Mostrando postagens com marcador bonequeira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bonequeira. Mostrar todas as postagens

sábado, 4 de fevereiro de 2023

Dalci Brincante, mestra bonequeira e contadora de Anápolis


"Todos os segmentos da arte precisam ser valorizados!"
Dalci Barbosa

RAIO X
Nome Dalci Barbosa
Nome artístico Dalci Brincante
Nasceu no dia 27 de dezembro em Bambuí/MG
Mora em Anápolis/GO

Natureza Vida
Infância Pé de manga
Comida preferida Simples e caseira
Bebida preferida Água

Qualidade Determinada
Defeito Dificuldade em delegar
Mania de Molhar as plantas assim que acorda

Ama Arte por toda parte
Detesta Falta de compromisso
Público preferido Qualquer idade

Profissões Pedagoga, ventríloca, bonequeira, oficineira, contadora de histórias, escritora, ilustradora e ainda possui, segundo ela mesma, ofício de "cantadeira"

É membro efetiva da Associação Amigos das Histórias. 

Das mãos da queridíssima e famosíssima Andrea Souza recebeu o prêmio Baobá em 2020, lá em São Paulo.

Sua missão: Divulgar a cultura popular em suas andanças

Conheci Dalci numa tarde maravilhosa no Shopping Pátio Brasil, num evento organizado pelos Amigos das Histórias de Brasília em homenagem ao Dia Internacional do Contador de Histórias. Dalci adotou o livro a Menina Derretida em suas contações de histórias e se alegra com essa menina chorona com quem tantas crianças se identificam rsrsrs.

Dalci usa a arte em todos os segmentos de sua vida e de sua profissão. É mestra em fazer bonecos (teatro de bonecos). Aplica a música, as artes cênicas e a dança em suas apresentações. Escreveu e ilustrou um livro infanto-juvenil sobre Anápolis junto com duas amigas, Alice e Heloísia. Participou de antologias como o SOS Terra, de um grupo de Anápolis.

Nos dias 31/8 e 1º/9/2019, com a presença dos Amigos das Histórias (AAH), com Maristela Papa e contadores de mais Estados, Dalci realizou, com muito sucesso, o 1º Encontro de Contadores de Histórias de Anápolis/GO – ‘Anápolis Conta e Canta Histórias’ no Parque Ambiental Ipiranga e inaugurou o espaço cultural Balaio Encantado no Bairro de Lourdes, onde pretende estruturar a “Escola de Bonecos”, cujo objetivo é ensinar quem quiser a fazer bonecos com valores acessíveis e oferecer qualquer curso voltado para as artes em geral. 




Em Anápolis, todos amam circo,  porém o espaço da arte na cidade está sendo redefinido, e é aí que Dalci Brincante entra com a expectativa e o desejo profundo de reafirmar a contação de histórias nas escolas, nos parques, nas praças, nas empresas, para o público em geral, como uma ferramenta de amor. Já houve um avanço e uma conscientização por parte da Secretaria Municipal de Educação de Anápolis, pois o município está com um projeto super legal para as crianças. Um concurso de contação de histórias chamado “Ler por Prazer!”, com premiação e tudo mais para os contadores mirins. 

Em Anápolis, Dalci recebeu um prêmio do Grupo Guaya

Nossa querida Dalci Brincante afirma veementemente que todos os segmentos da arte precisam ser valorizados, não somente o circo, mas a dança, a cultura popular, a contação de histórias, os brinquedos populares etc.

Captura by Fotógrafo Cristiano Nascimento

Uma pegada super interessante é que a Dalci confecciona os próprios bonecos com os quais se apresenta! Todos são caricaturas de alguém. Já usou até a caricatura do William Reis (risos!). A mestra Dalci é ventríloca, bonequeira e também contadora de histórias. 

Em seu ateliê, apresenta para os alunos e pessoas interessadas, os bonecos dos Mestres Zé Lopes, de Glória de Goiatá/PE e de Miro, de Carpina/PE, por quem tem grande admiração e teve o prazer de conhecê-los pessoalmente. É a arte interagindo entre os cantos do Brasil. 

Quem é mais famoso?!? O atrevido do Tunico, é claro!

Um de seus personagens, o Tunico, é um menino muito atrevido e metido a sabichão. Com ele, Dalci encanta adultos e crianças que juram ser o boneco algum um tipo de Pinóquio. Repare no diálogo do Tunico com sua Mestra Dalci: 

“- Dalci, falaram que eu sou feio!
- Tunico, você não é feio, não! Você é apenas 'diferente'!
-Então, que tanto de gente “diferente tem aqui hoje!” 


Profissão pedagoga para alunos de 6 a 80 anos,  Dalci possui experiência incrível de mais de 20 anos dentro da escola, desde o infantil ao EJA. Atuou praticamente em todos os cargos, nunca quis ser diretora. Gostava mesmo é de dentro da sala de aula, juntinho com o povo!

