terça-feira, 24 de setembro de 2013

Devoção ao Divino Pai Eterno

Consagração e Novena ao Divino Pai Eterno

DIVINO PAI ETERNO,
Aqui estamos para prestar-vos a nossa homenagem.
Nós cremos em vós, Pai Eterno, nosso Pai e nosso Criador.
Confiamos em vossa bondade e poder.
Queremos amar-vos sempre, cumprindo vossos mandamentos e servindo ao vosso Filho Jesus, na pessoa de nossos irmãos. Nós vos damos graça pelo vosso amor e pela vossa ternura.
Vós nos atraís ao vosso Santuário e nos acolheis de braços abertos. 
Vós nos guiais com os ensinamentos do vosso Filho.
Nosso Senhor, e nos dais sempre o vosso perdão.

DIVINO PAI ETERNO, QUEREMOS CONSAGRAR A VÓS:
Nossas famílias, Para que vivam em paz e harmonia;
Nossas casas, Para que sejam iluminadas pela vossa presença.
Nossas alegrias, Para que sejam santificadas pelo vosso amor.
Nossas preocupações, Para que sejam acolhidas em vossa bondade;
Nossas doenças, Para que sejam remediadas com a vossa misericórdia;
Nossos trabalhos, Para que sejam fecundos com a vossa bênção. 

DIVINO PAI ETERNO,
Recebei a homenagem da nossa fé, fortalecei a nossa esperança e renovai o nosso amor. Dai-nos o dom da paz e da fidelidade à vossa Igreja. Pela intercessão de Nossa Senhora, mãe do vosso querido Filho, dai-nos a perseverança na fé e a graça da salvação eterna.
Amém!


*** Assim que puder, visite o Santuário e leve sua família!

Você pode também rezar esta:

Pai Eterno, 
Senhor de toda a força e poder, dai-me hoje a segurança do Vosso amor e a certeza de que estais comigo.
Peço ajuda e proteção, nesta hora tão difícil de minha vida.
Preciso da Tua assistência, Pai Eterno, do teu amor e da tua misericórdia.
Tira de mim o medo, tira de mim esta dúvida, esclarecendo meu espírito abatido com a luz que ilumina o Teu Divino Filho Jesus Cristo, aqui na terra.
Que eu possa receber toda a Tua grandeza, Pai Eterno, a Tua presença em minha vida, hora a hora, minuto a minuto.
Que eu sinta o Teu Espírito e a Tua voz dentro de mim, ao meu redor, nas minhas decisões deste dia.
Que eu sinta o Teu maravilhoso poder pela oração e com este poder, Pai Eterno, espero pelos milagres que podes realizar em favor da resolução dos meus problemas.
Não me deixes e nem me abandones, para que eu não caia em desespero e nem perca a fé nesta caminhada rumo à eternidade.
Entrego-te, neste dia, a minha vida e a de minha família.
Livrai-me de minhas moléstias, ainda que seja por milagre.
Obrigado, Pai Eterno, meu Deus, meu mestre e amigo.
Sei que vais me dar à solução do que tanto preciso.
Amém!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Agressões verbais também são consideradas maus-tratos



Crianças educadas em ambientes violentos têm prejuízos emocionais e psicológicos Foto: Shutterstock Agressões verbais também são consideradas maus-tratos




Crianças educadas em ambientes violentos têm prejuízos emocionais e psicológicos
Foto: Shutterstock


Com a dificuldade de conciliar a vida profissional com a criação dos filhos, a solução encontrada é recorrer a babás ou creches. Além de pesquisar e ter muita confiança para deixar os pequenos aos cuidados de outros, é preciso estar atento ao tratamento que seu filho recebe quando você não está por perto.
Segundo a coordenadora do Núcleo de Apoio aos Profissionais que Atendem Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência (NAP) do Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), Rachel Niskier, as crianças de cada faixa etária expressam de maneiras diferentes que estão sofrendo maus-tratos. Nem sempre a violência é física e, mesmo nesse caso, as agressões podem não deixar marcas visíveis.
Bebês de até um ano, que ainda não falam, encontram outras maneiras de expressar descontentamento. Mudanças de comportamento como choro excessivo, irritação constante, estranhamento exagerado (um pouco é normal nessa idade) em relação a certas pessoas, recusa de alimentos e dificuldade para adormecer podem ser indícios de que estão sendo maltratadas. “Os mesmos sinais podem indicar também que a criança está doente, por exemplo, mas não pode ser descartada a hipótese de que esteja sofrendo maus-tratos”, afirma a pediatra.
Recusa social
Em crianças um pouco maiores, os pais devem ficar atentos a outros sinais. Quando ainda não tem bem desenvolvida a habilidade da fala ou tem dificuldade para verbalizar o que está acontecendo, a criança tende a evitar as pessoas que lhe fazem mal.
Rachel descreve esta atitude como uma “recusa social”, comparável a quando os adultos “não vão com a cara” de alguém. Quando o pequeno relata que está sendo maltratado, fique alerta. “Todos sabem que as crianças têm uma mente fértil, ainda mais hoje, que são expostos constantemente a estímulos, mas, a princípio, sempre acredite na criança”, aconselha a pediatra.
É preciso estar atento não só ao comportamento, mas também ao corpo. Quando a criança passa a tomar banho sozinha, é comum que os pais vejam menos seu corpo, não notando manchas e cicatrizes que podem ser consequência de maus-tratos.
Diferentes formas
A violência pode ser cometida de diferentes maneiras. Além da física, as crianças há abusos sexuais ou verbais, todos graves. Segundo a pediatra Rachel, uma das formas mais comuns de agressão é a que não deixa marcas no corpo. “Mesmo a família e os amigos podem cometer violências verbais, muitas vezes sem perceber o que estão fazendo”, diz. Conforme a médica, o prejuízo para autoestima da criança é grande.
A pediatra ressalta ainda que a violência contra crianças e adolescentes não é prerrogativa de nenhuma classe social, e pode acontecer em qualquer lugar. Segundo ela, só o que muda é a forma. “É corriqueiro presenciar casos de negligência em shoppings sofisticados: é uma cena comum ver a mãe muito bem-vestida, carregando sua bolsa, enquanto uma babá carrega a criança. Os pequenos precisam do carinho e atenção da mãe, negar isso a eles também é uma forma de violência”, afirma.