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segunda-feira, 12 de outubro de 2020

José Ilson, a leitura é a chave!

“A leitura é a chave para ter a imaginação além dos limites.”
José Ilson 
Nome José Ilson Lopes de Oliveira
Nome artístico José Ilson (com a pronúncia em espanhol)
Naceu em Brasília/DF
Mora em Taguatinga/DF
Aniversário 6 de janeiro, dia de Santos Reis
Lugar preferido Chácara do vovô e da vovó
Comida preferida Arroz com sardinha
Bebida preferida Refrigerante
Natureza Área livre, ar puro
Hobby Fazer papercraft
Brincadeira preferida Pique-pega
Estação de rádio Nova Brasil FM
Programa de TV Ninjago, Os Mestres Spinjitsu
Filme preferido Jurassic World
Time de futebol Flamengo
Ama Ler
Detesta Ser interrompido enquanto ler
Odeia Não ter nenhum livro por perto
Não suporta Ficar longe dos livros por muito tempo
Qualidade Sempre ajudar
Defeito Ser um pouco distraído
Mania de Chutar o próprio chinelo
Medo de Sucuri
Fato triste A morte do primeiro cachorro
Fato engraçado Nasceu com já com um dentinho, herdou do avô
Participa do grupo Bombeiro Mirim de Ceilândia, do Projeto Também Quero Ler!, é coroinha na Pastoral do Surdo
Um sonho Ter a própria biblioteca

Especial Dia das Crianças 2020/Blog GM
Conheça os entrevistados de hoje:


"Para o dia das crianças, 
digo: a leitura é a chave!" 
José Ilson 

O nome José Ilson é uma homenagem ao avô José e ao pai Ilson. Nasceu no dia de Santos Reis, na porta da maternidade o pai pendurou uma viola. Aos 9 anos, José Ilson destaca-se por saber duas línguas oficiais brasileiras: português e língua brasileira de sinais (Libras). 

A mãe, Mauricéia Lopes, uma contadora de histórias nata, mediadora de leitura e estudiosa dos temas infantis. O pai gosta de participar de eventos e curte a cultura de Brasília. Nesse ambiente, José Ilson participa intensamente de um contexto cultural desde bebê. 

A contação de história na vida de José Ilson veio meio naturalmente. Ele curte contar a história do pote vazio. José Ilson já se apresentou várias vezes em sua escola, em outras escolas como convidado, na EC 66 no sol Nascente, na Escola Bilíngüe Libras e na EC 11 de Taguatinga. 

“Tornei- me contador de histórias 
porque gosto de ler.” 
José Ilson 

Oficialmente, contou a história de humor, uma piada chamada “A cura!” no lançamento do livro Doutor Akazo, da escritora Giulieny Matos, na Biblioteca da Universidade Católica de Brasília UCB). Também está participando, às segundas-feiras, das contações de história da Associação Viva e Deixe Viver, sob a coordenação da querida Leda Dal Magro.

José Ilson lê muito! 
Foi alfabetizado em libras e em português escrito na escola bilíngue onde a querida professora e contadora de histórias Regina Caldeira trabalha. Está cursando 4º ano do fundamental. Já leu a coleção completa do Diário de um Banana, Danny Dragônio, Terra de Histórias, e é frequentador assíduo da biblioteca da escola onde estuda. Por causa da intensa leitura desde pequeno, tornou-se contador de histórias. 

O animal doméstico que mais gosta é de cachorro. Do dia das crianças ganhou mais um cachorrinho, mais um fila brasileiro. Agora tem o Bidu e o Bug, dois amigos.


José Ilson possui a coleção completa dos livros da Giulieny Matos, “-Sou fã!”, nos conta. Gosta de frenquentar os sarais da Associação Amigos das Histórias no Taguaparque. Na pandemia, está aprendendo a cantar músicas em espanhol pela internet.


