sexta-feira, 28 de junho de 2019

Ivani Magalhães, pura força e alegria!


“Não há saber mais ou saber menos: há saberes diferentes!” Paulo Freire
RAIO X
Nome Ivani Magalhães
Nasceu em São Paulo capital, em 1978
Aniversário 18 de agosto
Lugar preferido seu quintal
Comida preferida estrogonofe
Bebida preferida água de coco
Hobby contar histórias
Estação de rádio 89 FM, “a rádio rock”
Programa de TV “Quintal da Cultura”
Filme preferido “O Jardim secreto”
Ama ficar com as filhas
Detesta falsidade
Qualidades saber ouvir as pessoas e ser positiva
Defeito procrastinação
Mania de comprar livros
Medo de não ter saúde para acompanhar o crescimento das filhas
Um sonho ingressar no doutorado em educação na USP
Família casada com o Renê há 21 anos (começou a namorá-lo aos 14 anos e aos 19 se casou com ele). Filhas Luana (16) e Laura (7)
Profissões Contadora de histórias, autora, professora universitária e de pós-graduação
Formação Psicóloga e pedagoga, mestre em educação
Participa da Academia Brasileira de Contadores de Histórias


Ivani Magalhães em Brasília para o evento internacional dos contadores de histórias

Indicada pela presidência e coordenação da Associação dos Amigos das Histórias para esta entrevista do bloco os contadores de histórias que participaram da comemoração internacional do dia do contador de histórias em Brasília em 2019, Ivani Magalhães é a homenageada desta semana.



IVANI FORÇA VITAL
Dotada de um carisma impressionante e uma energia que surpreende, Ivani Magalhães participa do nosso Raio “X” partilhando sua trajetória conosco. Ela é ânimo e alegria em pessoa. Apesar de ter trombofilia, uma doença crônica e incurável, a deixando vulnerável e predisposta à trombose, não se sente intimidada. Ela partilha conosco que já precisou ficar internada na UTI duas vezes, faz acompanhamento com médicos de três especialidades e exames de sangue regulares quase que semanalmente. Nada disso a impede de buscar suas realizações e projetos de vida. Confira, a seguir, a quão grandiosa é a colaboração social e o desenvolvimento intelectual de Ivani Magalhães!


AUTORA IVANI
Autora dos livros de literatura infantil "Minhoca Dondoca" (Giostri, 2012) e “Papelito – Uma história de amor com o meio ambiente” (Giostri, 2012) e co-autora dos livros "A arte de contar histórias: Abordagens poética, literária e performática" (Ícone, 2010); "Essa história eu conto assim" (Giostri, 2012); "Saracuteia - Cantos e Contos para os pequenos" (Bamboozinho, 2018). Participou da escrita de um capítulo do livro “Ler e contar histórias: Das experiências profissionais às vivências pedagógicas” (Pedro & João Editores, 2019).


MESTRE IVANI
Além de contadora de histórias, é professora universitária do curso de pedagogia há 14 anos. Ivani tinha apenas 26 anos quando assumiu sua primeira turma na universidade. Atualmente coordena e leciona no curso de pós-graduação na cadeira de “Linguagens da Infância”, curso projetado e criado por ela mesma e já está na 4ª turma!

Trabalha também com formação continuada de educadores, com palestras e oficinas ministradas em diversos municípios em quase todos os estados brasileiros.

Desde 2015 participa, como formadora, no “Curso de Formação de Contadores de Histórias” promovido pelo Sistema Municipal de Bibliotecas do Município de São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura. Ivani é responsável pelas atividades de extensão e de pesquisa ligadas à Brinquedoteca do UniÍtalo – Centro Universitário Ítalo Brasileiro desde 2008. Também leciona no curso de pós-graduação "A arte de contar histórias” (A Casa Tombada/FACON) desde a primeira turma em 2008.

