Mostrando postagens com marcador inclusão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador inclusão. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 14 de abril de 2021

Giulieny Matos 50 por Maria Alice Costa

Querida Giulieny,

Se já foi Menina derretida ou Menina tagarela, pouco importa. 
O que fomos no passado é que a fortalece hoje.

Se um dia perguntou Cadê minha mãe ou avaliou-a como Mamãe nota 100, significa quão importante é a maternidade em sua vida. 
Hoje é orgulho para a prole.

Se considera que Somos todos especiais, demonstra o valor que dá à diversidade. 
Hoje espalha para crianças o sentimento de igualdade e fraternidade.

Se um dia conheceu o Doutor Akaso, entende o temor de uma criança ao ir a uma consulta médica.
Hoje passa segurança aos menores de que é necessário cuidar-se e querer bem o “doutor”.

Se existe A família dos carneirinhos coloridos, é porque as famílias são diferentes, têm suas singularidades. 
É preciso sempre entender que a vida é feita de diversidades.

Se, ao cozinhar, prepara um Cardápio maluco, é porque conhece os gostos dos seus. 
Isso é ser família, é ser mulher, é ser Giulieny Matos.

Essa é você, minha amiga, única e múltipla com suas falas, seu carisma, sua força.

Parabéns!

Maria Alice Costa
Amiga, Professora de Português, parceira de SSP e PCDF, de EAD/SENASP, revisora literária do livro Mamãe Nota 💯



sexta-feira, 19 de junho de 2020

Bem vindos alunos da JK e CCI e amigos da Dinorá Couto Cançado!



Link da Biografia da Dinorá aqui!




Todos nós temos algum tipo de limitação. 
Todos nós!
Mas podemos sempre melhorar e ajudar da compatibilidade e acessibilidade.

Saudações aiabianas!

Giulieny Matos

MENSAGEM DE DINORÁ

Giulieny, bom dia! Gostaria de partilhar com você uma alegria!

A minha entrevista que você publicou lá no seu blog já serviu como referencial teórico no 1º Curso de Inclusão Social Brasiliense, na 4ª Semana Nacional de Arquivos. Vou mandar o relatório para o Rio de Janeiro que sedia esta semana. 

Nós participamos, enquanto biblioteca Braille, e agora quem entrou em cena foi a AIAB, pois biblioteca está fechada, então quem promoveu esta quarta semana aqui em Brasília foi a AIAB. 

Eu escolhi alguns uns 20 arquivos para montar o arquivo Pérola, que eu faço todo ano, e você participa dele com aquela entrevista da minha vida que tá recheada de cenas de inclusão social brasiliense. 

 Então, foi um jeito mais lúdico que eu achei de passar o meu currículo para eles, em forma de seu arquivo precioso, que é o seu blog, por isso que ele entrou como fonte de pesquisa para esses estudantes da faculdade JK e CCI, 81 alunos. 

Com carinho,

Dinorá Couto Cançado
19/6/2020
********

terça-feira, 2 de abril de 2019

ANÁLISE DA PROFESSORA NILVA MITRAL S. MONTEIRO PSICOPEDAGOGA sobre o livro "CADÊ MINHA MÃE?"

ANÁLISE DA PROFESSORA NILVA S. MONTEIRO 
PSICOPEDAGOGA

sobre o livro

"CADÊ MINHA MÃE?"



Transcrição do áudio datado 19/11/18


“... Eu estava lendo de novo o livro Cadê Minha Mãe... Fiquei aqui pensando sabe, nessa segunda vez que eu li o livro, fiquei lembrando das Fernandas, do João Paulo, da Iasmim, Caio, Priscila e de várias crianças na nossa escola... 

Neste livro o personagem não tem nome porque ele, ..., ele é todas as crianças que eu acabei de falar... e realmente é um tema difícil da gente tocar. Ele existe, está cada vez mais real na nossa sociedade, infelizmente! .... 

Eu vejo que este livro dá voz a essas crianças, dá elas o direito de opinar e de se expressarem como está descrito no Estatuto da Criança e do Adolescente, é primordial! Tem uma premissa de fala... quando a boca cala o corpo fala. ...E a gente tem visto muito, muito corpinho de criança falar na nossa escola. É lamentável! Dói! 

O “Cadê minha mãe” é uma oportunidade de colocar esse tema na mesa. As nossas crianças hoje são muito acessíveis. Elas são muito inteligentes. Elas são muito antenadas, e colocar um tema desse para discussão é incluir, é fazer a inclusão dessa criança no processo de sala de aula onde ela deve se perguntar como esse personagem do livro. Será que a mamãe daquele meu colega é igual à minha? Onde é que ela mora? 

Eu vou dizer... minha amiga,... essa sacada de fazer esse livro é muito genial!, porque é um assunto velado, né! Um assunto que parece um tabu. O que eu acho é que as crianças precisam ter a oportunidade de falar sobre isso. 

E como seria esta oportunidade? Como é que eu poderia colocar isso pra essa minha criança que passa por essa dificuldade? Como é que eu posso incluir essa situação numa sala de aula? A criança é tão espontânea, né! Como a gente já viu, na sala, na nossa escola, ela simplesmente fala: “- Minha mamãe tá presa. ”... e ela fala isso assim, naturalmente, numa rodinha de conversa. 

Como será bom ter esse livro para poder mostrar que além dessa criança da rodinha de sala de aula, existe um personagem de um livro infantil que passa pela mesma dorzinha que ela tem. 

Fiquei só pensando aqui sabe, dizem que os olhos são a janela da alma, né! ... E quando eu vejo os olhos desse personagem aqui, eu vejo ele na minha frente uma criança, sabe! ... que vive essa situação que está em prantos, que está em choro, que está triste. 