Percebeu ser um contadora de histórias quando, ao narrar uma história para um menino, muitas outras crianças se ajuntavam para ouvi-la. Certa vez contou uma história inteirinha apenas com folhas em branco na mão, fingindo lê-las. As crianças queriam, por tudo, achar as figuras! (risos!



Gravou dois CD’s: Balaio de proezas 1 e 2. 

O primeiro é mais folclórico com músicas, histórias e trava-línguas. 
O segundo continua na linha da cultura, mais focado nas músicas. 
O terceiro... surpresa! Está a caminho!!!

Nos seus dois CD’s os instrumentos são os mesmos usados nas ruas da cidade. Sanfona, triângulo, viola. Todas músicas autorais. 
A direção musical é de Giovanne Tronconne. No violão e percussão, músico Cláudio Lima e na sanfona, Gustavinho da Sanfona. 



Desde criança gostava de desenhar e moldar barro. A partir desse dom nasceu o primeiro livro, nasceram os primeiros bonecos, as primeiras músicas e as primeiras histórias. A mãe de Dalci contava histórias debaixo do pé de limão para fazer as refeições e conversar. Por um tempo, foi o momento familiar sagrado e amoroso.

Houve uma professora que marcou Dalci para sempre! Uma vez por semana, a professora Benoate reunia a turma ao final da tarde debaixo de um pé de eucalipto. A voz de Benoate era rouca, meio grave e melodiosa. 

Ela tinha um livrão grandão. Em cada encontro contava um pedaço da história do livrão e parava a leitura deixando um marcador de páginas todo enfeitado na devida página, e dizia “ – Semana que vem, continuo a história!”

Isso era de enlouquecer as crianças. 
Dalci dava o maior valor nesse momento e ficava ansiosa esperando o encontro da semana seguinte. Muita herança e muita arte! 

  
Escritora Giulieny Matos e Dalci Brincante
Troféu de super contadora de histórias para Dalci Brincante!

Dalci Brinante esteve em Brasília para a comemoração do Dia Internacional do Contador de histórias.

Contatos
Telefone 62 9 8143-9362
Facebook Dalci Brincante


Giulieny Matos lança o livro SOMOS TODOS ESPECIAIS para a semana da inclusão.





Vendas Whats'App + 55 61 9 81316214

Assista a reportagem no DFTV sobre um de meus livros!


sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Manu Chagas, ponte cultural BSB-RJ

“O não me impulsiona para o sim!” Manu

RAIO X
Nome Emanuelle Pereira Chagas 
Nome artístico Manu Chagas
Nasceu em Brasília
Aniversário 3 de novembro
Lugar preferido Sua casa, cheia de filhas e neta
Comidas preferidas Macarrão, farofa de ovos, galinha guisada e banana frita
Bebida preferida Suco de abacaxi com hortelã 
Natureza Mar e cachoeira
Hobbies Ler, cantar e cozinhar
Estação de rádio Nova Brasil FM
Programa de TV “Hora Rá Tim Bum”
Filmes preferidos "Em busca da felicidade", "Em algum lugar do passado" e "Dirty Dancing"
Time de futebol Flamengo
Ama Criar
Detesta Gente falsa e mentirosa
Odeia Injustiça 
Qualidade “Sou idiotamente otimista!”
Defeito Muito intensa
Mania de cuidar de todo mundo
Medo da morte
Família Marco Oliveira (marido); Maria Eduarda (23); Larissa (18); Maria Fernanda (2); Manuela (neta de 9 meses); Felipe (genro)
Profissão Professora desde 1998
Contadora de histórias e arte educadora desde 2003
Participa da AAH desde 2015
Um sonho Publicar suas histórias

MANU CHAGAS, nossa homenageada da semana, aprecia o olhar de quem ouve a história. Durante a conexão entre o contador e o ouvinte acontece uma troca de energia muito positiva. Para ela, “é uma grande responsabilidade fazer o outro acreditar naquilo que você está contando.” Manu atualmente é uma ponte de troca cultural entre Brasília e Rio de Janeiro. É um leva e traz sem limites... (risos) Continue lendo e saiba mais sobre essa conexão!



MANU RECIFE
Manu morava em Recife. Tornou-se professora muito cedo e, de cara, precisou fazer dar certo uma turma mista com alfabetização defasada. Cada criança possuía uma característica diferenciada e precisava de uma forma diferente de adquirir os códigos de linguagem para desenvolver o processo de ensino-aprendizagem. Manu encontrou na narrativa essa possibilidade. Começou a contar histórias para que seus alunos pudessem se encantar e compreender melhor o assunto. A partir da observação individual acerca da vida dos alunos, realizou uma construção coletiva de suas histórias de vida. Os relatos transformaram-se em livros que foram utilizados durante o ano letivo, alfabetizando-os, com sucesso, usando suas próprias histórias.