 


CONTADORA IVANI
Como contadora de histórias ama contar para todos os públicos até mesmo bebês e idosos. Ivani desenvolve um projeto incrível de contação de histórias para bebês em parceria com a musicista Gislaine Caitano. Neste mês a parceria completa 6 anos!

É uma difícil escolha selecionar quais as histórias preferidas para contar. Mas diante da pressão (risos), revelou que para as crianças, ama contar “O caso do bolinho”, e, para adultos “A lenhadora e o rei”. Como contadora Ivani se apresenta com cachê. Também ama contar histórias, de forma voluntária, em bibliotecas públicas, escolas e hospitais.

 

CONTATOS
Mantém a página “Conta Comigo” no Facebook onde compartilha materiais sobre a Arte de Contar Histórias, Literatura Infantil e Mediação de Leitura.
Telefone 11 97477-1503
instagran ivani.m
facebook www.facebook.com/ciacantosecontos

TROFÉU DE SUPER CONTADORA DE HISTÓRIAS PARA IVANI MAGALHÃES!


quinta-feira, 27 de junho de 2019

GM no CNJ pelo pacto nacional pela primeira infäncia


Importante evento para o Brasil, as discussões sobre a prioridade absoluta para as crianças na primeira infância, Ali estavam presentes autoridades de todos os setores e sociedade civil de todo lugar do Brasil.

Estive presente para ouvir mais sobre os avanços sociais e pude saber mais sobre o encarceramento materno e em que ponto é possível contribuir para evitar a vulnerabilidade das crianças.

Meu trabalho consiste na quebra do ciclo da violência e na promoção da infância e da paz por meio da literatura.

Já conhece o livro CADE MINHA MÃE? Versão em inglês Where is my my mother?, sobre a separação abrupta de uma criança de sua mãe que vai presa. 

Adquira seu exemplar! 

É impressionante a quantidade de crianças que têm se identificado com o personagem da história. Temos que ajudar com a superação e a continuação da vida além cárcere, porque a pena não pode ultrapassar a pessoa do condenado.

Assista o vídeo!

Super abraço,

Giulieny Matos
giulieny.autora@gmail.com

Conheça e adquiria os livros da autora de Brasilia Giulieny Matos, só clicar aqui!
Entrega para todo o mundo pelos Correios.

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Mauricéia, vivas às libras e à classe hospitalar!


O importante é se comunicar!

Nome Mauricéia Lopes
Nome fantasia Mauri, Céia ou Ceinha
Contadora desde que se tornou professora em 1993
Nasceu em 1975
Aniversário 3 de dezembro
Comida preferida pamonha
Bebida preferida água de coco
Estação do ano primavera
Praia ou campo? Praia
Natureza? Pôr do sol
Hobby passear nos parques
Rádio preferida Nova Brasil
Filme preferido Black
Time de futebol Flamengo
Qualidade saber ouvir as pessoas
Defeito querer abraçar o mundo com as próprias mãos (risos)
Gosta de estudar
Ama aprender coisas novas
Detesta pedaço de cebola na comida
Odeia injustiça
Religião Católica
Profissão professora
Associações ou grupos que participa Pastoral dos surdos de Brasília, Mala do Livro, Projeto Também Quero Ler, edições 1 e 2,
História que mais gosta de contar A menina derretida, de Giulieny Matos
Gosta de contar histórias para seus alunos no hospital, para os surdos e surdocegos
Um sonho que todas as crianças tenham acesso à Educação

Mauricéia Lopes entrou na secretaria de educação do DF bem cedo, aos 18 anos. Sempre animada, perseverante e colaboradora, seu perfil pró-ativo vem conquistando inúmeros benefícios para os locais onde é lotada.

Com seu espírito entusiasta e sua rede de contatos, já montou várias classes hospitalares no DF. Conseguiu doação com arquitetos desde o projeto até os móveis. Faz parte da Mala do Livro, oferecendo ainda para os leitores sob sua responsabilidade mais uma opção de leitura. (Você quer ser também uma maleira! É fácil!) Sempre gostou de se atualizar e participar das formações oferecidas, se preocupando em anotar as novidades e repassar para quem interessar. Acredita na melhora e no desenvolvimento social.

