segunda-feira, 31 de março de 2025

GM no II SIMPÓSIO DA ACADEMIA INTERNACIONAL DE DIREITO E ÉTICA



Foi muito emocionante a oportunidade de vir como palestrante e mediadora no II SIMPÓSIO DA ACADEMIA INTERNACIONAL DE DIREITO E ÉTICA, realizado no HOTEL SAN MARCO em BRASÍLIA/BR. o evento foi organizado pela ACADEMIA INTERNACIONAL DE DIREITO E ÉTICA e aconteceu entre os dias 29 e 30 de novembro de 2024.

 




Na ocasião, tive a oportunidade de falar sobre alertar sobre a importância do Estado em definir políticas públicas adequadas para as crianças filhas de ricos ou pobres, especialmente para a proteção da criança filha de pessoa presa que já se encontra inserida em uma situação de vulnerabilidade psicológica, sociológica e econômica.


Na ocasião foram dadas posse a novos membros vindos de outros Estados.

Agradecimentos especiais a Dr. Hélio/RJ, Dr. Mazo/DF e Dra. Valéria de Mato Grosso.











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sábado, 8 de março de 2025

Dia Internacional da Mulher desde jovem!


Importa muito saber desde jovem ...

Vestimos jeans porque alguém lutou por isso. As calças compridas foram uma conquista. A primeira revista importante que publicou uma foto de uma mulher em calça de alfaiataria foi super criticada, mas valeu a pena.


Votamos nas eleições porque alguém lutou por isso. Aliás, sendo mulher, deveríamos votar em mulheres como prioridade, pois somos maioria. Inclusive, a representatividade nas casas legislativas, em 2025, ainda é ínfima. Sempre vale a pena lutar por um mundo melhor.



Estudamos porque possuímos inteligência. Diferentemente do que a sociedade machista pregou por séculos, somos aptas ao pensar. Os escritores, músicos, vários profissionais eram homens. As mulheres, para terem sua criação divulgada ou reconhecida, precisavam ceder sua obra para o irmão, marido ou editor. Veja a irmã de Mozart.


Alcançamos independência financeira porque algumas de nós forma para as fábricas trabalhar, exigiram banheiro, disseram não ao assédio sexual, e morreram por isso. Há quem ainda deseje as escravas do lar sem reclamar, sem discutir, sem qualquer tipo de reconhecimento ou divisão se tarefas.




Profissões exclusivamente masculinas tiveram de inserir a farda feminina. Imagino a face de espanto de quem viu, pela primeira vez, uma policial feminina fardada nas ruas.


Viva às mulheres!
Que sejam cada vez mais admiradas e respeitadas.
Sempre se lembrem de que a luta é nossa.
Sejamos generosas umas com as outras.

Com carinho,

Giulieny Matos


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