y aún encontra tiempo para realizar las actividades solidarias.

El encuentro con AAH
Maulén Zamorano se reunió con el grupo Associación de los Amigos das Histórias (AAH), de Brasilia / Brasil, a través de los miembros Fabiana Silva y Maria Fernanda, en una reunión internacional de narradores de historias, y pronto se identificó con el trabajo que realizan en Brasil.

En la companhía de su personaje Abuelito Tatá Tito, alegra a todos que pasan por las calles

Fabiana Silva e Maria Fernanda, las Amigas de las Histórias desde Brasil
“Todo se ocurrió en un mes correspondiente a la estación de primavera, en el aeropuerto de la tierra del Tawantinsuyo (Perú). Hasta ese lugar llegué con mi maleta cargada de cuentos. Me esperaba el abrazo de Ángel – un cuentacuentos de Perú—quien me presentó a dos sonrisas que lo miraban todo: Fabiana Silva y María Fernanda. ‘¡Oi como vão voces!; Tudo bem; ótimo conhecer a voces…’ y tantas breves frases mal dichas y clichés que utilizamos automáticamente cuando estamos enfrente a hermanas de Brasil.

Bambu Teatro, Eloy promove la unión entre narradores de historias de varios paises
“Así conocí a las embajadoras de los cuentos que venían de Brasilia a la tierra del SOL, así conocí el trabajo importante que realiza en la promoción de la lectura y los cuentos la AAH.

Por cierto, han transcurrido dos años de ese encuentro en que reafirmamos afectos y proyectos. Se extraña tanto a todas y todos los cuentacuentos que estuvimos en ese lugar invitados por Eloy Francisco, director de la Compañía Bambu Teatro."


Público Preferido?
Aunque a Jhon Cuentacuentos le encantan los niños y niñas, narrar para adultos mayores lo emociona. “La conexión con ellos y su historia es un homenaje a la memoria. Jugar como niños y niñas, divagando entre el presente y pasado, poniendo atención a los surcos en los rostros que son como letras impresas en los textos. Leer esas expresiones de tanta vida, tanto amor y sueños inconclusos. Vibro cuando realizo talleres de narración oral con nuestros amados viejos y viejas.”

La narración oral y los cuentacuentos son un universo creativo que deben desarrollarse sin censura.
Los cuentos nos permiten construir mundos mejores.
Los cuentos nos permiten construir mundos.
Los cuentos nos permiten construir.
Los cuentos nos permiten.
Los cuentos.
Los.
Cuentacuentos


Historia que más le gusta narrar
El Castigo de la Luna, “porque es una adaptación de un cuento infantil escrito por una amiga que ya no está, se trata de una importante escritora chilena con quien trabajé en mi juventud: Isidora Aguirre. Además, tiene una canción que la escribió mi hija Camila. Me permite co crear con los oyentes activos un bello viaje hacia los astros. Descubrir el les un lúdico cuento que toca el machismo y lo cuestiona, también visualiza el crecer colectivamente. Hablar de la Luna, de las dos y a las tres. Presentar a ese astro que a veces es inSOLportable cuando la Luna está llena. (risas)"



Conversión de Jhon a un cuentacuentos
En el año 1982, comenzando su juventud, trabajó con un actor, Manuel Escobar, durante cuatro años. Él tenía un personaje que se llamaba Tilusa. Con maquillaje de clown, se acompañaba de una muñeca de trapo, Alejandrina.

Alejandrina venia de una isla en el espacio tiempo de nombre Kamarundi. Los habitantes de Kamarundi decían que todo tiempo futuro fue mejor. Tilusa narraba cosas de la vida, del hombre y de la mujer, de los egoísmos, de la marginalidad y de la esperanza de un mundo mejor.

Tilusa en el período pos dictadura
Tilusa es uno de los primeros narradores escénicos en Chile (pos-dictadura) y “en lo personal, tengo el desafío de difundir su trabajo y su propuesta en el ámbito de la narración y de los relatos. Durante muchos años (20!) dejé el teatro por el periodismo y luego por el derecho, pero hace tres años hice una promesa, no abandonar esta hermosa labor mientras me siga emocionando el sonido de una trutruca (instrumento mapuche).”


Presentaciones clave
“En los espacios abiertos y con las educadoras. Tengo dos presentaciones que están muy presentes en mi corazón. Con los adultos mayores en Perú que terminamos bailando un bolero con una de las abuelitas y en Cuba, que termino todo con unas seguidillas de abrazos y besos (no eran tiempos de pandemia - risas) y algunos me contaron sus historias para que las difundiera por el mundo.

Supervivencia en tiempos de pandemia
“Con el colectivo "Lo que cuenta el cuento", que es un laboratorio de cuentos, hemos viajado a diferentes lugares. Hemos actuado en plazas y calles. En las ferias en cada uno de los espacios libres. Afora con la pandemia nos estamos reinventando y haciendo cuentos grabados en audio y en imágenes, con títeres y animación de objetos.”

Contato 
John Maulén Zamorano / Cuentacuentos
Whats’App +56 9 7241 4495
Fanpage loquecientaelcuento

Trofeo de super narrador oral de historias para John Maulén Zamorano


Somente acá!