Em uma dessas formações, anotava tudo e tirava foto dos slides como de costume, para registrar, aprender e revisar. A colega professora que estava ao seu lado a criticava e zombava de todo jeito, a ponto de Mauricéia parar de anotar e guardar sua companheira fiel, a maquininha antiga de fotografia; afinal de contas, ninguém, além dela, estava anotando nada. "– Pára de anotar isso, que perda de tempo, quando você fizer 10 anos de casa quero ver se vai continuar com essa dedicação!" Na hora do lanhe, na rodinha, para implicar, a bendita cuja começou a perguntar a uma por uma quanto tempo tinha de fundação! 8! 5! 7! 3! 4!, respondeu outra professora até chegar a vez de Mauricéia. A dita, com olhos enfurecidos diante da “novinha”, fez a pergunta que não queria calar: "- E você? – Dezoito!", respondeu e saiu.

Uma família bilíngue em libras! Casada, mãe de José, Mariana (minha afilhada) e Giana. Toda a família é bilíngue em libras, até a pequena Giana de 3 anos. Mauricéia e o marido atendem empresas e contratos como intérpretes em libras para eventos (Contactar Ilson, telefone abaixo).

Mauricéia participou como vice-coordenadora do Projeto literário Também Quero Ler! edições 1 e 2, onde foram levados, para cada projeto, mais de 2 mil livros de doação, 5 caixas box para livros (modelo caixa estante), contação de histórias, oficinas, dinâmicas e muitas aventuras.


Sei pai trabalhou na Unb até se aposentar. O sonho dele era que Mauricéia estudasse lá. Nunca nem sequer havia feito o vestibular, achando-se incapaz. Em 2014 houve uma seleção para mestrado UnB/UFMG, conseguiu a vaga e passou a frequentar as aulas mesmo grávida de Mariana. Concluiu o mestrado com o tema "O protagonismo de personagens negros em contos infantis: contribuições da análise do discurso crítica para o ensino de língua portuguesa em uma classe hospitalar" e recentemente foi aprovada para o doutorado, na UnB, que está cursando.

Precisando de intérprete em libras?
Falar com Ilson Telefone 61 99988-8577


Troféu de super contadora para Mauricéia! 


Entrevista concedida ao jornal do MEC sobre
 a importância da classe hospitalar para as crianças internadas:

Link do Youtubehttps://www.youtube.com/watch?v=nqKzyrHUK3E&feature=youtu.be
Áudio direto da rádio MEC: https://soundcloud.com/mineducacao/trilhas-da-educacao-professores-garantem-rotina-de-estudos-para-criancas-e-adolescentes-internados
Matéria MEC: http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=78311

*Giulieny Matos é autora de literatura infantil de Brasília. Títulos publicados: A Menina Derretida, The Melted Girl, A Menina Tagarela, O Cardápio Maluco, A Família dos Carneirinhos Coloridos. Lançamentos: Cadê Minha Mãe?, Doutor Akazo, Somos Todos Especiais e Mamãe Nota 100 (todos  em inglês/português). 





sábado, 15 de junho de 2019

terça-feira, 11 de junho de 2019

Tia Jê de Luiz Eduardo, BA


Foto by Nathy Fotografias
 Tia Jê, a contadora de Luiz Eduardo Magalhães
Por Giulieny Matos, de Brasília

