Bondade é o contrário da maldade. Por que parece ser mais fácil e prazeroso para alguns ser mal ao invés de ser bom? Maldade é doença?
Podemos dizer que sim. Quando não é doença social, do comportamento, é enfermidade do corpo e/ou da alma.
Você já sabe qual o seu QE (Quociente de Empatia)? De onde vem a maldade humana? Por que algumas pessoas são mais malvadas que outras? Esse assunto instiga a mente humana e os estudos nas áreas de psicologia, psiquiatria, farmacologia exaustivamente.
Mas um item resta provado: o amor, a boa educação na infância e os freios sociais de comportamentos são capazes de amenizar os efeitos genéticos. Se você ler o estudo publicado na revista Galileu – De onde vem o mal?, verá claramente que o mal não deve ser estimulado, sob pena de desenfrear os instintos mais obscuros do ser humano.
No parágrafo Culpe os Pais, eles falam que “apesar de cada vez mais descobertas genéticas, a maior parte das explicações para empatia baixa (QE) NÃO está no DNA.... Ou seja, a educação importa e muito. Há inúmeras pesquisas que mostram que uma criança, em uma casa estruturada e com educação de boa qualidade, tende a ser menos agressiva...”
Galileu, Ed. Globo, julho/2011pg. 67/68.
Vale muito a pena ler toda a reportagem!
Já viram o site sobre as experiências científicas que instigaram o mal? Vejam no que deu... e tenham certeza de que a violência não deve ser incentivada, especialmente na infância e na adolescência.
hypescience.com
Por Giulieny Matos, de Brasília
acesse giulienymatos.blogspot.com
Autores de livros infantis de Brasília
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domingo, 31 de julho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Elogie do jeito certo
Os cuidados para que uma criança seja saudável tanto fisicamente, quanto espiritualmente e mentalmente requer atençao diária e construção de valores. Vale a pena começar o dia meditando no texto a seguir de Marcos Meier!
Abraços e sucesso a todos os leitores deste blog!
Giulieny
"... Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado.
Nossos filhos precisam ouvir frases como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo... você é ético”, “filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram... você é solidária”, “isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu videogame foi muito legal, você é um bom amigo”.
Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real.
Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual. “Que linda você é amor”, “acho você muito esperto meu filho”, “Como você é charmoso”, “que cabelo lindo”, “seus olhos são tão bonitos”. Elogios como esses não estão baseados em fatos, nem em comportamentos, nem em atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos. Em breve, crianças como essas estarão fazendo chantagens emocionais, birras, manhas e “charminhos”. Quando adultos, não terão desenvolvido resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente. ..."
Leia o texto completo em http://www.marcosmeier.com.br/colunas.php?id=19
MARCOS MEIER é mestre em Educação, psicólogo, escritor e palestrante.
Seus textos encontram-se no site www.marcosmeier.com.br e seus livros no http://www.kapok.com.br/.
Abraços e sucesso a todos os leitores deste blog!
Giulieny
"... Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado.
Nossos filhos precisam ouvir frases como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo... você é ético”, “filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram... você é solidária”, “isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu videogame foi muito legal, você é um bom amigo”.
Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real.
Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual. “Que linda você é amor”, “acho você muito esperto meu filho”, “Como você é charmoso”, “que cabelo lindo”, “seus olhos são tão bonitos”. Elogios como esses não estão baseados em fatos, nem em comportamentos, nem em atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos. Em breve, crianças como essas estarão fazendo chantagens emocionais, birras, manhas e “charminhos”. Quando adultos, não terão desenvolvido resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente. ..."
Leia o texto completo em http://www.marcosmeier.com.br/colunas.php?id=19
MARCOS MEIER é mestre em Educação, psicólogo, escritor e palestrante.
Seus textos encontram-se no site www.marcosmeier.com.br e seus livros no http://www.kapok.com.br/.
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