MANU RIO
Convidada a ser parceira de música num simpósio internacional de contadores de histórias no SESC de Copacabana, Manu Chagas mudou-se para o Rio de Janeiro. A atividade inicial da turma foi contar a história do lugar onde moravam. Produziram o tema da mãe terra contada ritmada com música popular de Pernambuco: coco, maracatu, ciranda, xote e baião. Mais um sucesso!

O senso de pertencimento àquele mundo literário a conquistara de tal modo que não quis mais voltar para Recife. Participou da FLIP em Paraty. Na Bienal do Rio contou histórias ao lado de grandes personalidades da literatura como Ziraldo e Bia Bedran. Apresentou-se no programa de TV “ABC do Ziraldo”, Zé Zuca, Baú que Canta e Conta, dentre outros. Participou de grandes espetáculos como "Show Brincantar" no Teatro dos Quatro na Gávea, no teatro de fantoches e de bonecos. Tornou-se bonequeira. No aterro do Flamengo participou e realizou muitas peças de teatro acompanhada dos bonecos por ela mesma produzidos. Mais sucesso seguido de outros sucessos!

Em nova fase, desenvolveu um projeto de formação de professores cujo objetivo era transformar a rotina cansativa de uma sala de aula em momentos que valem a pena serem vividos todos os dias. Com os grupos o Embala Embola, e Baracafuzada, viajou pelo Brasil afora formando professores na arte-educação e musicalização com foco na sala de aula, para criar recursos e ludicidade. Como resultado, viu muitos professores transformarem para melhor sua prática de ensino e muitos desses profissionais hoje em dia trabalham com a narrativa pelo Brasil afora também. Sucesso! Sucesso! Sucesso!

Gravou programas na rádio Nacional do Rio de Janeiro e em outros muito bacanas como a Rádio Maluca do Zé Zuca.

Manu bonequeira, apresentações teatrais

MANU BRASÍLIA 
Após toda essa intensidade de vida, decidiu retornar para sua cidade natal. Reassumiu funções escolares no Marista e no Santa Rosa. Seu lado de contadora de histórias ficou adormecido até ter sido convidada por Marize Papa para conhecer o sarau de histórias no Taguaparque. Ao chegar lá, ficou encantada. Foi-lhe dada a oportunidade de contar história no instante que chegara e percebeu o quanto aquele momento a fez feliz. Não parou mais. Aos 40 anos engravidou e teve Maria Fernanda (hoje com 2 anos). 

Sarau no Taguaparque
Taguatinga Norte
Toda segunda 5ª feira do mês de 19h30 às 21h
Evento gratuito, lanche coletivo

É eternamente grata a Maristela Papa e William Reis por a terem reinserido na contação de histórias em Brasília. Continuaram a pegando pelas mãos e, graças a eles, Manu não desistiu de fazer o que nasceu para fazer... contar histórias! Pela AAH participou da homenagem na Embaixada de Portugal pelo reconhecimento do contador de história de Brasília; da maratona de contos nos dias nacional e internacional do contador de história; na maratona de contos do Taguatinga Shopping pela Associação dos Amigos das Histórias (AAH).

Recentemente colaborou na gravação do mais novo programa nacional de contação de histórias “Bi, bi! Vem história por aí!” ( Rádio Nacional AM/FM)

Projeto Agenda 21
Participou, juntamente com William Reis, do projeto da Agenda 21, onde contaram histórias nas escolas de Goiás, no entorno de Brasília. “Brasília está crescendo agora e eu quero crescer junto com ela!”, afirma Manu.

Atualmente coordena o grupo CIA Prazenteiros em Brasília, no qual, além de voluntariado, se apresentam por cachê em festas, escolas, congressos educacionais. Onde a chamam, já se põe a caminho. Artista não vive de vento, vive de arte! Valorizar a profissão é fundamental, pois as pessoas nem sempre sabem quanto esforço, treino, estudo e formação são necessários para que um profissional se apresente para o público.

Detalhes importantes!
O público preferido de Manu são as crianças de 0 a 100 anos, ou mais!
Ela cria histórias todo o tempo... Sente, emociona-se, e pronto. Nasce uma contação de histórias! 
Mas costuma contar... Caraminholas em Malaminholas” (autoral); “O rei e o pescador” (conto popular, pesquisa de Luis da Câmara Cascudo); “A Lua, o Sol e a Água” (conto popular africano) e “A Joaninha que perdeu suas bolinhas” (autoral).
Contou a história do livro "A Menina Derretida", autora Giulieny Matos (adotado em SP) em um condomínio e a menina se derreteu!

Contato: 61 9 8176-7076
CIA Prazenteiros em Brasília
Face/Instagram Manu Chagas


Troféu de super contadora de histórias para Manu Chagas!

***********



Lançamento Nacional!