Nome Jeane Cruz
Nome de artístico Tia Jê
Nasceu no ano de 1982 em Aracaju Sergipe
Aniversário 11 de junho
Lugar preferido Sua casa
Comida preferida Baiana
Bebida preferida Água
Hobby Contar histórias
Estação de rádio FM
Programa de TV Reformas de casa
Filme preferido Os baseados em fatos reais
Time de futebol Bahia
Ama Cantar e contar histórias
Detesta Mentira e preconceito
Odeia Falsidade
Qualidade Determinada
Defeito Ansiosa
Mania De ser perfeccionista
Medo de Cobra sucuri (risos)
Um sonho Ser reconhecida pelo seu trabalho e viver somente da sua arte
Família esposo Rodrigo (e grande amigo); filhos Sarah (15), Samuel (13) e Gabriel (5)
Profissão Professora
Jeane em Brasília, na FELIB - Feira Literária de Brasília, Praça dos Três Poderes
Jeane Cruz é um orgulho para Luiz Eduardo Magalhães, pois além de ser a primeira escritora de literatura infantil da cidade está sempre envolvida num monte de projetos sociais bem interessantes. Livros publicados: “O monstrinho Cruck”, a história de um monstrinho que invade o coração e altera os modos de meninos malcriados; “O branco de neve”, o drama de um bebê nascido albino na África.

Jeane Cruz no Museu Nacional, em Brasília
Além de professora, seu maior encanto é a contação de histórias. É uma fonte de prazer e de renda também. Fez especialização em histórias bíblicas, no qual aborda os valores. Se apresenta em eventos para pessoas das igrejas católica e evangélica. É especialista em fantoches, gosta de trabalhar com ventriculismo, recurso bastante utilizado em suas apresentações. 

Giulieny Matos e Jeane Cruz na FELIB
Conheça outros projetos realizados pela Tia Jê:
Foto by Nathe Fotografias

Chá das princesas
Bate-papo com as adolescentes de 10 a 16 anos sobre cuidados com o corpo e prevenção.

Chá das bonecas
Visa instruir as meninas sobre violência sexual e resgate da infância.

Encontro de carrinhos
Momento exclusivo para os meninos, oportuniza a infância, os valores dos brinquedos antigos, respeito ao próximo, higiene com o corpo e prevenção à violência sexual.

Tia Jê, contadora de histórias e autora
Conta histórias desde criança, ofício aprendido com a madrasta e escritora Jane Brasil de São Paulo.
Público preferido Infantil.
Realiza Palestras para pais e professores nas escolas.
Ministra Curso de contos e de musicalização infantil.
Atende em Congressos infantis como pastora de crianças.
Contato 77 999992771

TROFÉU DE SUPER CONTADORA DE HISTÓRIAS PARA TIA JÊ!

*Giulieny Matos é autora de literatura infantil de Brasília, membro titular da Academia Inclusiva de Autores Brasilienses – AIAB, com pós-graduação em contação de histórias pelo curso da Maristela Papa. Visita escolas e conta suas histórias por onde passa. Títulos publicados: A Menina Derretida, The Melted Girl, A Menina Tagarela, O Cardápio Maluco, A Família dos Carneirinhos Coloridos, Cadê Minha Mãe?, Doutor Akazo, Somos Todos Especiais e Mamãe Nota 100.


quinta-feira, 6 de junho de 2019

Ciro Ferreira, o milagre da fala

Foto de Gabriela Moraes

Pato Pedro, perguntou para o pato Pedra: 

- Quantas patas a pata Patrícia tem? 
Pato Pedra, respondeu: 
- Pata Patrícia tem tantas patas quanto pato Pedro tem! 


RAIO X
pelo próprio Ciro
Nome : José Antônio Ferreira
Nome fantasia: Ciro Ferreira Brincante
Contador desde: desde o tempo da guagueira
Nasceu em: Camapuã, MS, em 1969
Aniversário: 18 de outubro
Comida preferida: aquela que eu encontrar na panela
Bebida preferida: água
Estação do ano: todas! Adoro a mudança do tempo
Praia ou campo? Vivo no campo, adoro ir à praia
Natureza? Ouvir os pássaros
Hobby : aquele do menudo? Kkk...ficar em casa mesmo! 
Programa de TV: Cultura, o Musical
Filme preferido: Laranja mecânica
Qualidade: “Vou fazer um teste no inmetro, te falo! (risos)”
Defeito: “Acabei de arrumar, fui ao mecânico!”
Gosta de: cachorros
Ama: contar histórias
Detesta: quem maltrata animais e pessoas 