E, eu penso que, a partir dessa literatura, produzida por você, desse filho que você entregou para sociedade, é um início de um processo de cura, de libertação. 

Que coisa boa esse livro! Muito bom! “Eu quero ser forte, forte o bastante para esperar outro dia para estar com minha mãe.” Não importa onde a minha mamãe esteja. Eu vou estar aqui esperando por ela... e eu vou aprender a ser forte, com a minha vovó, com o meu vovô, com meu primo, com a minha professora, com meus colegas, e com o CADÊ MINHA MÃE! 

sábado, 21 de abril de 2018

Posse Giulieny Matos AIAB - Academia Inclusiva de Autores Brasilienses

Acadêmica Titular da AIAB 
Foto da Família Braille, por Dinorá Couto Cançado


A AIAB veio para ficar e fazer a diferença no DF. Os autores, membros titulares, enviaram poemas com o tema inclusão/deficiente visual/biblioteca Braille ou um texto sobre sua entrada na AIAB para participar de várias exposições na Bibliobraille, começando pelos 58 anos de Brasília, Semana de Museus...além de publicações on-line. 

Maiores informações e contato 
 academiainclusivabrasiliense@gmail.comou 
com a Presidente Dinorá Couto Cançado 
+ 55 61 - 9 99701366

DF ganha primeira 
Academia Inclusiva de Autores Brasilienses
AIAB

JORNAL DE BRASÍLIA

As ações desenvolvidas na Biblioteca Braille Dorina Nowill, em Taguatinga, ganharam um peso maior neste ano. A primeira Academia Inclusiva de Autores Brasilienses foi fundada com o intuito de promover a obra literária de pessoas com deficiência visual no País e no mundo.

A iniciativa nasceu do projeto Luz & Autor em Braille, desenvolvido há 22 anos na biblioteca. Com mais de 800 trabalhos produzidos, o local não só proporciona acesso à leitura para os que não enxergam ou têm baixa visão, como também os estimula a produzir os próprios textos.

Desde a criação da biblioteca, em 1995, o projeto já integra 83 autores com deficiência visual com outros escritores que atuam como voluntários. Em 2010, o projeto lançou o livro Revelando Autores em Braille, que traz um compilado de histórias e poemas escrito de forma inclusiva.

Coordenadora da biblioteca, Leonilde Fontes acredita que a criação da academia é o coroamento do trabalho de 22 anos. “É a efetivação do projeto que vem sendo desenvolvido ao longo desses anos”, diz.

Fundadora e presidente da academia inclusiva, Dinorá Couto não esconde o entusiasmo de poder levar reconhecimento aos autores com deficiência visual, que muitas vezes não têm a oportunidade de mostrar seu trabalho. “Nunca pensei que eu tivesse um poder tão grande e fácil de resolver nas mãos, que é dar alegria a essas pessoas.”

Umas das 83 escritoras do projeto, Noeme Rocha equipara a Academia Inclusiva de Autores Brasilienses, da qual é vice-presidente, a qualquer instituição acadêmica literária.

Dinorá conta que até pelerines foram confeccionados para a posse dos membros. “Fizemos a logo bordada para que os deficientes possam sentir e saber o que está ali”, comenta.

Outra novidade é que a academia inclusiva não ficará restrita a participantes do DF. 
A fundadora conta que tem membros do País inteiro e até participantes internacionais vindos dos Estados Unidos, Portugal, Itália e França.

Uma biblioteca inclusiva e cidadã

A Biblioteca Braille Dorina Nowill surgiu em 1995, após a Secretaria de Cultura receber 2 mil livros em braille da Fundação Dorina Nowill. No entanto, para atender a esse tipo de público, precisava de um atendimento especial à altura da assistência que um deficiente visual necessita.

Criada com base nessa necessidade, a biblioteca, no primeiro momento, foi instalada em uma sala de aula na Escola Classe 6 de Taguatinga. Com o intuito de promover acesso à literatura de pessoas com necessidades especiais, o espaço também oferece mais de 900 áudios de livros.

A academia inclusiva já tem membros do Brasil inteiro e de países como Estados Unidos, Portugal, Itália e França
Os deficientes visuais têm ainda à disposição aulas de reforço, informática, dança e braille. A coordenadora da biblioteca, Leonilde Fontes, conta que o trabalho impacta diretamente a vida dos frequentadores. “É um ambiente de transformação”.

Para ela, o espaço promove novos despertares de pessoas que não têm mais perspectiva nenhuma de vida, nem expectativa. “Elas começam a renascer de um lugar que eu acho que nem elas mesmo esperavam, entram para a faculdade, começam a trabalhar, se tornam autônomas e independentes”, afirma Leonilde.

Frequentadora assídua da biblioteca desde o começo do ano, Valdeli Rodrigues conta que o espaço trouxe um outro estilo de vida para ela. “Eu só tenho 15% da visão, e poder estar em um local onde o deficiente é incluído é maravilhoso”, conta ela que teve a perda da visão gradativa por causa do glaucoma.

“Eu só vim me dar conta que eu tinha baixa visão neste ano. Até então, eu tinha um outro estilo de vida. A biblioteca que foi me orientando, me incluindo nas atividades. E isso é ótimo, a autoestima da gente cresce, tem um órgão que pensa na gente.” Valdeli conta que na biblioteca pode aprender a escrever e a ler em braile e a se adaptar à realidade que ainda é novidade para ela.

Já tem os livros de Giulieny Matos?

 Whats'App business 61 981316214