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Whats’App Business + 55 61 981316214 

* Giulieny Matos es escritora de literatura infantil, vive en Brasilia, es miembro de pleno derecho de la Asociación de los Amigos de Las Historias, de la Academia Inclusiva de Autores Brasilienses - AIAB, con un posgrado en narración de cuentos a través del curso de Maristela Papa. Visita las escuelas y cuenta sus historias donde quiera que vaya. Títulos publicados: Dondé está mi Madre? (Ing / port / braille), Doctor Akazo (Ing / port), Somos todos especiales (Ing / port / braille); Mama Note 100 (Ing / port), The Victoria Caterpillar, The Melted Girl, The Chatty Girl, The Mad Menu, The Colorful Sheep Family. 






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sexta-feira, 19 de junho de 2020

Bem vindos alunos da JK e CCI e amigos da Dinorá Couto Cançado!



Link da Biografia da Dinorá aqui!




Todos nós temos algum tipo de limitação. 
Todos nós!
Mas podemos sempre melhorar e ajudar da compatibilidade e acessibilidade.

Saudações aiabianas!

Giulieny Matos

MENSAGEM DE DINORÁ

Giulieny, bom dia! Gostaria de partilhar com você uma alegria!

A minha entrevista que você publicou lá no seu blog já serviu como referencial teórico no 1º Curso de Inclusão Social Brasiliense, na 4ª Semana Nacional de Arquivos. Vou mandar o relatório para o Rio de Janeiro que sedia esta semana. 

Nós participamos, enquanto biblioteca Braille, e agora quem entrou em cena foi a AIAB, pois biblioteca está fechada, então quem promoveu esta quarta semana aqui em Brasília foi a AIAB. 

Eu escolhi alguns uns 20 arquivos para montar o arquivo Pérola, que eu faço todo ano, e você participa dele com aquela entrevista da minha vida que tá recheada de cenas de inclusão social brasiliense. 

 Então, foi um jeito mais lúdico que eu achei de passar o meu currículo para eles, em forma de seu arquivo precioso, que é o seu blog, por isso que ele entrou como fonte de pesquisa para esses estudantes da faculdade JK e CCI, 81 alunos. 

Com carinho,

Dinorá Couto Cançado
19/6/2020
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terça-feira, 2 de abril de 2019

ANÁLISE DA PROFESSORA NILVA MITRAL S. MONTEIRO PSICOPEDAGOGA sobre o livro "CADÊ MINHA MÃE?"

ANÁLISE DA PROFESSORA NILVA S. MONTEIRO 
PSICOPEDAGOGA

sobre o livro

"CADÊ MINHA MÃE?"



Transcrição do áudio datado 19/11/18


“... Eu estava lendo de novo o livro Cadê Minha Mãe... Fiquei aqui pensando sabe, nessa segunda vez que eu li o livro, fiquei lembrando das Fernandas, do João Paulo, da Iasmim, Caio, Priscila e de várias crianças na nossa escola... 

Neste livro o personagem não tem nome porque ele, ..., ele é todas as crianças que eu acabei de falar... e realmente é um tema difícil da gente tocar. Ele existe, está cada vez mais real na nossa sociedade, infelizmente! .... 

Eu vejo que este livro dá voz a essas crianças, dá elas o direito de opinar e de se expressarem como está descrito no Estatuto da Criança e do Adolescente, é primordial! Tem uma premissa de fala... quando a boca cala o corpo fala. ...E a gente tem visto muito, muito corpinho de criança falar na nossa escola. É lamentável! Dói! 

O “Cadê minha mãe” é uma oportunidade de colocar esse tema na mesa. As nossas crianças hoje são muito acessíveis. Elas são muito inteligentes. Elas são muito antenadas, e colocar um tema desse para discussão é incluir, é fazer a inclusão dessa criança no processo de sala de aula onde ela deve se perguntar como esse personagem do livro. Será que a mamãe daquele meu colega é igual à minha? Onde é que ela mora? 

Eu vou dizer... minha amiga,... essa sacada de fazer esse livro é muito genial!, porque é um assunto velado, né! Um assunto que parece um tabu. O que eu acho é que as crianças precisam ter a oportunidade de falar sobre isso. 

E como seria esta oportunidade? Como é que eu poderia colocar isso pra essa minha criança que passa por essa dificuldade? Como é que eu posso incluir essa situação numa sala de aula? A criança é tão espontânea, né! Como a gente já viu, na sala, na nossa escola, ela simplesmente fala: “- Minha mamãe tá presa. ”... e ela fala isso assim, naturalmente, numa rodinha de conversa. 

Como será bom ter esse livro para poder mostrar que além dessa criança da rodinha de sala de aula, existe um personagem de um livro infantil que passa pela mesma dorzinha que ela tem. 

Fiquei só pensando aqui sabe, dizem que os olhos são a janela da alma, né! ... E quando eu vejo os olhos desse personagem aqui, eu vejo ele na minha frente uma criança, sabe! ... que vive essa situação que está em prantos, que está em choro, que está triste. 

E, eu penso que, a partir dessa literatura, produzida por você, desse filho que você entregou para sociedade, é um início de um processo de cura, de libertação. 

Que coisa boa esse livro! Muito bom! “Eu quero ser forte, forte o bastante para esperar outro dia para estar com minha mãe.” Não importa onde a minha mamãe esteja. Eu vou estar aqui esperando por ela... e eu vou aprender a ser forte, com a minha vovó, com o meu vovô, com meu primo, com a minha professora, com meus colegas, e com o CADÊ MINHA MÃE!