Profissão: professor de arte, contador de histórias e escritor
Participa: da Liga de contadores de histórias do MS e da Academia Brasileira de Contadores de Histórias ABCH
História preferida para contar: neste momento "Os Chifres da Hiena e outras histórias", de Mamadou Diallo, ganhado da Fada Merlinda, Leda del Magro
Um sonho: participar da caravana de contadores de histórias de Brasília
Como conheceu a Associação dos Amigos das Histórias de Brasília - AAH? Pelos blás, blás, blás do mundo dos contadores de histórias. Minha amiga Anne Beatriz, acreditei nessa, também.

CIRO FERREIRA BRINCANTE
Ciro Ferreira, o Brincante, conta histórias para mamando a caducando. Além de ser apaixonado por trava-línguas, ama viajar pelo Brasil ouvindo histórias de uns e contando histórias pra outros. Sentar-se na beirada de um rio e papear com o ribeirinho, andar pelas aldeias ou praças das grandes cidades, completa sua vida como contador de histórias. 

A trajetória de Ciro Brincante é inacreditável! Superou a gagueira de infância aos 35 anos, após frequentar cursos de teatro e circo. Viveu a primeira parte de existência na busca incessante da oralidade. Foi ouvindo Francisco Gregório e Raquel Nader que sua mente despertou para se tornar um contador de histórias. Ali, durante um evento do Pró-Ler em Mato Grosso do Sul, foi tomado pelo poder da palavra na contação de histórias. Aprecie a reportagem sobre a contação de histórias de Dourados (Academia Douradense de Letras, 2019). Créditos TV Mirena.

 

Nada surgiu de repente. A primeira parte do processo foi superar a gagueira. Seu maior desejo era falar. Depois foi buscar informações (no Google?!?!! risos) e descobriu ser, desde pequeno, a platéia de sua mãe. Só não sabia, até então, que aquilo que mamãe fazia era contação de histórias. Resolveu se aprofundar e estudar. Procurou as teorias, os mestres e gosta de respeitá-los sempre. Cita seus mestres Francisco Gregório, Lenice Gomes, Maristela Papa, Amelita (sua mãe), Raquel Nader e Eduardo Galeano. 

Medo de se apresentar em público nunca teve, nem enquanto gago. “Gago não tem medo de nada, nem de falar! - risos). Publicou quatro livros das suas tantas histórias e têm outras tantas que conta para não morrerem nas gavetas. Seus títulos publicados são: "A história do vô Pedro, 30 trava línguas triturados, Joaninha, a gotinha rebelde e Onde está?" A publicação é muito difícil, afirma. 


Ciro esteve na Semana Internacional dos Contadores de Histórias de Brasília de 2019, trazendo para partilhar conosco sua alegria, encantamento e brincadeiras. Para saber mais sobre o evento clique aqui! 

Nosso homenageado da semana se apresenta em qualquer canto, em escolas, instituições e até em sua casa para seus cinco cachorros (risos). O cachê é negociado de acordo com o evento e também se apresenta voluntariamente em algumas instituições sem fins lucrativos. 

Contato
www.brinquedosanto.blogspot.com.br
67_99606 9839
paraciro@gmail.com
Instagram: @cirobrincante
YouTube: ciro ferreira contador de histórias


Troféu de super contador para Ciro Ferreira! 

*Giulieny Matos é autora de literatura infantil de Brasília, membro titular da Academia Inclusiva de Autores Brasilienses – AIAB, com pós-graduação em contação de histórias pelo curso da Maristela Papa. Visita escolas e conta suas histórias por onde passa. Títulos publicados: A Menina Derretida, The Melted Girl, A Menina Tagarela, O Cardápio Maluco, A Família dos Carneirinhos Coloridos, Cadê Minha Mãe?, Doutor Akazo, Somos Todos Especiais e Mamãe Nota 100.