Troféu de super contador mirim de histórias para José Ilson 


Whats’App 61 9 81316214

**Giulieny Matos* é escritora é membro da AAH, AIAB, com pós-graduação em contação de histórias pelo curso da Maristela Papa. Possui 13 livros publicados.






***** 
*Especial Dia das Crianças 2020*
* José Ilson *
Aos 9 anos, José Ilson já se apresenta para contar histórias
Confira!
Homenageie este contador mirim *deixando seu comentário no link:*

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

LEDA, A CONTADORA FADA MADRINHA DE BRASÍLIA


Bem-vindos à terceira entrevista em homenagem ao Dia Internacional do Contador de Histórias 2019 promovido pela Associação Amigos das Histórias. Nossa convidada chama-se Leda, a Fada Madrinha da Contação de Histórias em Brasília!
Por Giulieny Matos

RAIO X
Nome da Fada: Maga Merlinda
Contadora de histórias desde: 2008
Comida preferida: lasanha
Bebida preferida: água tônica
Local preferido: sua casa
Roupa preferida: vestidos longos "tiedye"
Praia/campo: praia
Qualidade: generosa
Defeito: autoritária
Medo de: ficar doente
Tudo começou: A partir do trabalho voluntário em pediatria de hospitais conveniados com a Associação Viva e Deixe Viver.
Histórias que mais gosta de contar: “Eu sou o mais forte”, de Mário Ramos e “Bruxa, bruxa, venha à minha festa” de Arden Druce

Um dom lindo da Leda: ela conta histórias, de graça, para crianças internadas em hospitais! Leda começou sua carreira como contadora de histórias já com a mão na massa, alegrando e transferindo amor, energia e vida para pequeninos fragilizados pelas doenças, na personagem de Maga Merlinda. Sempre gostou de ler e de contos de fadas. É servidora pública federal e está com 58 anos. É pedagoga e pós-graduada em A Arte de Contar Histórias, e também mediadora de leitura. Ao longo de seu desenvolvimento na vida encantada, passou a participar de oficinas de contação e foi se aprimorando. Tempos depois entrou para a Associação Amigos das Histórias e segue com o grupo até hoje. Vive, disse ela, um aprendizado constante com Maristela Papa e William Reis, Presidente do grupo. Ressalta o imenso carinho deles para com os associados. “Eles nos abraçam como família, agregam, partilham seu lar e seus conhecimentos.” 

Para Leda, o mais importante quando se conta histórias é o feedback positivo dos ouvintes. Na sua opinião, as pessoas precisam gostar das histórias a elas apresentadas, entrar no mundo mágico criado pela história a ponto de se envolver com ela... e, a partir desse encontro, a pessoa tenha se encantado de tal modo que deseje ter o livro para si de qualquer maneira.

“Contar histórias, mediar leitura, conviver com o mundo da literatura é melhor que qualquer terapia, pois passamos a viver num mundo encantado”, revela. “Conte uma história e resgate uma vida é o tema desse ano. Você transmite para quem te ouve o seu amor, entra nela uma energia boa.” 

Venha ouvir Leda, a Maga Merlinda, a Fada Madrinha de Brasília, contar histórias na Semana Internacional do Contador de Histórias. Estará, juntamente com muitos outros amigos contadores, no Shopping Pátio Brasil dia 24 de abril, das 11 às 21 horas, esperando por você!


Parabéns LEDA! 
Troféu Super Contadora de Histórias de Brasília pra você!


*Giulieny Matos é autora de literatura infantil de Brasília, membro titular da Academia Inclusiva de Autores Brasilienses – AIAB, com pós-graduação em contação de histórias pelo curso da Maristela Papa. Visita escolas e conta suas histórias por onde passa. Títulos publicados: A Menina Derretida, The Melted Girl, A Menina Tagarela, O Cardápio Maluco, A Família dos Carneirinhos Coloridos, Cadê Minha Mãe?, e em breve... Doutor Akazo.